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segunda-feira, maio 14, 2018

Frente Comum MDM/Renamo “é uma janela aberta”

Daviz Simango, líder do Movimento Democrático de Moçambique, não descarta a possibilidade de uma frente comum MDM/Renamo para tirar Frelimo do poder. As eleições autárquicas em Moçambique estão previstas para Outubro de 2018.
Daviz Simango, líder do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), não descarta a possibilidade de uma frente comum MDM/Renamo para tirar Frelimo do poder.
Espero que as políticas do MDM e da Renamo venham a convergir em estratégias eleitorais (…) para conseguir alcançar os resultados esperados”, sublinhou o líder do terceiro partido com representação parlamentar em Moçambique. Acrescentando que “tanto o MDM como a Renamo lutam para chegar ao poder” e há, por isso, necessidade de encontrar forma de lá chegar.
À questão sobre a criação efectiva da frente comum contra a Frelimo, o presidente do município da Beira garantiu que "é sempre uma janela aberta” que permite a “passagem do vento” e “ninguém impede que o vento passe”, concluiu.
Daviz Simango lembrou que o MDM e a Renamo são partidos de centro-direita, ambos membros da Internacional Democrata Centrista (IDC), que tem o líder do MDM como um dos vice-presidentes da IDC África: “portanto, ideologias comuns, princípios em algum momento diferenciados, mas no fim do dia a ideologia é comum”. Ler e escutar em RFI – 14.05.2018


sexta-feira, junho 02, 2017

Nova coligação liderada pela Renamo não garante vitória eleitoral, advertem politólogos

Yá-Qub Sibindy, líder do Pimo, diz que a união de partidos evitará a dispersão de votos nas próximas eleições.
Politólogos moçambicanos dizem que a coligação formada por de 40 partidos extraparlamentares e a Renamo, anunciada na segunda-feira, 29, não é suficiente para a vitória nas próximas eleições gerais de 2019.
Eles alertam que poderão ocorrer falhas sistemáticas tal como aconteceu com a anterior coligação Renamo-União eleitoral, que consideram não ter alcançado resultados significativos.
“Uma coligação só como tal não basta, já tivemos uma Renamo União Eleitoral que se desfez sem os resultados palpáveis, e repetir isso seria um simples baile” disse Edson Isaías, afiançando que “é preciso não dispersar os votos da oposição, mas para isso deve haver uma estratégia funcional, para garantir que todos os votos sejam expressivos”.

terça-feira, julho 15, 2014

Pretendia forçar uma coligação?

A mim parece que Marcos Juma queria forçar um acordo para através do MDM entrar na Assembleia da República. Afinal como seria essa coligação que só o Marcos Juma do PANAMO é quem falava e ninguém mais?

PANAMO diz-se enganado pelo MDM

O Partido Nacional de Moçambique – Centro de Reflexão Democrática (PANAMO/CRD), disse ter sido enganado pelo Movimento Democrático de Moçambique (MDM), no caso do acordo que tinham assinado para a “coligação” eleitoral entre os dois partidos.

sexta-feira, maio 16, 2014

Gerais 2014: Doze partidos da oposição coligam-se e elegem Raul Domingos como candidato presidencial

O ex-número dois da Renamo e actual presidente do Partido para Paz Democracia e Desenvolvimento, Raul Domingo, é o candidato presidencial para as eleições gerais de 15 de Outubro próximo em representação de uma coligação partidária designada PDD/AD, anunciada esta quinta-feira (15).

quarta-feira, maio 14, 2014

Raul Domingos será candidato presidencial através de uma coligação

Raul Domingos, antigo número dois da Renamo deverá ser apresentado esta quinta-feira como candidato de uma coligação de partidos que será conhecida amanhã. Segundo uma fonte do Gabinete de Raul Domingos, o antigo quadro da Renamo já não vai se candidatar pelo Partido para Paz Democracia e Desenvolvimento. Decidiu aliar-se a um conjunto de partidos, cuja coligação será apresentada esta quinta-feira em Maputo.


Fonte: Canalmoz - 14.05.2014

segunda-feira, dezembro 10, 2012

Prontos para o embate!

Quatro dias depois, o MDM sai com uma missão clara: ganhar eleições. Como ficou claro, o MDM não se vai coligar a nenhum outro partido, mas simplesmente apoiar candidatos independentes.
Tidumene nta yenda! É como se fosse o hino do Movimento Democrático de Moçambique, que significa pronto para o chamamento. Foi embalados nesse cântico revolucionário que, durante quatro dias, os mais de 900 delegados e convidados daquela formação política discutiram a vida do partido, o seu posicionamento face à situação política, económica e social do país, e a sua participação nos próximos pleitos eleitorais. Terminado o Congresso, o MDM diz estar preparado para obter bons resultados nas eleições, se todas as acções aprovadas pelo congresso forem correctamente implementadas.