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domingo, dezembro 14, 2025

Sobre o regresso do debate político em Mocambique

 Felizmente, gracas ao Venâncio Mondlane o debate político multipartidário voltou em Mocambique.

Depois da morte de Mahamudo Amurane, Afonso Dlhakama e Depois Daviz Simango, os que vibravam, o debate político e sobretudo, multipartidário já havia acabado em Moçambique. A Frelimo (ou os seus membros) já fazia(m) tudo que queria(m) fazer. Entre, o que havia restado era a linha entre pró-Guebuza e pró-Nyusi.
Nas eleições autarquícas de 2023 surge um fenómeno que há muito a Frelimo evitou, mas que parece que estava convencida que estava sob controle do munna Ossufo Momade. Tratava-se de Venâncio Mondlane que nas eleições autárquicas de 2013, como candidato do MDM para edil de Maputo, teve a melhor prestação da oposição e levou para a Assembleia Municipal o maior número de membros, apesar da toda fraude.
Para eleições autarquícas de 2018, o partido no poder aproveitou-se das lutas entre os partidos da oposição para eliminar com sucesso a candidatura do VM. Infelizmente foi o meu partido, o MDM, aproveitado para Venâncio e Ricardo de Tete serem eliminados.
Dez anos depois, nas eleições autárquicas de 2023, Venâncio logra a sua candidatura para edil de Maputo numa altura que ele e o seu grupo de apoio estavam muito preparados na fiscalização desde o recenseamento eleitoral. Muitos devem se lembrar do recenseamento fraudulento em casas de secretários denunciados por fiscais da Renamo em Maputo. Quem tem prova que Venâncio Mondlane não tenha sido o verdadeiro vencedor nas autárquicas de 2023?
O munna OM e a cúpula abandonaram o Venâncio quando reivindicava a verdade eleitoral, um sinal para muitos que o munna Ossufo já estava possuído pela Frelimo. Quanta vergonha minha!
Para o bem da democracia em Moçambique, o Venâncio avançou para as eleições presidenciais de 2024, contando com todos os mocambicanos que o apoiassem. As suas alianças foram sendo eliminadas e infelizmente com apoio da Renamo e o meu partido MDM que são da oposição. Quanta ironia!
A continuidade da luta política de Venâncio Mondlane desde o pós-eleições autárquicas de 2023, devolveu-nos ao debate político. Os que são radicais membros e simpatizantes da Frelimo já voltaram para lá e arremessam contra a oposição. Infelizmente, muitos o fazem porque querem ter a mesma sorte que o Egidio Vaz e aqueles outros tiveram. Os que são da oposição com convicção de mudanças e não com CRENÇA de que é desta que vão ser deputados já voltaram ao debate político.

sexta-feira, agosto 17, 2018

CNE continuou a receber candidaturas após fim do prazo


Mais dois proponentes submeteram candidaturas às eleições autárquicas de 10 de Outubro, após o fecho do prazo estabelecido pela Comissão Nacional de Eleições (CNE). Trata-se da Associação Juntos Pela Cidade (JPC) e do Partido para o Desenvolvimento de Moçambique (PDM), que submeteram candidaturas no dia 14 de Agosto quando o processo tinha sido declarado encerrado às 18 horas do dia 13 de Agosto.
O Candidato da Renamo em Maputo, Venâncio Mondlane, foi aceite para concorrer como Cabeça de Lista em Maputo, pondo fim a dúvida jurídica sobre a legalidade da sua candidatura.

Eleições Autárquicas 39 e 40 em anexo – 17.08.2018

quarta-feira, abril 18, 2018

Capitalizando a especulação sobre Venâncio Mondlane


Se eu fosse da direcção do partido MDM estaria grato pelo artigo do Canal de Moçambique de hoje o qual fala de Venâncio Mondlane vir ser cabeça de lista da Renamo nas eleições de Outubro.
Primeiro, junto ao jornal iria procurar saber sobre como foi a venda do jornal de hoje. Segundo, criaria um grupo de membros honestos e críticos (nada de invejosos e bajuladores) para análise dos comentários sobre o assunto aqui nas redes sociais.
Na minha opinião, este artigo, verdadeiro ou não, serviu de sondagem sobre o capital político de Venâncio Mondlane. Quem não tiver em conta nisto só pode ser quem não queira ganhar, quem está contra o próprio partido MDM. Isto não diz respeito apenas a Venâncio Mondlane, mas qualquer partido que queira ganhar eleições procura formas de conhecer a popularidade dos seus candidatos.  Por outro lado, qualquer membro dum partido que se apercebe que tem dificuldades de passar desiste a corrida para quem tem possibilidades.  

sábado, março 10, 2018

Apoio da UE ao combate à corrupção é alvo de questionamento

Plano estratégico de combate à corrupção lançado nesta quarta-feira (07.03.) não convence Venâncio Mondlane. O analista considera que solução passa mais por operacionalizações e vontade política do que por estratégias.
Não sou muito a favor que questões que tem a ver com a estratégia interna de combate ao crime seja dependente do financiamento exterior, porque são questões tão cruciais para a vida pública e nacional e [por isso] devíamos ter um orçamento próprio, devia ser o Orçamento Geral do Estado a financiar uma estratégia nacional de combate à corrupção. Isso demonstraria um comprometimento nacional efetivo para se combater a corrupção. O que acontece é que, normalmente quando o financiamento é do exterior um combate à corrupção acaba resvalando naquilo que se diz na gíria, "só para o inglês ver". Não é hipótese de se fazer um combate efetivo quando apenas se vai fazendo estratégias e planos para apenas responder a uma pressão exterior.  Ler mais ou escutar in Deutsche Welle (09.03.2018) 

Fonte: Deutsche Welle – 0´9.03.2018

sábado, outubro 28, 2017

MDM volta a postar em Venâncio Mondlane para edil de Maputo

Militantes do MDM manifestaram, hoje, alegria pela aprovação de Venâncio Mondlane para candidato do par-tido para as próximas eleições autárquicas na capital. Esta é segunda vez que Mondlane é aprovado como candidato do MDM, sendo que em 2013 que perdeu para David Simango.
Confiante no bom resultado em 2018, o candidato do MDM agradeceu aos membros do partido e promete apostar na melhoria da cidade de Maputo.
O passo a seguir é a criação de condições para a conquista do eleitorado, segundo explica o delgado político do MDM na cidade de Maputo.
Este encontro serviu também para a eleição do novo Conselho Político da cidade de Maputo, apresentação do relatório das bancadas Parla-mentar e Municipal do MDM, bem como a apreciação da moção de apoio da candidatura de Daviz Simango à eleição presidencial de 2019.

Fonte: O País – 28.10.2017

domingo, junho 18, 2017

Mercedes Benz, pronunciamentos deputados e disciplina partidária

Mais uma vez a visão de Venâncio Mondlane, por sinal meu companheiro, não tem nada a ver com disciplina partidária. A questão da RECEPÇÃO dos Mercedes Benz não é em PRIMEIRO LUGAR um partidário, pelo que, todos os cidadãos são chamados a manifestarem a sua consciência independentemente da sua cor partidária.  Eu manifestei e manifestarei movido pela minha consciência.
Em segundo lugar, em respeito à disciplina partidária, os membros discutem de diferentes formas (telefone, contacto verbal, em reuniões, etc) sobre a questão dentro dos partidos. Na minha opinião, normalmente, as lideranças políticas reunem-se e discutem sobre os aspectos legais, morais e éticos na aquisição e recepção dos Mercedes Benz na Assembleia da República. No caso mais concreto é a reunião das bancadas, falo de cada bancada, para discutir sobre a isso e uma única voz fala em NOME da bancada. Em respeito da disciplina partidária ninguém mais fala aqui fora de como o debate foi lá dentro.

No caso de deputados, até podia ter sido bom que se pronunciassem depois de encontros nas bancadas parlamentares, mas parece-me que não há lá na Assmbleia da República a cultura de as bancadas, (TODAS ELAS, da Frelimo, Renamo e MDM) reunirem-se para mesmo de forma muito breve discutir sobre o barulho de cá fora ou qualquer acontecimento de vulto. Não estou lá dentro para eu afirmar isto com muita certeza. Mas se não o fazem, é muita pena. As bancadas precisam de ter esta cultura porque desta forma, o porta-voz ou chefe da bancada ao se pronunciar sobre certos assuntos fica com certeza que é do consenso da bancada que representa. Por outro lado, o pronunciamento vem a tempo e hora.

domingo, dezembro 11, 2016

MDM divulga hoje relatório paralelo sobre investigações às dívidas públicas

O Movimento Democrático de Moçambique (MDM) vai pronunciar-se, hoje, sobre o relatório elaborado pela Comissão Parlamentar de Inquérito que investigou as dívidas públicas, cujo resultado foi a debate, última sexta-feira, em sessão à porta-fechada.
O MDM, que esteve representado na comissão por um deputado (Venâncio Mondlane), vai mostrar o seu posicionamento perante os resultados de inquérito, que, ao que apurámos, vai consistir na divulgação de resultados paralelos aos que constam como conclusão do documento oficial.
A sessão que debateu os resultados do inquérito iniciou por volta das 12h00 e terminou cerca das 16h00.
O relatório conclui que houve violação dos limites orçamentais e violação da Constituição da República e remete à Procuradoria-Geral da República a responsabilidade de prosseguir com as investigações, visando eventual criminalização dos responsáveis pelas violações.
Durante a votação, as duas bancadas da oposição manifestaram desagrado com os resultados apurados, defendendo que houve parcialidade por parte da comissão.

Fonte: O País – 12.12.2016

MDM apresenta hoje relatório paralelo sobre as dívidas ocultas

Enquanto a Frelimo quer que o processo seja secreto


O Movimento Democrático de Moçambique irá apresentar hoje publicamente um relatório paralelo sobre as dívidas públicas cujo processo de investigação terminou na segunda-feira da semana passada.

A bancada parlamentar da Frelimo decidiu unilateralmente que o documento deve ser debatido à porta fechada hoje, sexta-feira. O MDM, que fez parte da Comissão Parlamentar de Inquérito com apenas um deputado (Venâncio Mondlane) contra dez da Frelimo, não concorda com o documento final, não assinou o relatório e vai apresentar na manhã de hoje, sexta-feira, um relatório paralelo. Venâncio Mondlane, deputado do MDM, foi quem confirmou ao “Canalmoz” a realização dessa apresentação.

Venâncio Mondlane foi o único deputado da oposição que fez parte da Comissão Parlamentar de Inquérito, em virtude de a Renamo ter boicotado a Comissão. Sozinho, pela parte da oposição, Venâncio Mondlane foi quem levantou as questões e propostas de trabalho mais profundas, e que foram sabotadas com recurso à ditadura do voto (dez contra um). Venâncio Mondlane passou a ser policiado dia e noite, e as suas comunicações passaram a ser escrutinadas.

sexta-feira, dezembro 09, 2016

Venâncio Mondlane ameaçado

O relator da CPI e único membro proveniente da oposição, em representação da bancada do MDM, Venâncio Mondlane, queixou-se de ter sofrido ameaças durante os trabalhos.
Mondlane foi quem denunciou a situação de incompatibilidade de Edson Macuácua, o que levou ao afastamento deste.
Na página dois da acta da adopção do relatório, a CPI escreveu que Mondlane “não votou por motivos não justificados”, o que, segundo o mesmo, não corresponde à verdade.
Temendo que o posicionamento do MDM poderia “manchar” o relatório final, a Frelimo, que tem uma maioria expressiva na CPI, optou por silenciar o único oponente.
Isto levantou barulho na CPI, tendo-se recorrido às anteriores actas para certificação e constatou-se que o deputado estava no caminho certo.
Mas, mesmo assim, não lhe foi dado espaço para corrigir este erro. “Inexplicavelmente e surpreendentemente, na sala se gerou um clima hostil à minha pessoa, me impedindo de falar, recusando a inserção do posicionamento do grupo parlamentar do MDM, à mistura com impropérios, vilipêndios e ameaças directas à minha pessoa”, contou.
Ademais, na qualidade de relator da comissão, incumbia-lhe a missão de submeter o relatório final à secretaria da AR, acto que não se verificou, tendo ficado surpreso quando o documento chegou aos colegas da sua bancada.
Para além do antigo PR, Armando Guebuza, Manuel Chang, Adriano Maleiane e o PCA da Ematum, Proíndicus e MAM, António Carlos de Rosário, passaram pela CPI, o ministro do Mar, Águas Interiores e Pescas, Agostinho Mondlane, ministro do Interior, Basílio Monteiro, ministro da Defesa, Atanásio M´tumuke, antigo ministro das Pescas, Victor Borges. Todos apontaram o interesse nacional na constituição das empresas “visando providenciar a defesa e segurança da soberania e do património nacional”.
A CPI foi composta por 11 elementos dos quais Venâncio Mondlane era o único da oposição, neste caso Movimento Democrático de Moçambique (MDM), os restantes eram da Frelimo, sendo que a Renamo absteve-se de integrar a comissão.


Fonte: SAVANA – 09.12.2016

terça-feira, dezembro 06, 2016

MDM não concorda com o que os dez deputados da Frelimo vão dizer na sexta-feira

Relatório paralelo à vista

A bancada parlamen­tar do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) poderá apresen­tar um relatório paralelo em relação ao trabalho realizado pela Comissão Parlamentar de Inquérito para Ave­riguar a Situação da Dívida Pública.

É que, segundo noticiamos na edição desta segunda-feira, o relatório adoptado pela Comissão que, como se sabe, é composta por dez membros da Frelimo e um único do MDM, prati­camente sai em defesa do governo e de Armando Guebuza por considerar que a contratação das dívidas deve ser entendida como um exercício que era necessário no âmbito da promoção da segurança e defesa da soberania nacional. Ou seja, no fundo, os dez membros da Frelimo na Comissão chefiada por Eneas Comiche, não veem nada de errado no processo da contra­tação das astronómicas dívidas, senão questões procedimentais relacionados com o facto de se ter extravasado os limites orçamentais sem informar à Assembleia da República.

É, pois, por não concordar com este conteúdo que a bancada do MDM, muito provavelmente, poderá avançar com um relatório paralelo, na perspectiva de colocar a sua percepção e o entendi­mento real que tem em torno do formato em que foram realizadas as actividades da Comissão de Inquérito.

domingo, dezembro 04, 2016

Esperando a declaração do voto do deputado Venâncio Mondlane na CPI

Venâncio Mondlane, nós moçambicanos sofridos estamos efusivamente esperando das tuas declarações, as únicas INDEPENDENTES nessa Comissão Parlamentar de Investigação sobre a dívida INCONSTITUCIONAL cujos membros são:

Eneas Comiche, que é presidente, Sérgio Patie, vice-presidente, José Katupha, Lucas Chomera Jeremias, Francisco Mucanheia, Alberto Matukutuku, Jaime Neto, Olinda Mith, Esmeralda Muthemba,Luciano de Castro, todos pela bancada da Frelimo.

sexta-feira, novembro 11, 2016

"O sonho do mundo não morreu", Moçambique reaje com surpresa à eleição de Trump

Moçambique terá que fazer por merecer uma grande visibilidade dentro da política externa dos Estados Unidos
Em Moçambique, a eleição de Donald Trump nas presidenciais americanas surpreendeu vários analistas, que previam que Hillary Clinton ganhasse o escrutínio.

Os governantes moçambicanos, geralmente não reagem, de imediato a determinados assuntos, optando sempre por fazer um compasso de espera.

quinta-feira, novembro 05, 2015

IINTERVENÇÃO DO DEPUTADO VENÂNCIO MONDLANE DA BANCADA PARLAMENTAR DO MDM

INTERVENÇÃO – Pedido de informação ao Governo – Ponto de situação económico-financeira actualizada das Empresas Públicas e Participadas pelo Estado.


Senhora Presidente da AR,

Todo protocolo observado,

Caro Primeiro-Ministro, avaliado o nível de omissão e generalidade da resposta dada a questão colocada pela Bancada Parlamentar do MDM, parece-nos que foi mais uma sugestão de resposta que propriamente uma resposta.

Para benefício da sua dignidade recomendamos que mandate o Ministro de Economia e Finanças que reformule o discurso e que reapresente a esta magna casa uma resposta mais condizente com a expectativa gerada. Para clarificar: o número de empresa privatizadas após a independência em cerca de 80% faltou associar a este dado a situação actual dessas empresas adjudicadas, a situção economico-financeira das mesmas e os indicadores financeiros das mesmas.

quinta-feira, junho 18, 2015

Recomendação da oposição no escândalo da EMATUM

“Recomendamos à PGR que mande prender imediata e preventivamente o antigo Presidente da República, Armando Guebuza, e que faça um ofício à Comissão Permanente da Assembleia da República para que se levante a imunidade do nosso colega Manuel Chang” – Venâncio Mondlane, deputado do MDM

A EMATUM (Empresa Moçambicana de Atum) – o negócio mais nebuloso e corrupto alguma vez feito em nome do Estado – voltou a ser assunto de debate, ontem, na Assembleia da República e, como sempre, pelas piores razões. Falando durante a sessão de debate da Conta Geral do Estado referente ao exercício económico 2013, o deputado pela bancada parlamentar do Movimento Democrático de Moçambique Venâncio Mondlane disse que é hora de a Procuradoria-Geral da República deter o antigo Presidente da República, Armando Guebuza, e o seu ministro das Finanças, Mauel Chang, para que possam ser responsabilizados. A EMATUM foi criada por Armando Guebuza, Manuel Chang e Filipe Nyusi (na altura ministro da Defesa). Os três endividaram o Estado na compra de 30 barcos no valor de 850 milhões de dólares, numa encomenda que se diz que incluiu material bélico.

quarta-feira, setembro 17, 2014

ELEIÇÕES 2014/MDM FALA DE PROJECTO DE HABITAÇÃO SOCIAL PARA JOVENS

O Movimento Democrático de Moçambique (MDM), a segunda maior força de oposição, disse, hoje, ao eleitorado da cidade de Maputo, que o seu governo vai implementar, no país, um projecto de habitação social, à semelhança do que o governo sul-africano fez quando dirigido pelo então Presidente Nelson Mandela.

Falando no âmbito da campanha eleitoral, Venâncio Mandlane, candidato ao cargo de deputado da Assembleia da República, pela bancada do MDM, disse aos eleitores que o governo da vizinha África do Sul levou a cabo um projecto de habitação social que beneficiou a muitos cidadãos economicamente carenciados.

quinta-feira, fevereiro 06, 2014

TRABALHOS DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL ARRANCAM SEM ENTENDIMENTO

A primeira sessão da Assembleia Municipal de Maputo (AMM) arrancou hoje os seus trabalhos sem entendimento entre a Frelimo e o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), mormente aos procedimentos de eleição do Presidente e vice-Presidente e secretários deste órgão.

A sessão realizou-se logo após a investidura dos 64 membros da Assembleia Municipal, 37 dos quais da Frelimo, partido no poder, e os outros 27 do MDM. Depois da tomada de posse, os novos membros reuniram-se para eleger os responsáveis pela Mesa da Assembleia Municipal.

segunda-feira, dezembro 23, 2013

Venâncio Mondlane agradece voto de confiança em Maputo

“Transição política em Moçambique”
O segundo candidato mais votado na cidade de Maputo considera que os resultados eleitorais das quartas eleições autárquicas mostram que está em curso uma “transição política em Moçambique”. Venâncio Mondlane considera que o seu partido, o MDM, foi o grande vencedor do último sufrágio. Trata-se de uma vitória que será consolidada, segundo Mondlane, nas quintas eleições gerais e segundas para as assembleias provinciais, marcadas para 15 de Outubro de 2014.