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segunda-feira, março 21, 2016

Recordando ao novo governo da Frelimo

Na conferência de imprensa, depois do encontro, a ministra da Justiça, Benvinda Levi, referiu que, ao contrário do que estabeleciam as circulares números 1387/2012 e 06 GM/MINED/2012, dos dias 31 de Julho e 10 de Agosto de 2012, do Ministério da Educação e Cultura, que apenas permitiam o uso do véu islâmico no período de Ramadan, o governo decidiu, em Conselho de Ministros, permitir que os muçulmanos usem o véu islâmico nas escolas em qualquer altura do ano.
Importa  esclarecer que esta decisão do governo surge depois de uma série de ameaças efectuadas pelos muçulmanos em Nampula, entre as quais romper todas as relações com o governo e partido Frelimo, entre outras.
Abdul Latifo, porta-voz da comissão dos teólogos muçulmanos louvou a decisão do governo e prometeu divulgá-la no seio da comunidade muçulmana na extensa e populosa província de Nampula.
Latifo disse, ainda, que se governo continuar a pautar por esta postura do diálogo não só com os muçulmanos, mas com todas as forças vivas da sociedade, vai evitar muitos males e perpetuará a paz e harmonia social no país.
Fonte: O País – 27.08.2012

quarta-feira, setembro 12, 2012

“Houve tentativas de manipulação nas reivindicações dos muçulmanos”


O sociólogo Gulamo Tajú concedeu-nos uma entrevista onde, de entre outros temas, analisa o movimento de reivindicação dos muçulmanos, desencadeado nas últimas semanas. Tajú diz que este movimento não é alheio ao X congresso da Frelimo, que se avizinha

segunda-feira, agosto 27, 2012

Ameaças ao Estado: Estamos perplexos

EDITORIAL do Jornal Notícias


Não temos dúvidas que este é um assunto sensível e delicado. Religião, crime, raça e Estado foram e sempre serão de dimensões complexas e delicadas em qualquer sociedade moderna.

domingo, agosto 26, 2012

Moçambique: "Caso Raptos"

"MUÇULMANOS NÃO RECUAM, MARCAM PONTOS" 


Depois de "muito barulho", acaba de ser anulada a anunciada pretensão para o encerramento amanha de todas as actividades económicas no Pais.

Frelimo repudia tentativa “maquiavélica” dos muçulmanos

O Partido Frelimo repudia a tentativa “maquiavélica” de misturar assuntos religiosos, crime e raça, tomada Sexta-feira última pela comunidade muçulmana residente em Moçambique.

Teólogos muçulmanos ameaçam cortar colaboração com a Frelimo

A comunidade muçulmana desafia o Governo a “pedir desculpas (públicas) aos muçulmanos pela ofensa, além de autorizar as mulheres muçulmanas o uso do véu na imagem fotográfica de documentos de identificação, tais como (Bilhete de identidade, passaporte, carta de condução, cartão de eleitor etc.)”

Está declarada a guerra! A Comissão dos Álimos (teólogos) de Nampula emitiu, no passado dia 11 de Agosto em curso, uma deliberação na qual não só desafia o Governo a “pedir desculpas aos muçulmanos pela ofensa, via imprensa” como também ameaça cortar colaboração com o executivo e com o partido Frelimo.

sábado, agosto 25, 2012

Critica e sugestões dum Muçulmano, as decisões das comunidades Muçulmana, Hindu e Ismaelita


Por Abdul Karim

Em função das informações que vou obtendo, e das opinioes em varios grupos, vai ai a minha contribuição nos seguintes pontos, também considerando a opinião do Irmão Bayano Valy :

1- Definição do Problema:

Os raptos me parecem um "problema localizado" dos empresarios Mocambicanos ricos, das comunidades acima referidas, embora afectem e preocupam todas as comunidades sem excepção, independentemente das religiões ou raças, dizem tambem respeito 'a segurança de todos os cidadaos nacionais, com ou sem manifestação expressa de solidariedade para com os "raptados".

quinta-feira, agosto 23, 2012

Governo autoriza uso do lenço muçulmano nas escolas

O Governo cedeu à pressão da comunidade muçulmana e decidiu autorizar o uso do lenço muçulmano nas escolas públicas e privadas, sem nenhuma restrição.

A decisão foi tomada ontem, à tarde, em reunião havida no Ministério da Justiça, entre a ministra da Justiça, Benvinda Levi; o ministro da Educação, Zeferino Martins; e líderes de diversas organizações muçulmanas, entre os quais os “sheiks” David Cássimo, Abdul Carimo, Aminnuddin, entre outros. Segundo apurámos, os líderes muçulmanos questionaram as razões por que as muçulmanas são proibidas de usar lenços nas escolas se as freiras católicas o fazem sem nenhuma consequência. Benvinda Levi defendeu o diálogo.

Fonte: O País online - 23.08.2012

domingo, janeiro 08, 2012

Nigéria: Ataques contra cristãos nigerianos matam mais de 30 em dois dias

Kano, Nigéria - Pelo menos 36 pessoas morreram nos dois últimos dias no norte da Nigéria em quatro ataques contra cristãos, após expirar um ultimato dos islamitas do grupo Boko Haram aos fiéis desta confissão para que deixem o norte do país.
No mais recente ataque, realizado na sexta-feira na cidade de Yola, estado de Adamawa, nordeste da Nigéria, ao menos oito pessoas morreram quando homens armados entraram em uma igreja, informou uma fonte médica. Ler mais

terça-feira, setembro 20, 2011

Livro investiga porque “as comunidades muçulmanas não passaram para para o lado da Frelimo” durante a guerra colonial

Os esforços que a administração portuguesa desenvolveu em Moçambique entre 1966 e 1973 para alinhar as comunidades muçulmanas com o lado português evitou que a guerra "tivesse corrido pior", afirma o principal responsável dessa estratégia.

terça-feira, agosto 16, 2011

Moçambique: muçulmanos querem desculpas do ministro da Educação

Escute aqui

A comunidade Islâmica da província de Nampula está a preparar um movimento que ira integrar teólogos de todo o país para pressionar ao ministro da Educação, Zeferino Martins a pedir desculpas aos muçulmanos pelos seus pronunciamentos em volta da proibição do uso da burca e véu islâmico nas escolas públicas do país.

segunda-feira, fevereiro 21, 2011

Líderes muçulmanos pedem a fiéis que se revoltem contra Gaddafi

PARIS (Reuters) - Uma coalizão de líderes muçulmanos líbios emitiu uma declaração dizendo que é obrigação de todo o muçulmano se rebelar contra o governo líbio.
"Eles demonstraram total impunidade arrogante e contínua, e até mesmo intensificaram seus crimes sangrentos contra a humanidade. Portanto, eles demonstraram total infidelidade à orientação de Deus e Seu amado Profeta (que a paz esteja com ele)", disse o grupo, chamado de Rede dos Ulemas (sábios religiosos) Livres da Líbia.
"Isto os torna não merecedores de nenhum apoio ou obediência e faz com que a rebelião contra eles por todos os meios possíveis seja uma obrigação de origem divina", diz o texto da declaração obtida pela Reuters nesta segunda-feira. (Reportagem de Tom Heneghan)

Fonte: Reuters, Brasil - 21.02.2011