Por: Gento Roque Cheleca Jr., em Bruxelas
“Nas coisas do poder político quem não liberta a sociedade, com transparência e responsabilidade, amarra-se a si próprio ao comboio da hecatombe”. Marcolino Moco, jurista angolano.
O título desta crónica pode parecer precogitado, mas como dissemos não é de carácter justo de um cristão (como é o nosso caso) julgar a um morto, muito menos o faríamos, agora que as redacções dos jornais e das televisões andam gordurosas com notícias sobre a morte do coronel Muammar Kadhafi, este que foi para muitos o mais fiel "discípulo de Lúcifer"
