Funcionários do Estado no distrito de Chinde, na Zambézia, estão agastados com o comportamento nada abonatório do seu administrador distrital, José Saize. Acusam-no de ser tribalista e de privilegiar relações étnicas no ambiente de trabalho. Pesam também acusações de arrogância, prepotência e gestão danosa, entre outras práticas que consideram-nas como factores que não contribuem para o desenvolvimento do distrito e tolhem o sonho da unidade nacional.
O que é a minha terra?
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