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terça-feira, dezembro 25, 2018

Boicote eleitoral é o maior inimigo da alternância governativa em África


Boicote eleições em África não é nenhuma solução. Os partidos que querem se manter no poder a todo o custo, provocam a oposição como uma estratégia de obrigá-los a boicotar as eleições e assim eles evitam seus concorrentes.
Nós africanos temos que encontrar uma maneira própria de combater as trafulhices eleitorais,; temos que estar determinados a confrontar os fraudulentos. As lideranças dos partidos da oposição têm que se estrategas.


Oposição boicotou eleições que podem abrir caminho a permanência de Gnassingbé no poder por muito tempo
O partido do Presidente Faure Gnassingbé obteve a maioria na Assembleia Nacional do Togo nas legislativas de 20 de Dezembro, boicotadas pela principal coligação da oposição e antecedidas de violência, indicam resultados oficiais provisórios publicados nesta segunda-feir, 24..
A União para a República (Unir) elegeu 59 dos 91 deputados que compõem o Parlamento, menos três do que tinha na assembleia cessante.
Sem a participação dos principais partidos da oposição, que denunciaram irregularidades na preparação das eleições, a Unir esperava obter 4/5 dos assentos (73 deputados) para assegurar uma reforma constitucional que visa permitir a Gnassingbé concorrer a mais dois mandatos, em 2020 e em 2025.

Fonte: Voz da América - 25.12.2018

domingo, agosto 26, 2012

Togo: mulheres fazem greve de sexo para exigir demissão do Presidente

As mulheres togolesas vão realizar uma greve de sexo, a partir de amanhã (segunda-feira) e durante uma semana, para exigir a renúncia do presidente do país, Faure Gnassingbé. "As mulheres togolesas vão declarar-se em greve de sexo a partir de amanhã para tentar mobilizar os seus parceiros para que realizem mais acções para provocar a saída de Gnassingbé do poder", declarou neste domingo a responsável do "Colectivo Salvemos Togo", Isabelle Ameganvi.

segunda-feira, julho 02, 2012

Coletivo "Salvemos Togo" rejeita oferta de diálogo do Governo togolês

O Coletivo "Salvemos Togo" rejeitou o apelo para o diálogo lançado pelo Goveno, condicionando qualquer negociação a pré-requisitos, soube a PANA de fontes próximas desta organização que reúne associações da sociedade civil e partidos políticos da oposição.

domingo, dezembro 26, 2010

Comissão "Verdade, Justiça e Reconciliação" do Togo regista 18 mil 571 queixas

A Comissão "Verdade, Justiça e Reconciliação (CVJR) afirma ter registado a 17 de Dezembro de 2010, data de encerramento dos dossiers, 18 571 queixas, anunciou quarta-feira à imprensa o seu presidente, Nicodème Barrigah-Benissan.