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domingo, outubro 14, 2012

Frelimo exige nova postura de paz e inclusão da oposição

A Frelimo exige uma postura diferente ao novo governador da Zambézia, Joaquim Veríssimo, de modo a ultrapassar os atritos que o executivo tem com partidos políticos da oposição, bem como com a população.

quarta-feira, agosto 22, 2012

Itai Meque e Manuel de Araújo trocam acusações no dia da cidade

Rixas políticas na Zambézia.

A população não gostou de ouvir o governador a tentar “roubar” protagonismo pelo desenvolvimento de Quelimane que, quando discursava, foi reiteradamente vaiado e desmentido pelos munícipes.

O Conselho Municipal da Cidade de Quelimane, na província da Zambézia, celebrou, ontem, 70 anos de sua elevação à categoria da cidade. As festividades desta efeméride foram marcadas pela troca de acusações entre o governador da Zambézia, Francisco Itai Meque, e o edil da cidade, Manuel de Araújo.

Manuel de Araújo e Itai Meque reeditam antipatia em dia solene

O governador da Zambézia, Itai Meque e o novo edil de Quelimane, Manuel de Araújo, que no passado se desentenderam, mesmo antes da eleição autárquica de Dezembro, acabaram sendo protagonistas de um novo mal-entendido, que resvalou em pronunciamentos do cunho tribal, por parte do presidente do Conselho Municipal eleito pelo Movimento Democrático de Moçambique (MDM).

terça-feira, agosto 21, 2012

Os discursos na celebração de 70 anos da cidade de Quelimane

Espero que muitos tenham escutado os discursos de Itai Meque, governador da província da Zambézia e Manuel de Araujo, o edil do município de Quelimane e ainda da reacção dos munícepes de Quelimane. Será que Itai Meque devia ter feito uma tamanha provocação? E quando ele falou de EU, EU, EU, não será que também queria dizer que Carvalho Muária e outros governadores que passaram por Zambézia não fizeram nada?

Nota: escutei os discurso pela RM, edicão das 19:30 (21.08.2012)

quarta-feira, julho 04, 2012

Governador quer mulheres camponesas a pagarem imposto

O governador da província da Zambézia, Francisco Itai Meque, quer que as autoridades comunitárias comecem a cobrar imposto também às mulheres, uma prática fora do comum nas comunidades rurais em Moçambique, em que por tradição, apenas os homens é que se sujeitam ao pagamento do tributo.

Ele defendeu esta medida nos distritos de Gilé, Pebane e Maganja da Costa, onde recentemente trabalhou com as comunidades rurais, argumentando tratar-se de uma forma de consolidar o equilíbrio do género, para além de constituir um imperativo legal.
Na sua comunicação com a população, Itai Meque não avançou detalhes sobre a sua pretensão, afirmando apenas que “não cobrar imposto à mulher com a alegação de que é cara-metade do homem, constitui um desprezo. Isso é ofender a ela, porque significa que está no último plano, o que é contra a Lei mãe – Constituição da República”. Ler mais (Diário de Moçambique)

quinta-feira, abril 12, 2012

Crescimento do MDM deixa nervoso o governador Itai Meque

Quelimane (Canalmoz) – O Movimento Democrático de Moçambique (MDM) está a acumular membros e simpatizantes na província da Zambézia, e as pessoas usam bandeiras do partido para manifestar o seu afecto com esta força política. Nas casas, lojas e outros locais andam hasteadas bandeiras do MDM e isso está deixar nervoso o governador da província, Francisco Itai Meque. Antes de vencer a eleição para edil da capital da Zambézia este cenário não se via em Quelimane.
O governador da Zambézia, Francisco Itai Meque, já tinha ordenado até à base os representantes do Estado para que não permitissem a fixação de bandeiras do partido MDM, mas a orientação em nada resultou. Ler mais

Reflectindo: eles vão ter que aprender a conviver com uma oposicão forte.

quarta-feira, março 28, 2012

Quelimane: Itai Meque ‘irritado’ com existência de 1.300 professores sem nomeação há dez anos

Mais de 1.300 professores em exercício em diferentes estabelecimentos de ensino dos sectores público e comunitário na cidade de Quelimane estão há 10 anos sem qualquer tipo de nomeação no Aparelho do Estado.
Os visados entraram como Agentes do Estado na condição de contratados mas passados 10 anos continuam na mesma situação, mesmo depois de terem regularizado a sua situação de contratação nos concursos públicos lançados pelo pelouro da Educação e Cultura.

quinta-feira, setembro 29, 2011

E o que diz a lei eleitoral em vigor?

Qual era a agenda da reunião com os professores? Quem tinha organizado e mesmo financiado essa reunião, o governo provincial ou o partido do governador? Se foi o governo, não será uso ilegal de bens públicos?

"...peço aos professores que se organizem, estejam unidos nas escolas já que há alunos com idade eleitoral” - disse o governador segundo a fonte.

Os professores têm que fazer campanha eleitoral nas escolas ao invés de fazerem a tarefa pela qual são pagos? A lei eleitoral em vigor não interdita campanha eleitoral nas escolas?

Ver aqui a lei eleitoral.

Leia o artigo na íntegra: