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segunda-feira, agosto 13, 2012

Ministro da Educação revoga circular do seu vice-ministro

Martins e Chilundo desentendem-se sobre “uso de burca e lenço nas escolas”.

“O País” sabe que a revogação da medida foi motivada por interesses eleitoralistas uma vez que os líderes muçulmanos, em Nampula, ordenaram os fiéis para que também “não votassem na Frelimo”.

terça-feira, agosto 16, 2011

Moçambique: muçulmanos querem desculpas do ministro da Educação

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A comunidade Islâmica da província de Nampula está a preparar um movimento que ira integrar teólogos de todo o país para pressionar ao ministro da Educação, Zeferino Martins a pedir desculpas aos muçulmanos pelos seus pronunciamentos em volta da proibição do uso da burca e véu islâmico nas escolas públicas do país.

quarta-feira, junho 29, 2011

MUÇULMANOS AMEAÇAM REVOLTA POPULAR

Maputo, 27 Jun (AIM) – Representantes de vários grupos que professam a religião islâmica na província setentrional de Nampula ameaçam desencadear uma revolta popular, a breve trecho, para tentar persuadir as autoridades governamentais moçambicanas a recuarem da sua decisão de vedar as alunas de assistirem aulas de burca.
Falando numa conferência de imprensa convocada para o efeito na cidade de Nampula, os interlocutores disseram que brevemente tencionam apresentar um documento formal aos ministros da Educação e da Justiça para que se encontre uma solução para este caso sob pena de organizarem uma revolta popular.

domingo, junho 19, 2011

O uso da burka

DIALOGANDO

Por Mouzinho de Albuquerque

AS poucas investigações que fiz em alguns meios, dizem-me que a burka é uma veste feminina que cobre todo o corpo, incluindo o rosto e os olhos. É muito usada pelas mulheres dos países como Afeganistão e Paquistão. O seu uso deve-se ao facto de muitos muçulmanos acreditarem que o livro sagrado islâmico, o Alcorão, e outras fontes de estudos, como Hadith e Sunnah, exigem que a homens e mulheres que se vistam e comportem modestamente em público.

sábado, junho 18, 2011

Como a Burka virou pão

DIZER POR DIZER

Por Pedro Nacuo

JÁ entrou nas refeições dos pembenses, a problemática à volta da burka, da menina Fátima Califa. Está a ser permanentemente mastigada, não há café sem burka ao lado, nenhum carro transporta mais de uma pessoa sem ela ao lado, nos restaurantes, dos mais luxuosos às barracas ao longo das estradas e ruas dos bairros da cidade de Pemba, na escola da noite, nos serviços e em eventos públicos, sejam eles políticos ou doutra índole, ela entra em surdina e se posiciona, faz conversa, mas sempre dividindo opiniões.

BURCAS E MUEZZINS

GENESMACUA

Por: Sebastião Cardoso

Li, com satisfação, a posição tomada pelos titulares das pastas da Educação e Justiça, em relação a estudante de Cabo Delgado que insistia em ir para às aulas, usando a abominável burca.
A burca, para além de todas as coisas horrorosas que se pensam acerca dela, é, essencialmente, um factor de risco enorme para a saúde individual e pública. As raparigas e mulheres que, frequentemente, usam a burca apresentam sintomas de uma doença chamada Hipovitaminose D. A nossa pele (a epiderme) produz vitamina D através da recepção dos raios solares UVB. Esta carência de vitamina D conduz à situações de