O futuro Tribunal Africano de Direitos Humanos não poderá julgar os líderes africanos durante o exercício de suas funções, uma decisão adoptada pela União Africana que provocou o mal-estar das ONGs que denunciam um retrocesso na luta contra a impunidade.
"Os chefes de Estado e os funcionários de alto escalão do governo não devem ser submetidos a julgamentos durante o exercício de suas funções, já que devem continuar dirigindo o Estado", declarou à AFP Vincent Nmehielle, director de assuntos jurídicos da UA.
