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quarta-feira, dezembro 10, 2014

Graça Machel diz que estatísticas em Moçambique escondem injustiças

A activista social Graça Machel considerou hoje que as estatísticas sobre avanços no combate à pobreza em Moçambique escondem injustiças, defendendo uma ação governativa centrada no ser humano e não apenas nos números.
"As médias nacionais escondem assimetrias e até injustiças, temos de olhar para as assimetrias geográficas, mas também temos de olhar por grupos, como o acesso aos serviços para crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos e dentro disso, olhar por género", afirmou Graça Machel, falando na conferência "Moçambique: que visão para o futuro", promovido pelo Fórum Económico e Social de Moçambique (Mozefo).

domingo, março 03, 2013

Trabalhador “sacrificado” por um erro cometido pelos Recursos Humanos da própria empresa

Rosalino Mulumbua, de 23 anos de idade, guarda mágoas da Matanuska Moçambique Limitada, uma multinacional que se dedica à produção da banana no distrito de Monapo, província de Nampula, Norte de Moçambique. O jovem foi expulso sob a acusação de envolvimento num esquema de pagamento de salários a funcionários que não pertenciam à empresa há bastante tempo. Considera-se “sacrificado” pelos gestores da instituição onde trabalhava, supostamente para salvaguardar o emprego da directora dos Recursos Humano, que faz parte do grupo que beneficiava do roubo.

quinta-feira, outubro 11, 2012

Boçalismo (às vezes) veste toga de jurista em Moçambique: ‘o paradigma ucuchoniano.’

Por Johnny Kraveirinya


«MOÇAMBIQUE: TRIBUNAL ‘CONFUNDIU VINGANÇA COM JUSTIÇA’»

Foram estas as parangonas no passado dia 27 Julho 2012, sobre o causo do jornalista Falume Chabane.
Na realidade seria mais adequado dizer - ‘caso ucuchoniano de vingança pessoal em tribunal, e ganância por dinheiro’ protagonizado por um advogado moçambicano (a serviço de egoísmos estrangeiros) contra a solidariedade de outro moçambicano, por uma criança deficiente, no exercício da sua profissão de jornalista. Segundo o MISA (Media Institute of South Africa), injustiça foi feita pois “tribunal confundiu vingança com justiça.”
Em que compêndios de direito civil esse juiz terá aprendido? Será que dorme tranquilo? No Brasil, apesar de tudo o mais há juízes e advogados presos por vários delitos entre eles de corrupção ativa e passiva. Para isso servem os Conselhos Superiores de Magistratura ou Conselhos Superiores de Justiça entre outros órgãos judiciais supremos.
Em Moçambique será que os juízes nunca erram e estão acima da lei que deviam defender com equilíbrio? Como em tudo na vida há os bons e os maus. Quero acreditar que nem todos são injustos pois deve haver bons juízes em Moçambique.

In O Autarca – 10.10.2012




quarta-feira, setembro 12, 2012

Inhambane: Detido professor por roubo de dois barrotes

No distrito de Jangamo, em Inhambane, mais de duzentas crianças não recebem aulas desde esta segunda-feira devido a detenção do seu professor, indiciado de desvio de material de construção.

terça-feira, junho 26, 2012

Cidadão moçambicano despedido do emprego por rir-se a uma piada dos colegas

Um trabalhador de uma serração de madeira pertencente a um grupo de cidadãos chineses, na cidade de Quelimane, foi despedido por ter-se rido às gargalhadas de uma piada entre colegas durante o trabalho.

sábado, julho 16, 2011

Injustiça e apartheid e ilegalidade !?!?

Vi com os meus olhos e comentei com a minha vizinha da cadeira. Duas mulheres foram impedidas de subir no chapa com que viajei porque eram gordas. Segundo o “narawa” (indivíduo que mobiliza (?) passageiros para o chapa), elas só podiam viajar se pagassem o dobro porque eram muito gordas e ocupariam muito espaço. Mas seria isso fora da lotação do carro? Não é isso. O que acontece é que os carros/chapas de Nacala para Nampula e vice-versa só e só partem quando estiverem super-lotados. Portanto, aquelas senhoras ficaram porque não permitiriam na sua cadeira que mais um passageiro se sentasse.
O meu comentário com a vizinha foi de que estava-se perante uma injustiça, apartheid e ilegalidade.