Rosalino Mulumbua, de 23 anos de idade, guarda mágoas da Matanuska Moçambique Limitada, uma multinacional que se dedica à produção da banana no distrito de Monapo, província de Nampula, Norte de Moçambique. O jovem foi expulso sob a acusação de envolvimento num esquema de pagamento de salários a funcionários que não pertenciam à empresa há bastante tempo. Considera-se “sacrificado” pelos gestores da instituição onde trabalhava, supostamente para salvaguardar o emprego da directora dos Recursos Humano, que faz parte do grupo que beneficiava do roubo.
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