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sábado, fevereiro 06, 2016

Quando não faz recorrer a inveja ao feito por outros?

Há gente que não faz, não deixa fazer e fica com inveja pelo que é feito por quem quer fazer.
Conta-se uma história incrível nas bandas do Chiveve. Diz-se que o Conselho Municipal da Beira, esse que se localiza no Chiveve, em cumprimento do seu manifesto eleitoral bem recebido por aqueles munícipes, construiu e equipou nove salas de aulas. Mas diz-se que na entrega desses edífícios, o director da escola,  director distrital e mesmo provincial de educação boicotaram. Eu só posso concluir que:
a)      Deve-se a mentes partidarizadas. Podemos imagir que todos esses que boicotaram, se calhar, ontem dia de abertura do ano lectivo, tiveram os seus comeretes e beberetes nesses mesmos edifícios. É o poder da Frelimo e nem que seja fictício que lhes guia.

quarta-feira, julho 22, 2015

Britalar, do Sucesso à desgraça

A história da Construtora Britalar começou a tornar-se mediática em 2013, quando surgiram rumores de uma possível falência da 'casa mãe', em Portugal. Nessa altura, a construtora já tinha começado a reabilitar a continuação da Julius Nyerere e tudo seguia com a 'devida normalidade', conforme escreveu o Jornal O País.

Há 13 de Janeiro de 2014, a relação com o Município de Maputo já estava a azedar e a entidade rescinde o contrato com a Britalar pela má qualidade dos trabalhos na Julius Nyerere. A partir desse dia, a imprensa nacional não falava de outra coisa senão da construtora.

Na altura, a construtora afirmou que não ia retomar com as obras porque o município devia dinheiro. A ser verdade ou não, a desgraça ainda estava para vir.

No dia 14 de Julho, por volta das 15h00,


Fonte: Notícias Sapo - 22.07.2015

segunda-feira, fevereiro 17, 2014

Dizer por dizer: Quando se descobre a fraqueza de um governo provincial…

Por Pedro Nacuo
Cabo Delgado parece a província escolhida para a experimentação de aspirantes a construtores que a oportunidade criou ao fazer com que alguns comerciantes deixassem a sua actividade da loja para se dedicarem à construção civil, para o que conseguiram os alvarás, primeiro, depois procuraram quem devia trabalhar para eles, por justamente não terem a vocação na matéria, com o apadrinhamento que lhes dá força até hoje, de ofenderem o Estado tanto quanto podem.