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terça-feira, outubro 29, 2013

Ataque à Maringué pode ter resultado em 58 mortos

Há indícios de que 51 pessoas perderam a vida ontem, em Maringué, província de Sofala, em consequência do ataque das Forças de Defesa e Segurança à base da Renamo, naquela parcela do país.

Segundo escreve hoje, o Media fax, o assalto à Maringué deixou 58 mortos, na província de Sofala, dos quais 41 entre os homens de Afonso Dhlakama e 17 entre as Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM).

sexta-feira, agosto 17, 2012

Marínguè: Há falcatruas na Educação


Comentário (Reflectindo): Quando o desvio de fundos do Estado e até roubar dos colegas se tornou algo eis que:

1. A directora de Educação, Juventude e Tecnologia em Marínguè, Maria Baronete, reconheceu a ocorrência de tais falcatruas que, no seu entender, resultam de falhas que acontecem no exercício normal de qualquer actividade. Ela promete corrigir este procedimento, a breve trecho, numa região que conta com um efectivo de 483 docentes.

2. O governador de Sofala diz: “fica claro que a questão das horas extras é complexa até no país, porque, às vezes, pagamos a pessoas que não deviam receber e prejudicamos aqueles que têm direito”. Que isto resulta da fraqueza de planificação do sector visado.

Digam-me senhores porquê tamanha falcatrua tem que se considerar de falhas que ocorrem em exercício normal de qualquer actividade? Porquê só nos últimos anos, com pessoal formado em administração escolar, em economia, em contabilidade em instituições do ensino superior, a questão de horas é complexa quando já tivemos administrativos com apenas 4ª ou 6ª classe que tornavam isso muito simples? Fraqueza de planificação no sector de educação, ainda em Marínguè com apenas 483 professores?
Finalmente: digam-me que é falha e precisa apenas de ser corrigida e não tomarem-se medidas administrativas e processarem-se os infractores?

quarta-feira, outubro 06, 2010

Régulos e a gestão de recursos

De acordo com o Jornal Notícias, aqui, a maioria dos régulos das regiões onde funcionam os Comités de Gestão de Recursos Naturais (CGRN), em Marínguè, província de Sofala, está a apropriar-se de forma ilícita dos bens pertencentes às comunidades, nomeadamente viaturas e moageiras adquiridas pelo fundo dos 20 por cento atribuídos pelo Governo pela protecção dos recursos. Entretanto, os dirigentes dos comités queixas que os régulos ameaçam-lhes de morte em caso de atreverem-se a exigir tais meios.

Reflectindo: Será este um problema particular de Sofala ou isto se passa por muitas regiões do país? Parece que não, porque já ouvi uma queixa semelhante em Nampula.