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quinta-feira, janeiro 18, 2018

Organização denuncia alegado apoio de jornalistas a candidatura autárquica em Moçambique

Uma organização de defesa da liberdade de imprensa denunciou hoje um alegado apoio de jornalistas a um candidato às eleições autárquicas intercalares em Nampula, norte de Moçambique.
"O Instituto de Comunicação Social da África Austral em Moçambique (Misa-Moçambique) entende que os jornalistas não podem apoiar nenhuma candidatura ou partido político", refere-se num comunicado da instituição.
Em causa, está um encontro que Amisse Cololo, candidato da Frelimo à presidência do município, manteve na quarta-feira com várias figuras em Nampula, entre as quais jornalistas, que, segundo o Misa-Moçambique, manifestaram o seu apoio ao cabeça de lista.
Para o Misa-Moçambique, esta posição viola o Código de Conduta de Cobertura Eleitoral, um documento produzido na África do Sul em 2012 e que foi assinado por vários órgãos de informação moçambicanos.
A organização lembra ainda que em 2009 assinou um memorando com o Sindicato Nacional de Jornalistas que contemplava oito valores na actuação da imprensa em Moçambique, entre os quais a independência e imparcialidade.
O Misa-Moçambique distancia-se da posição dos jornalistas que assumiram o apoio à candidatura da Frelimo e informa que esta posição não representa nem vincula os jornalistas moçambicanos", concluiu a instituição.
Contactado pela Lusa, o porta-voz da Frelimo, Caifadine Manasse, referiu que o candidato não pretendia influenciar os jornalistas que estavam no encontro no exercício das suas actividades.
"O candidato da Frelimo apenas pediu o apoio, tendo em conta o facto de que eles também vão votar nas eleições. Também defendemos a liberdade de imprensa e os princípios de independência e imparcialidade no exercício da actividade", afirmou o porta-voz do partido no poder em Moçambique desde a independência.

Fonte: otícias Sapo – 18.01.2018

segunda-feira, julho 14, 2014

É DA LEI, INTIMIDAÇÃO OU DO MEDO DO PODER INVISÍVEL?

Na edição do mediafax de hoje, vem um artigo sobre dois jornalistas de TV que constam nas listas de candidatos do MDM.  O jornal avança que os supostos candidatos negam que isso seja verdade o que o mediaFAX interpreta como receio de dissabores nos seus locais de trabalho à semelhança do que aconteceu ao jornalista Bismarque.
Eu questiono se haverá alguma lei em Moçambique que proíba intenção [pois que é intenção] de candidatura de jornalistas ou chefes da redacção a deputados da Assembleia da República? Será isto somente para os jornalistas? Sendo, é isto apenas para quem conste em listas de partidos da oposição ou também diz respeito ao partido no poder?

Resumindo o meu questionamento: É DA LEI, INTIMIDAÇÃO OU DO MEDO DO PODER INVISÍVEL?

Eis o artigo do MediaFAX:

terça-feira, novembro 05, 2013

Opinião de Machado da Graça

"...Os jornalistas são, como é sabido, gente horrível. Eu próprio todos os dias me assusto, terrivelmente, ao olhar para o espelho da casa de banho e ver lá a cara de um jornalista.
Mas, se alguém ainda tinha dúvidas sobre este fac­to, as clarividentes palavras do nosso Chefe de Estado, no Chimoio, fizeram, de certeza, desaparecer essas dúvidas.
Ficou agora claro quem é que levou o país ao estado em que está: foram os jornalistas.
Não tenho dúvidas de que foram jornalistas quem andou por aí, nos mercados de armamento, a comprar toneladas de canhões, metralhadoras, tanques e veí­culos blindados, para iniciar uma guerra que, todos os dias, afirmam não querer.

segunda-feira, março 04, 2013

Jornalistas moçambicanos exigem justiça no caso Mido Macie

Jornalistas moçambicanos defendem que haja justiça e transparência no tratamento do caso do assassinato do taxista Mido Macie, ocorrido semana passada em Joanesburgo, na África do Sul.

quinta-feira, maio 10, 2012

Código de Ética do Servidor Público poderá abranger jornalistas

A lei de Código de Ética do Servidor Público, cuja proposta foi aprovada pelo parlamento moçambicano, na Quarta-feira última, na generalidade, poderá estabelecer proibições a contratação dos serviços de profissionais da comunicação social.