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segunda-feira, janeiro 13, 2014

A política de exclusão e apropriação do País por um grupo de pessoas

Palavreado cheio de “penumbra” e contraproducente…

Por Noé Nhantumbo

Beira (Canalmoz) – Antes de se falar em “acarinhar” um líder seria de facto mais interessante e importante, incluir democraticamente todos os moçambicanos. Os falhanços de hoje são uma consequência directa de uma política de exclusão e apropriação do país por um grupo de pessoas. Durante muito tempo foi convicção posta em prática que era possível governar Moçambique conforme se fazia nos tempos do partido único. A solução na opinião de uns era, acomodar o líder, este por sua vez iria aplacar os seus e Moçambique continuaria sob controlo dos mesmos.

quarta-feira, junho 15, 2011

Cinco desafios para o alcance da completa soberania do Estado

O jornal “O País” foi mais a fundo na análise do último relatório do Mecanismo Africano de Revisão de Pares (MARP). Os avaliadores do país sugerem que o Governo pague, com maior urgência possível, as pensões em dívida aos antigos combatentes; apoie a reinserção dos que ainda não estão integrados; e que desarme os guardas da Renamo instalados em Marínguè.

quarta-feira, outubro 06, 2010

Exclusão social pode pôr em risco a paz e a estabilidade social em Moçambique

Defende o académico e antigo reitor da UEM, Brazão Mazula

A ideia foi defendida, igualmente, pelo antigo ministro das Finanças, Magid Osman. Para estes, a exclusão social é o principal factor de instabilidades e conflitos sociais.
A exclusão social é apontada como um desafio a ultrapassar em Moçambique para se atingir uma paz efectiva a nível político, social e económico. Esta tese foi defendida, esta semana, pelo académico e antigo reitor da Universidade Eduardo Mondlane (UEM), Brazão Mazula, falando para uma plateia composta por académicos, estudantes e alguns membros do Governo, numa palestra sobre a prevalência da paz em Moçambique.