Mostrar mensagens com a etiqueta chama da unidade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta chama da unidade. Mostrar todas as mensagens

domingo, junho 07, 2015

"Chama da Unidade pode incendiar Moçambique", diz líder do MDM

O presidente do Movimento Democrático de Moçambique(MDM) Daviz Simango alertou que a tocha da Chama da Unidade, que percorre Moçambique em celebração dos 40 anos da independência, que se assinalam a 25 de Junho, está a fazer arder o país em vez de o unir.
“Não se pode admitir hoje pegar numa chama e dizer-se aos moçambicanos que isso chama-se unidade, enquanto a mesma chama põe os moçambicanos a arder”, declarou Simango, assegurando que o problema de unidade nacional resolve-se com actos, em alusão ao diálogo e à inclusão política em Moçambique.

quinta-feira, maio 07, 2015

Em Gúruè, na Zambézia: Empresário detido por gazetar Chama da Unidade

O empresário moçambicano, João Oliveira, que explora uma bomba de combustível no distrito de Gúruè, na província da Zambézia, esteve detido, por mais de 24 horas, nas celas da Polícia da República de Moçambique (PRM) naquela parcela do país, alegadamente por não abrir o seu estabelecimento comercial no dia da passagem da Chama da Unidade Nacional.


João Oliveira esteve detido desde as primeiras horas do último domingo numa das celas da PRM, em Gúruè, acusado de crime de açambarcamento.

segunda-feira, março 23, 2015

MDM indignado com “chama da unidade”

O Movimento Democrático de Moçambique (MDM) declarou- se, sexta-feira, indignado com o lançamento da “chama da unidade”, que vai assinalar as celebrações dos 40 anos da independência do país.
 “É com muita indignação que ouvimos a informação, através dos meios de comunicação social, de que o Governo, mais uma vez, vai preterir as várias preocupações do país para dar lugar à suposta ‘chama de unidade’, consumindo assim o pouco que o país tem em realizações que em nada ajudam o sofredor povo moçambicano”, declarou o partido, através de um comunicado de imprensa.

sexta-feira, março 20, 2015

Terceiro partido indignado com ‘chama da unidade’ de Nyusi

O Movimento Democrático de Moçambique (MDM), terceira força partidária, declarou-se hoje indignado com a "chama da unidade", anunciada pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, no âmbito das celebrações dos 40 anos da independência do país.
"É com muita indignação que ouvimos a informação, através dos meios de comunicação social, de que o Governo, mais uma vez, vai preterir as várias preocupações do país para dar lugar à suposta 'chama de unidade', consumindo assim o pouco que o país tem em realizações que nada ajudam ao sofredor povo moçambicano", declarou o partido através de um comunicado de imprensa.

terça-feira, junho 15, 2010

Chama da unidade” é dispêndio de dinheiro

Critica Daviz Simango, em Nampula

Não cabe a um chefe de Estado ou partido definir uma geração numa determinada nação.
Daviz Simango, presidente do Movimento Democrático de Moçambique, que se encontra desde a manhã de ontem em Nampula, mostrou-se indignado com a forma como o governo está a preparar as festividades do trigésimo quinto aniversário da Independência Nacional, que se assinala no próximo dia 25 de Junho. Para Simango, o governo está a gastar muito dinheiro para a circulação, em todo o país, da “chama da unidade”, valor que, no seu entender, devia ser aplicado em projectos de desenvolvimento social, económico e cultural que, de facto, promovem a unidade nacional e reduzem as assimetrias.
“A chama está a gastar muito dinheiro. Quantas ambulâncias, quantas escolas, quantos hospitais, quantas vidas seriam salvas com os custos que estamos a gastar com a chama? A chama em si não une o povo moçambicano, o que une o povo moçambicano é atitude dos moçambicanos. E essa atitude deve ser compartilhada por quem está no poder. Este que está no poder deve dar um sinal claro de abertura; tem que dar um sinal claro de despartidarização; tem que dar a mesma oportunidade aos antigos combatentes e aos jovens que lutaram pela democracia”, disse Simango, para depois acrescentar que a circulação da “chama da unidade” não passa de um exercício de cinismo, porque os principais mentores e protagonistas destas ideias “são, por outro lado, os principais promotores da exclusão, do divisionismo e do grupismo que atentam contra a unidade nacional”.
Num outro desenvolvimento, Simango disse, à semelhança do reitor da Universidade Eduardo Mondlane, Filipe Couto, não perceber o que o Presidente da República, Armando Guebuza, pretende dizer com o termo “geração da viragem”. No seu entender, não cabe a um chefe de Estado ou partido definir uma geração numa determinada nação, mas sim o povo é que faz a sua história, e essa história encarrega-se de firmar as suas gerações.
Simango vai permanecer na província de Nampula até domingo, e prevê escalar todos os distritos daquela província. Fontes partidárias sublinham que este périplo de Daviz Simango por Nampula é uma oportunidade que ele encontrou, no âmbito da sua participação na reunião nacional dos municípios, que decorre entre hoje e amanhã na capital do norte.

Fonte: O País online - 15.06.2010