Entidades norte americanas admitiram terem enviado aparelhos não tripulados para a Etiópia para realizarem missões de vigilância na Somália, mas referiram que a decisão não tem nada a ver com a operação militar queniana em curso.
O Quénia por seu lado prometeu continuar as operações militares até reduzir a actividade do grupo militante somali al-Shabab.
Fontes militares americanas indicaram ter iniciado os voos de aviões não tripulados sobre a Somália a partir de uma posição no sul da Etiópia. As mesmas fontes indicaram que os aparelhos se destinam a fiscalização e não para ataques aéreos.
O porta-voz militar, o capitão-tenente James Stockman, indicou à Voz da América numa mensagem de correio electrónico não existir qualquer relacionamento entre as operações do aparelho na Etiópia e a operação queniana na Somália.