Numa altura em que vários países africanos tentam reduzir
as pilhas de lenha consumidas para cozinhar, este novo tipo de fogareiro tem
uma vantagem: o usuário não precisa de carvão e pode gerar ao vendedor
preciosos créditos de carbono altamente negociáveis.
O mecanismo é simples: a empresa de um país
industrializado investe num projecto que reduz as emissões de dióxido de
carbono (CO2) num país em desenvolvimento.
