Comentário (Reflectindo): Quando o desvio de fundos do Estado e até roubar dos colegas se tornou algo
eis que:
1. A directora de Educação, Juventude e
Tecnologia em Marínguè, Maria Baronete, reconheceu a ocorrência de tais
falcatruas que, no seu entender, resultam de falhas que acontecem no exercício
normal de qualquer actividade. Ela promete corrigir este procedimento, a breve
trecho, numa região que conta com um efectivo de 483 docentes.
2. O governador de Sofala diz: “fica claro que a questão das horas extras é
complexa até no país, porque, às vezes, pagamos a pessoas que não deviam
receber e prejudicamos aqueles que têm direito”. Que isto resulta da fraqueza
de planificação do sector visado.
Digam-me senhores porquê tamanha falcatrua tem que se considerar de falhas
que ocorrem em exercício normal de qualquer actividade? Porquê só nos últimos
anos, com pessoal formado em administração escolar, em economia, em
contabilidade em instituições do ensino superior, a questão de horas é complexa
quando já tivemos administrativos com apenas 4ª ou 6ª classe que tornavam isso
muito simples? Fraqueza de planificação no sector de educação, ainda em Marínguè
com apenas 483 professores?
Finalmente: digam-me que é falha e precisa apenas de ser corrigida e não
tomarem-se medidas administrativas e processarem-se os infractores?