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terça-feira, julho 01, 2014

Com o fumo branco a tardar no diálogo político teremos eleições?

Governo nem duvida e a Renamo prefere não comentar


- Conscientes do risco de realizar eleições em momento demasiadamente conturbado, os dois contendores já pensaram em avançar com a ideia do adiamento mas nenhuma das partes aceita colocar publicamente a ideia.

(Maputo) Continua difícil chegarse a consenso no diálogo político que regularmente colocar à mesma mesa as delegações do governo moçambicano e da Renamo. O atraso no acordo entre as partes está a fazer subir de nível a hipótese de o país não poder realizar eleições na data prevista, 15 de Outubro.Depois de mais uma sessão fracassada esta segunda-feira, o mediaFAX pediu comentário das partes em relação ao facto de o país ter entrado na contagem decrescente rumo à data da votação, sem que as partes tivessem conseguido consensos para a realização de eleições tranquilas, em termos de ordem e segurança públicas.

segunda-feira, novembro 04, 2013

CNE admite adiar eleições nos municípios onde não houver segurança

O presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE), Abdul Carimo, admitiu hoje o adiamento das eleições municipais do próximo dia 20 nos municípios onde não houver condições de segurança, devido à instabilidade militar no país.
A estabilidade política e militar em Moçambique tem estado a deteriorar-se nos últimos dias, devido a confrontos entre o exército e homens armados da Renamo, principal partido da oposição, principalmente no centro do país, por causa de diferendos em torno da lei eleitoral.

segunda-feira, junho 13, 2011

FRELIMO PARTIDARIZA CONSELHO DA JUVENTUDE

Leo Jamal, membro da OJM, foi eleito presidente, num acto conturbado e sob forte protecção policial

O Conselho Nacional da Juventude (CNJ), organismo nacional que congrega diversas associações juvenis, incluindo as dos partidos políticos da oposição, passa a depender da Organizaçao da Juventude Moçambique, “ força de choque” da Frelimo , partido no poder.

segunda-feira, novembro 05, 2007

Os quatro pontos para negociar

Numa entrevista do Zambeze/Canal de Moçambique com o Presidente Afonso Dhlakama, a Renamo apresentou os seus quatro pontos para negociar com a Frelimo quanto às eleições provinciais. Eis:

Ponto 1 - As eleições provinciais tem que ser feitas em 2008;

Ponto 2 - O recenseamento de raiz deve ser manual e recensear toda gente. Depois podem informatizar para ter um banco de dados.

Ponto 3 - É preciso a reforma do STAE, ele é todo Frelimo. O STAE central, provinciais e distritais. Carrasco não pode ir sozinho. Tem de levar o seu grupo que é da Frelimo. Faz-se um concurso para todos os STAE´ s. ZAMBEZE/Canal - Isto não vai demorar? Dhlakama – Não. Agora teremos tempo suficiente. Caso a Frelimo não queira concurso, vamos colocar 50% da Frelimo e 50% da Renamo nos STAEs aos vários níveis.

Ponto 4 - As decisões dos órgãos eleitorais também é preciso rever. Não pode haver decisões por maioria. A Frelimo sempre usou isto. Em nenhum país isso acontece. A CNE não é parlamento. Tem que haver decisões por consenso. Estes órgãos estão concebidos para preparar eleições. A sociedade civil está em peso mas é da Frelimo.

Leia toda a entrevista aqui.