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terça-feira, dezembro 16, 2014

CINCO GARIMPEIROS MORTOS NUM CONFRONTO COM A SEGURANÇA

Ontem, na mina de Mavuco

Pelo menos 5 pessoas perderam a vida na madrugada da terça-feira, por queda em jazigos e bala de armas de fogo, quando elementos de uma empresa de segurança privada abriram fogo contra garimpeiros ilegais na área mineira de Mavuco, no posto administrativo de Chalaua, distrito de Moma, em Nampula, concessionada à Paraíba Moçambique Limitada (PML).

Um cidadão que responde pelo nome de Agustavo, membro de uma associação mineira naquela área, contou, quando contactado telefonicamente (através do numero 86 9862122), que a “investida” dos homens da segurança privada, que presume serem da empresa OMEGA, aconteceu a meio da noite da última terça-feira, tendo, em consequência, apanhado as pessoas de surpresa. Ler mais

terça-feira, abril 22, 2014

– FRACO REEMBOLSO DOS “SETE MILHÕES” EM MOMA

Segundo, Araújo Momade, administrador distrital, de 2006 a 2013, este ponto do país recebeu cerca de 66,4 milhões de meticais, dinheiro usado para financiar 945 projectos de produção de comida, geração de renda e criação de postos de trabalho.

Os 3.215 mutuários usaram o dinheiro, implementando projectos em áreas tais como agricultura, comercio, pesca, pecuária e indústria, mas apenas reembolsaram aproximadamente 4,4 milhões de meticais, o correspondente a 7,45 por cento do valor disponibilizado.

segunda-feira, março 10, 2014

POPULAÇÃO EXIGE CUMPRIMENTO DAS PROMESSAS ELEITORAIS

No distrito de Moma

A população do posto administrativo de Chalaua e da vila de Macone, no distrito de Moma, em Nampula, disse, na passada Sexta-feira, à governadora de Nampula que o incumprimento dos manifesto eleitorais por parte do partido Frelimo poderá prejudicar aqui lo que denominaram de boas relações entre aquela formação política e o seu eleitorado naquele ponto do país.

terça-feira, março 04, 2014

Exigindo emprego no distrito de Moma, em Nampula

Populares barram movimentação de máquinas de perfuração da Kenmare 


“Nas listas fornecidas pelos secretários de bairro temos cerca de 27 mil pessoas à procura de emprego. Não há vagas para acomodar tanta gente” – Caetano Amurane, director dos Recursos Humanos da Kenmare.


“Quando iniciámos com as actividades, tínhamos a ideia de termos 700 postos de emprego permanentes, mas hoje em dia, mais de mil trabalhadores são das comunidades circunvizinhas da mina. A preocupação é certa, mas não temos emprego para satisfazer a todos” – Gareth Clifton, director-geral da Kenmare. Ler mais

terça-feira, setembro 10, 2013

No distrito de Moma, em Nampula

Ontem, dia 9 de Setembro de 2013, os Serviços Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia em Moma, reuniu-se com professores no salão da conferências da sede distrital do Partido Frelimo para entrega de cheques do Administração Directa das Escolas (ADE).

Leia também aqui


domingo, maio 05, 2013

Extraditados 51 filipinos que trabalhavam ilegalmente em Moma (Nampula)

A Inspecção-Geral do Trabalho (IGT) suspendeu 51 trabalhadores estrangeiros que se encontravam em situação ilegal a trabalhar na empresa Kents Engineers, no distrito de Moma, na província nortenha de Nampula.

domingo, novembro 18, 2012

Descoberto minério raro em Moma

A Kenmare acaba de descobrir na área das areias pesadas de Moma, província de Nampula, um minério denominado monazite, matéria-prima usada no fabrico de baterias recarregáveis, televisores, celulares, material hospitalar e da indústria automóvel, cerâmica, entre outros.

quinta-feira, maio 31, 2012

Programa de Estágio para Estudantes Finalistas do Ensino Médio

A Kenmare - Areias Pesadas de Moma é uma empresa que se dedica à extração e processamento de recursos.

As suas operações localizam-se em Topuito, a cerca de 80 quilómetros do distrito de Moma, na província de Nampula.
No âmbito das suas políticas de promoção de emprego aos jovens moçambicanos e criação de oportunidades de estágio para os estudantes finalistas dos Institutos Médios interessados em efectuar um estágio de fim de curso na instituição. Ler mais

quinta-feira, maio 17, 2012

Em Moma não há moçambicanos que possam receber bolsas de estudos, afirma Director da Kenmare

O director residente da Kenmare em Moçambique, Gareth Clifton, considera que na localidade de Topuito, no distrito de Moma, na província nortenha de Nampula, não há moçambicanos que possam beneficiar de bolsas de estudo, da empresa que dirige, para o ensino superior dentro ou fora do país.

quinta-feira, maio 10, 2012

Moma pode tornar-se num deserto com a implantação da Kenmare

A sociedade civil e a população do distrito de Moma, província de Nampula, estão de costas voltadas com a empresa irlandesa Kenmare que se dedica à exploração de areias pesadas com destaque para Zircão, Ilminite e Rutilo. Em causa está a situação em que se encontram as terras onde são exploradas aqueles recursos minerais no posto administrativo de Tophito.
Nos locais explorados pela empresa desde que ela se implantou naquele posto administrativo constata-se que nada está a ser feito no sentido de melhorar ou regenerar as áreas onde foram retirados os referidos recursos, o que faz com que grande parte da população e organizações da sociedade civil estejam preocupados com o futuro das zonas e de todo o distrito de Moma, visto que a segunda fase do projecto terá mais de 150 anos. Ler mais

quarta-feira, março 28, 2012

Mina de ouro de Brazão Mazula invadida por garimpeiros ilegais

Perto de três mil pessoas, entre homens e mulheres, estão desde finais do mês de Fevereiro envolvidas na exploração ilegal de ouro na mina Brazão Mazula, no povoado de Marins, distrito de Moma em Nampula.
Segundo escreve o jornal Diário de Moçambique (DM), os referidos garimpeiros invadiram a área depois que um grupo de jovens locais decidiu avançar por um ensaio quanto à existência ou não de recursos minerais próxima do Rio Mikikisa ao que acabou sendo uma realidade.

Hoje e mercê das potencialidades, a região constitui um verdadeiro atractivo para os homens do garimpo, facto que leva a convergirem em Marins muitos indivíduos, entre nacionais e estrangeiros.
O curioso, segundo ainda o DM, é a forma como a informação quanto às potencialidades da mina se propagou e indivíduos ligados ao comércio informal até já avançaram com a instalação de barracas, embora de construção precária, para oferecer serviços de primeira necessidade aos mineiros.

segunda-feira, janeiro 30, 2012

Primeiro director moçambicano na Kenmare

A EMPRESA Kenmare, que explora o projecto das areias pesadas de Moma, em Nampula, acaba de nomear um moçambicano para assumir o cargo de director de Recursos Humanos.
Trata-se de Caetano Amurane, apresentado sexta-feira à Ministra do Trabalho, Helena Taipo. Esta nomeação, segundo o Ministério do Trabalho, surge em resposta à preocupação do Executivo, segundo a qual em muitos empreendimentos, sobretudo os grandes projectos multinacionais, tem havido falta de comunicação entre os gestores de recursos humanos e os trabalhadores, o que ocasiona alguns conflitos laborais, alegadamente porque os dirigentes deste sector têm sido estrangeiros.

Fonte: Jornal Notícias - 31.01.2012

domingo, dezembro 18, 2011

Nampula poderá ser proximamente a “Tete” do norte do país

Por Fátima Mimbire, da AIM

A província de Nampula, no norte de Moçambique, poderá conhecer uma nova dinâmica económica nos próximos anos com a execução de vários projectos de exploração mineira.

As autoridades daquela região do país acreditam que a província poderá registar um ritmo de crescimento similar a província de Tete, no centro do país, actualmente considerada a capital moçambicana dos recursos minerais.

terça-feira, novembro 01, 2011

Professor dá aulas a 28 turmas

Nampula - Um professor que dá aulas de dia e de noite a 28 turmas em Nampula, norte de Moçambique, serviu como exemplo das deficientes condições de funcionamento de uma escola secundária onde quase tudo falha, anunciou hoje a Lusa.

Na Escola Secundaria de Moma, a mais de 200 quilómetros de Nampula, capital da província com o mesmo nome, um professor de educação visual tecnológica é responsável por 28 turmas das 8.ª, 9.ª, e 10.ª classes nos períodos diurno e noturno.

segunda-feira, outubro 11, 2010

Desastre: Um desaparecido, três feridos e 115 casas destruídas nas areias pesadas de Moma

Um desaparecido, três feridos graves e 115 habitações destruídas parcial ou totalmente são o saldo preliminar dos danos causados pela corrente de água resultante da ruptura da barreira de armazenamento usada no processo de filtração das areias pesadas de Moma, na província nortenha de Nampula.

quarta-feira, maio 19, 2010

Futuro do administrador de Moma será conhecido dentro de 45 dias

Acusado de má gestão dos “sete milhões”

A ministra da Administração Estatal, Carmelita Namashulua, garante que brevemente haverá uma resposta às denúncias de má gestão e discriminatória do Fundo de Desenvolvimento Distrital (FDD), vulgo sete milhões, contra Daniel Ramos, administrador de Moma. Trata-se de denúncias feitas ao Presidente da República, Armando Guebuza, durante a sua presidência aberta na província de Nampula, que terminou ontem.
A governante revelou que uma equipa de inspecção está a caminho do distrito de Moma, em Nampula, onde vai aferir a veracidade das denúncias e aprofundar a investigação de casos de corrupção, que já chegaram aos ouvidos do Chefe do Estado.
Contra o referido administrador, pesam acusações de prisões arbitrárias a cidadãos que denunciam desmandos que acontecem no distrito.

Administrador de Moma denunciado em público

Denunciadas em Nampula durante a presidência aberta

Daniel Ramos é igualmente acusado de má gestão do fundo da iniciativa local, vulgo “Sete Milhões”, ao congelá-lo ou atribuir sem respeitar as normas estabelecidas
O administrador do distrito de Moma, em Nampula, Daniel Ramos, deve andar sem sono desde a passagem do presidente da República, Armando Guebuza, pelo seu distrito, no passado dia 16 de Maio. Tudo porque, num comício orientado por Guebuza, no posto administrativo de Larde, a população denunciou casos de corrupção, perseguições, abuso de poder e mau comportamento da mais alta figura do distrito.
Conforme presenciou o “O país”, no decurso do comício, iniciado por volta das 09h00, o presidente da República deu tempo para a população subir ao pódio e usar da palavra. Foi nesta altura em que uma cidadã de nome Eugénia Viagem disse haver intimidação quando a população faz denúncias sobre o que acontece no distrito. A situação é tão dramática, havendo pessoas que são ameaçadas de detenção.
O facto fez com que muitos residentes abandonassem as suas casas por temer a detenção depois de terem denunciado situações anómalas na recente visita do governador de Nampula, Felismino Tocoli, àquele distrito.

terça-feira, maio 18, 2010

Quando queixamos ao presidente as autoridades nos perseguem”

Uma mulher do distrito de Moma, província de Nampula, disse, domingo, ao Presidente moçambicano, Armando Guebuza, que quando alguém apresenta uma certa preocupação em comício popular depois é perseguida pelas autoridades locais.
Trata-se de Eugénia Viagem, do Posto Administrativo de Chalaua, que apresentou a sua queixa durante um comício popular orientado pelo Chefe do Estado no Posto Administrativo de Larde, também em Moma, no âmbito da Presidência Aberta e Inclusiva a província nortenha de Nampula.
“Quando as pessoas apresentam as suas preocupações, depois sofrem perseguições protagonizadas pelas estruturas dos postos de Chalaua e Larde”, disse Viagem, acrescentando que “as pessoas (denunciantes) são notificadas e as vezes chegam a fugir de casa de tanto serem perseguidas”. “Mas eu ganhei coragem para apresentar essa preocupação ao Senhor Presidente, se quiserem podem vir me levar aqui mesmo”, disse ela, tendo depois merecido aplausos dos seus companheiros do distrito presentes no comício.

segunda-feira, dezembro 21, 2009

RENAMO DESCOBRE 64 VOTOS A FAVOR DE AFONSO DHLAKAMA

Que se encontravam enterrados em Moma
Sessenta e quatro boletins de voto validamente expressos a favor de Afonso Dlhakama, referentes ao escrutínio de 28 de Outubro último, foram apresentados à imprensa, no passado sábado, pelo delegado politico distrital da Renamo, em Moma, António Nihorua, como forma de provar as alegadas fraudes engendradas pelos órgãos eleitorais a favor da Frelimo e do seu candidato.
De acordo, ainda, com aquele delegado, os boletins em causa encontravam-se enterrados num dos bairros daquele distrito costeiro, cuja descoberta foi possível devido a uma revelação, feita, confidencialmente, à Renamo por um quadro sénior da Frelimo, também residente em Moma , segundo o qual, a situação ocorreu no dia 16 de Dezembro em curso.
Acrescentou que o denunciante disse ter, igualmente, conhecimento de que parte significativa de votos válidos a favor da Renamo e do seu candidato foram enterrados em outros locais que poderão ser identificados em breve, enquanto que outra quantidade foi arremessada ao mar.
Nihorua disse que foi já criada uma comissão ao nível do distrito que, no decurso desta semana, irá proceder a localização dos referidos aterros para confirmação das provas das fraudes ocorridas naquele distrito, presumivelmente no acto de apuramento, uma vez que os delegados de candidatura da Renamo não fizeram parte da fiscalização, alegadamente por terem sido escorraçados pelos membros da PRM.
Por seu turno, Manuel Tomé, membro da comissão politica central da Frelimo confrontado sobre o caso, após a sua chegada a Nampula, no sábado último, disse tratar-se de um teatro barato, porque não seriam 64 votos que iriam alterar os resultados das eleições que dão uma larga vantagem à sua formação política e ao seu candidato.
Nunca ganhamos eleições através de boleia ou outro tipo de favoritismo dos órgãos eleitorais. Todas as nossas vitórias têm sido alicerçadas através do reconhecimento da população em relação ao trabalho que temos desenvolvido em prol da melhoria das suas condições de vida. Afirmou Tomé, a concluir

WAMPHULA FAX – 21.12.2009, retirado Moçambique para todos

Reflectindo: 1) AWEPA/CIP já diversas vezes escrever que casos destes não são difícil em dar pistas para uma investigação. Se os boletins têm um número de série e a CNE sabem exactamente em que assembleia de voto foram usados. A questão é sempre se há que ousa investigar. 2) mais uma vez a resposta de Manuel Tomé é vaga e confirma-nos que ele estimula actos fraudelentos. O que está em questão é fraude que é um crime, segundo a lei eleitoral vigente em Moçambique. A questão neste caso não é Dhlakama nem Renamo como não é dos resultados finais nem de quem ganhou ou perdeu. Fraude e roubalheira é para mim um acto repugnante e nojento, não interessando a quem é roubado ou rouba. 3) vamos criar e desenvolver a cultura de honestidade em Moçambique.