sexta-feira, novembro 03, 2017

COMO AGE O INIMIGO INTERNO

A EXPRESSAO “como age o inimigo” evoca, nos que viveram no tempo do Presidente Samora Machel, (o tempo revolucionário), várias conotações (emoções) e múltiplos significados, entre nostálgicos aos odiosos, por vários motivos, e que a história regista mas o discurso político presente parece não pretender recordar e muito menos exprimi-lo em voz alta e publicamente. Não será isso uma acção desse inimigo interno?
Segundo o conceito desse tempo, o inimigo desdobrava-se em interno e externo e, enquanto o externo era claramente identificável mesmo fisicamente, o interno era tão complexo e até invisível porque era um Judas: vestia a mesma farda, comia no mesmo prato, falava a mesma linguagem do grupo (movimento, partido, etc.), identificava-se vivamente com o grupo, etc., mas era um inimigo cujo resultado final da sua acção era destrutivo.
O inimigo interno, ainda segundo o sentido desse tempo, podia ser um infiltrado que, por isso, estudava e imitava a forma de ser do seu alvo, penetrando-o até ao seu “intestino” e, uma vez aí instalado, e já tido como amigo, como parte do sistema, imperceptivelmente, destruía calma, silenciosa e impunemente o seu “amigo” sem este desconfiar e até com o beneplácito da vítima.
Esta táctica do inimigo sugere que este se faz amigo da sua vítima, elogia-a na negativa para que esta erre mais e, para não cair na desgraça da vítima, evita sugerir algo de positivo, esperando e desejando que a vítima tome decisões erradas e se destrua sem que ele (o inimigo) seja responsabilizado. E quando a vítima for destruída, o inimigo salta, desresponsabiliza-se e abandona-a para se apoiar no dirigente substituto a ser tratado da mesma maneira.

José Jaime Macuane: “Fui vítima de um crime de natureza política”

Em grande entrevista ao nosso jornal, o académico moçambicano Jaime Macuane abriu o peito, pela primeira vez, depois do atentado que sofreu há pouco mais de ano e meio. No seu jeito característico de homem frontal nas suas análises e opiniões, Macuane comentou de tudo um pouco. Dos temas mais polémicos aos suaves, o presente e perspectivas para o futuro, falou sem rodeios e sem fugir a qualquer assunto, incluindo o que mais lhe marcou num passado recente: o atentado que sofreu.

Há um ano e meio, foi vítima de um atentado que o silenciou enquanto analista político com intervenções semanais no programa Pontos de Vista da STV. Como é que interpretou este acto?

Embora seja trágico e em certo ponto duro, o atentado não foi assim tão surpreendente, tendo em conta o contexto social vivido na época. Era de se esperar, como disse numa edição do programa Pontos de vista: “todos nós podíamos ser potencialmente vítimas da violência que havia no momento”. O acto em si de forma alguma me demove do facto de acreditar que é meu dever, também direito, contribuir para que se possa debater as questões do meu país. E mesmo que sejamos vítimas desta violência que periodicamente se abate sobre nós, acho que recuar e deixar de participar não fará com que esse espírito de resolver as coisas de forma violenta acabe. Pelo contrário, vai dar mais espaço e encorajar ainda mais os protagonistas destes ataques, que pretendem silenciar os moçambicanos que não fazem nada mais do que exercer os seus direitos.

quinta-feira, novembro 02, 2017

Police, army, SISE heads changed

By Joseph Hanlon

In a post-Congress reshuffle triggered by ill health and the need to prepare for the integration of Renamo forces, President Filipe Nyusi last week appointed new heads in the military, police and security services.

Lagos Lidimo steps down as director general of the State Intelligence and Security Service (SISE), while Graca Chongo retires as armed forces (FADM) Chief of Staff. Both are known to be seriously ill. And the deputy commander of the national police (PRM), Jose Weng San, died two weeks ago after a lengthy illness.

Lazaro Menete, formerly commander of the army, is promoted to be the new armed forces head, replacing Chongo. Prior to his army service, he was a rear admiral and navy commander. The armed forces deputy chief of staff Raul Dique was named by Nyusi last year, and is one of the senior officers who came from Renamo after the 1992 peace accord. Menete is replaced as army commander by Ezequiel Muianga, former chief of staff of the Presidential Guard.

Tatana chifunha nkuma

As coisas repetem-se. Sem querer, eu sou obrigado a acreditar que, na verdade, o mundo é redondo, circular, etc. As coisas acontecem ciclicamente e a razão está aí bem explícita como a luz do dia: “o mundo é redondo”. Eu até poderia acreditar na necessidade de muita coisa se repetir, mas nunca tinha pensado que era tudo que tinha que se repetir, até o nascimento. “Digo-lhe a verdade: ninguém pode ver o reino de Deus, se não nascer de novo” – disse Jesus a Nicodemos, em João 3:3.
Há anos, li um texto que contava a história de um homem que, no tempo da grande fome, ele descobriu uma colmeia de onde extraiu uma grande quantidade de mel. Só que aquele homem era muito “inteligente” como muitos pais que o mundo revela em todas as épocas de fome. 
O que ele fez?
Amigo leitor, eu não me lembro de toda história, mas se eu te contar o pouco que me vem à memória, fartar-te-ás de rir. Claro, podes até não rir, porque a história, pelo menos na parte de que me recordo, é tristinha.
Vamos ao que interessa: esse tal pai, não sei se era pai também, porque, por aquilo que ouvi nas telenovelas, pai é aquele que cria, cuida, ama, responsabiliza-se por tudo o que os filhos necessitam para crescer. O simples facto de alguém gerar crianças, como resultado, se calhar, da satisfação de suas necessidades biológicas, não lhe dá o direito de ser chamado de pai. É verdade, sim. Eu concordo com isso, caro leitor. Não é qualquer um que a gente tem de chamar de pai. Esse alguém deve merecer esse “grau”.
Estou a falar muito, não é? Até parece que não estou interessado em contar essa história. Está bem. Já vou contar. Esse homem, depois de extrair aquela enorme quantidade de mel, depositou-a num grande pote e escondeu-o numa lixeira onde deitavam, sobretudo, as cinzas. É normal lá nas comunidades rurais, onde cada um tem um grande pátio, escolher-se um sítio, nas extremidades do pátio, para depositar cinzas. Foi, então, assim que esse tal senhor achou um lugar oportuno para esconder o seu mel.
Depois de esconder o mel naquele lugar, arranjou uma cana, ou seja, uma mangueira que ele mergulhava no fundo do pote e lhe permitia sugar o mel. Assim, ele chupava o seu mel sozinho, sem dar nem à sua esposa nem aos seus filhos.
Isso de comer sozinho não era o pior. Sabe, meu amigo, o que ele fazia? Para mim, isso já é o cúmulo do absurdo. Dói-me lembrar e até contar-te.

Dhlakama diz que assassino de Mahamudo Amurane nunca será revelado

O presidente da Renamo alertou esta quinta-feira que o assassinato do autarca de Nampula, Mahamudo Amurane, há um mês, vai acabar em silêncio porque as autoridades moçambicanas “não têm a cultura de dizer a verdade”.
Afonso Dhlakama considerou uma farsa as actuais investigações e sustentou que os mandantes do crime nunca serão conhecidos, acusando o Governo de estar a propiciar estes silêncios, tal como aconteceu com outras figuras assassinadas por motivações politicas.
“Alguma vez o Governo moçambicano ou da Frelimo já disse a verdade quando se trata de violência ou criminalidade?”, questionou Dhlakama, insistindo que as autoridades “só prometem investigar, prometem perseguir para depois informar ao publico”.
“Mesmo agora o edil de Nampula, não espero que o Governo venha dizer que foi tal fulano [que o assassinou]. Podem prender um e outro porque tinha `boca cumprida`, mas os autores mesmo, os atiradores, nunca serão apresentados”, sublinhou o líder do maior partido da oposição em Moçambique.
Após o assassinato de Mahamudo Amurane, a 4 de Outubro, a Polícia fez duas detenções, de um empresário de construção civil e um vereador municipal, que estavam na companhia do então presidente durante o ataque, tendo depois sido constituídos arguido no caso.
Desde então, não são conhecidos os contornos das investigações sobre a morte do autarca, que estava em vias de rompimento com o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), terceira força política, com o qual havia sido eleito edil de Nampula.

Fonte: Voz da América, em Notícias Sapo – 01.11.2017

quarta-feira, novembro 01, 2017

LINHA ABERTA 31 10 2017: Sobre o Provedor da Justiça

Se a Renamo capitalizasse o deputado Muhamad Yassine e o MDM capitalizasse o deputado Venancio Mondlane entre outros com capacidade de argumentação, Mocambique teria tido uma oposição muito forte.
Para mim, capitalizá-los significa produzir no mínimo dez deputados da Assembleia da República, dez da Assembleia Provincial, cinco da Assembleia Municipal deste calibre.

terça-feira, outubro 31, 2017

Pelo menos 200 mortos num acidente em laboratório nuclear

O colapso de um túnel num laboratório nuclear na Coreia do Norte terá causado a morte a pelo menos 200 pessoas, segundo órgãos de comunicação social japoneses, citados pelo Notícias ao Minuto. A informação avançada cita um funcionário norte-coreano. O funcionário conta que o acidente ocorreu no dia 10 de Outubro e foi escondido. 
Em causa estava a construção de um túnel subterrâneo que acabou por colapsar. Mais de 100 pessoas ficaram presas no local e as tentativas de salvamento levaram ainda a mais um colapso que elevou o número de mortes.
De acordo com a televisão japonesa Asahi, a mesma fonte acredita que o solo em redor do laboratório nuclear ficou enfraquecido devido aos testes nucleares, o que poderá ter espoletado o colapso.
A Coreia do Norte ainda não reagiu oficialmente à fuga de informação e não confirmou o sucedido.

Fonte: O País – 31.10.2017

Governo e Conselho Islâmico querem conter radicalismo

O governo provincial de Cabo Delgado reuniu, semana finda, com a comunidade muçulmana local para analisar os acontecimentos do início do mês, cuja autoria foi atribuída a grupos radicais professando a religião islâmica.
Na ocasião, o Conselho Islâmico reiterou o seu distanciamento e repudiou aos atentados protagonizados em Mocímboa da Praia e deixou o seu comprometimento em colaborar com as autoridades locais, em particular, para assegurar a paz e a estabilidade. Ler mais ( O País, 31.10.2017)

PROCURADOR CONDENADO POR VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

O Procurador distrital de Macossa, em Manica, centro de Moçambique, Tinosse Filipe Mejenje, foi condenado, esta segunda-feira, pelo Tribunal Judicial da Cidade de Chimoio pela prática de crimes de violência psicológica e ofensas corporais voluntárias simples contra a sua esposa, Elsídia Filipe, porta-voz do comando provincial da Polícia em Manica.
O juiz da secção cível do Tribunal judicial de Chimoio decidiu aplicar ao procurador-agressor pelos crimes ora referidos, uma pena de sete meses de prisão convertidos em multa e indemnizar a vítima no valor de 120 mil meticais (1,976.16 dólares norte-americanos) pelos danos corporais e morais causados.
Segundo apurou o O País, o procurador ora condenado começou a partir para a violência há mais de um ano, após ter ouvido rumores de que a sua esposa estava a manter uma relação amorosa com um outro homem, facto que aquele guardião da legalidade não conseguiu provar em sede do Tribunal.
Há mais de três meses, quando Majenje tomou conhecimento que a sua parceira estava cansada de actos que configuram a violência doméstica e que já havia aberto um processo-crime contra si, decidiu abandonar a casa, deixando a vítima e uma filha menor à sua sorte, daí que próxima semana o tribunal deverá constituir réu o procurador, no processo de pensão de alimentos que já segue seus trâmites legais.

Fonte: AIM – 31.10.2017

STV Estado compraviaturas 31 10 2017

segunda-feira, outubro 30, 2017

Manuel Tocova foi julgado ao estilo do tribunal popular revolucionário

Prontos, o “Tribunal Popular Revolucionário” de Nampula condenou Manuel Tocova, Presidente Interino do Conselho Municipal da Cidade de Nampula, por crime de alegadamente de desobediência.
Pelo decurso deste processo, vêm-me à cabeça muita coisa que marca a minha vida e uma das coisas é uma lição de que o padre Dionísio Simbe, da então paróquia de Nacala-Porto, uma vez nos deu. Ele falou-nos de como resistiu em deixar que dois jovens a quem havia dado boleia no seu carro fossem levados ao SMO, questionando aos soldados que caçavam jovens da lei que lhes permitia recrutar jovens dos carros e ou ruas. Nisto, muitos colegas começaram a comentar emocionalmente e dizendo que era o que cada um devia fazer. Entretanto, o padre Dionísio desaconselhou-nos com argumento de que se o fizessemos estariamos sujeitos a levar tiro na cabeça e que se ele o tinha feito foi porque sabia que aqueles soldados haviam lhe reconhecido como o padre de Nacala.
Manuel Tocova, um membro do partido da oposição em Moçambique é daqueles que devia ter evitado confrontar com tribunais de Moçambique, um país onde todos não somos iguais perante a lei. Disso todos nós sabemos. Lembremo-nos das detenções, julgamento e condenação de membros do MDM aquando as eleições intercalares de Inhambane e do julgamento  Manuel Araujo, Presidente do Conselho Municipal de Quelimane foi julgado noutro Tribunal Popular Revolucionário de Gurue, acusado que havia agredido fisicamente a um cidadão, enquanto a Yolanda Dambe, Sónia Horácio Dzimba estão a passear à sua classe, Fernanda Moçambique é promovida no seu partido e tantos outros. DESOBEDIÊNCIA? Que José Abudo, Provedor da Justiça o diga.
A outra razão para evitar confrontação com ELES, é na situação em que o MDM e sobretudo em Nampula se encontra desde Fevereiro último.
Obs: 1. Em nome da moral e dos bons costumes e sou dos opus e opõe o tipo de exonerações e nomeações operadas por meu companheiro Manuel Tocova. Essa minha posição é também em nome de coesão, paz e reconciliação em Nampula.
2) Sobre a alegada desobediência, muitos conhecedores da lei até duvidam e uma das dúvidas vem de António Frangoulis que questionam se a legalidade da Procuradoria de exigir canselarem-se as exonerações e nomeações.
3) O outro facto, é se aquele documento supostamente sem assinatura, timbre e com data que não correspondia àquela a de divulgação, era legal.

4) Se em Moçambique, todos nós fóssemos iguais à lei, e a condenação de Manuel Tocova fosse indiscutivelmente legal eu não escreveria isto. 

domingo, outubro 29, 2017

O Estado não pode ficar indiferente ao que se passa

Ao som de uma ópera tocada no seu computador de mesa, numa sala com prateleiras cheias de livros versando um pouco de todas as ciências e sob nuvens de tabaco fumado a cachimbo, o filósofo moçambicano Severino Ngoenha falou ao nosso jornal da violência que vem marcando o país e deixou duas conclusões: “Não somos um povo pacífico” e o “Estado não deve ficar indiferente ao que se passa dentro das igrejas” Ler mais (O País – 28.10.2017)

Entrevista a Joana Simeão

Jornalista Francisco Ribeiro Soares, entrevista Joana Simeão, vice-presidente do Grupo Unido de Moçambique (GUMO), em Lisboa aqui 

sábado, outubro 28, 2017

Provedor de Justiça: “Titulares de órgãos públicos confortam-se com ilegalidades”

Um número considerável de titulares dos órgãos dos poderes públicos sente-se bem confortado com arbitrariedades, abusos, ilegalidades e injustiças, posicionando-se em confronto com o princípio de actuar em obediência à lei e ao direito. O número de queixas procedentes é superior ao de queixas que improcederam, sendo 71 as que procederam e 41 as queixas que não procederam. O número de recomendações (feitas pelo provedor de justiça) aumentou em relação ao período anterior, na medida em que, entre Abril de 2016 e 30 de Março de 2017, foram dirigidas às entidades visadas 27 recomendações, sendo oito acatadas, quatro não acatadas e 15 a aguardar as respectivas respostas.

Fonte: O País – 25.10.2017

Titosse e quatro funcionários do FDA expulsos

O Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar (MASA) determinou a expulsão do Aparelho do Estado de cinco funcionários do sector, indiciados no desvio de fundos do Fundo de Desenvolvimento Agrário – FDA.
Trata-se de Setina Beatriz Titosse, antiga Presidente do Conselho de Administração (PCA), Neide Fernando Xerinda, Directora-Geral-adjunta, Brasilino das Virtudes Salvador, Joaquim António Mazive e Celeste Maria Ismael (técnicos do departamento agrário) todos no banco dos réus, em conexão com o desfalque de cerca de 170 milhões.

MDM volta a postar em Venâncio Mondlane para edil de Maputo

Militantes do MDM manifestaram, hoje, alegria pela aprovação de Venâncio Mondlane para candidato do par-tido para as próximas eleições autárquicas na capital. Esta é segunda vez que Mondlane é aprovado como candidato do MDM, sendo que em 2013 que perdeu para David Simango.
Confiante no bom resultado em 2018, o candidato do MDM agradeceu aos membros do partido e promete apostar na melhoria da cidade de Maputo.
O passo a seguir é a criação de condições para a conquista do eleitorado, segundo explica o delgado político do MDM na cidade de Maputo.
Este encontro serviu também para a eleição do novo Conselho Político da cidade de Maputo, apresentação do relatório das bancadas Parla-mentar e Municipal do MDM, bem como a apreciação da moção de apoio da candidatura de Daviz Simango à eleição presidencial de 2019.

Fonte: O País – 28.10.2017

quinta-feira, outubro 26, 2017

EM PORTUGAL: ATRIBUÍDO NOME DE LOURENÇO DO ROSÁRIO A CENTRO DE ESTUDOS AFRICANOS

A atribuições teve lugar durante o Simpósio Mundial de Estudos da Língua Portuguesa, que decorre de 23 a 28 de Outubro, na cidade de Santarém, Portugal.
Participam no simpósio cerca de 1500 delegados, vindos de academias desta área, espalhadas pelo mundo.
A direcção da Escola Superior de Educação de Santarém decidiu atribuir o nome do académico moçambicano Lourenço do Rosário ao seu Centro de Estudos Africanos.
A atribuição do nome Lourenço do Rosário, ao Centro de Estudos Africanos da Escola Superior de Educação de Santarém, justifica-se segundo os seus promotores, pelo facto de este académico, enquanto colaborador daquela instituição de ensino superior de Portugal, de 1988 a 1992, "ter promovido a aproximação das instituições africanas àquela instituição e ter introduzido os estudos africanos no estabelecimento de ensino, nomeadamente nos cursos de pós-graduação".
Lourenço do Rosário é membro da Academia de Ciências de Lisboa.
Também pelos serviços relevantes prestados na aproximação das relações académicas entre Moçambique  e Portugal e entre Moçambique e Brasil, Lourenço do Rosário já foi condecorado pelo governo brasileiro com o Grau de Comendador da Ordem do Cruzeiro do Sul, em 1999 e pelo governo português, com o grau de Oficial da Ordem de Santiago da Espada, em 2008.
Na cidade de Quelimane, capital da província da Zambézia, foi também atribuído o seu nome a uma das suas ruas. (RM-Lisboa)

Fonte: Rádio de Moçambique – 26.10.2017

quarta-feira, outubro 25, 2017

Renamo garante participação nas intercalares de Nampula

O líder da Renamo, Afonso Dhlakama, garantiu, hoje, que o seu partido irá participar nas eleições intercalares no município de Nampula.
“A Renamo vai concorrer e vai ganhar sem dificuldades”, reiterou Afonso Dhlakama.
Dhlakama fez estes pronunciamentos na sequência da aprovação da realização de eleições intercalares em Nampula, por parte do Conselho de Ministros nesta segunda-feira.
O governo vai notificar a Comissão Nacional de Eleições para propor a data da realização da eleição intercalar, numa altura em que falta apenas um ano para a realização das quintas eleições autárquicas na história do país.

Fonte: O País – 25.10.2017

terça-feira, outubro 24, 2017

Conselho de Ministros aprova realização de eleições intercalares em Nampula

Na sequência do impedimento permanente do edil de Nampula, por morte, o Governo vai notificar a CNE para propor a data de realização da eleição intercalar na terceira maior cidade do país.
Sobre as decisões do edil interino, o Governo diz que está a acompanhar a situação, incluindo a advertência feita pela PGR, o garante da legalidade. O executivo acredita que os órgãos competentes, Tribunal Administrativo, venham a intervir no caso para propor a legalidade no município de Nampula.
Ainda hoje, o Conselho de Ministros aprovou a proposta de lei que pune o terrorismo e actos conexos, que será submetida à apreciação do Parlamento.
Fonte: O País – 24.10.2018

Júlio Jane é o novo Director-Geral do SISE

O Presidente da República, Filipe Nyusi, nomeou, hoje, Júlio dos Santos Jane para o cargo de Director-Geral do Serviço de Informações e Segurança do Estado (SISE).
Jane exercia o cargo de Comandante-geral da Polícia da República de Moçambique e substitui Lagos Lidimo na direcção da secreta.
Fonte: O País – 24.10.2018