É por muitos
sabido, que no próximo sábado, dia 27 de Agosto de 2016, realizar-se-á na
capital moçambicana, Maputo, a «Marcha Popular pela Paz» sob o lema: “O POVO JÁ
NÃO AGUENTA: STOP GUERRA, STOP FOME”, organizada pelo Painel de Monitoria do
Diálogo Político para Paz.
Conforme mostra o
cartaz de propaganda (imagem 1), a marcha terá como ponto de concentração na
Estátua do arquitecto da Unidade Nacional, Eduardo Mondlane, pregada junto da
avenida baptizada como o seu nome, como tem sido recorrente quando se realizam
manifestações na Cidade de Maputo.
Contudo, desde a
data que nos separa da divulgação do evento até ao dia de hoje, circulam pelas
redes sociais, mensagens provindas de um “grupo” de jovens e demais quadros(?)*
procurando descredibilizar e abalar a essência da visada marcha, rotulando-a
como uma encomenda da famosa “mão-externa”.
1. O que dizem as
mensagens dos detratores?
Os detratores, nas
suas mensagens (imagem 2), apontam que a marcha de sábado não tem a sua razão
de ser. É irrelevante e visa a prossecução de interesses de cunho eminentemente
político-partidário, ou ainda, visa criar desordem, vandalismo, proferir
impropérios contra os órgãos de soberania do Estado.
