O Movimento Democrático de Moçambique (MDM) defende uma "investigação séria" para apurar a proveniência dos corpos descobertos há um ano, ao abandono e em avançado estado de degradação, entre Gorongosa e Macossa, centro de Moçambique.
"Eu estive lá e vi os corpos espalhados. É necessário que se investigue a sua proveniência. Até agora, não se sabe de facto nada sobre isso", disse à Lusa a deputada do MDM, Sílvia Cheia, questionada a propósito da data.
Passado um ano sobre a descoberta, a maioria das fontes contactadas pela Lusa sobre o ponto de situação das investigações, remeteu-se ao silêncio.
A deputada do MDM foi a única de um partido da oposição a integrar a comissão parlamentar criada para investigar a existência de valas comuns na Gorongosa, centro de Moçambique, denunciada à Lusa por um grupo de camponeses nas proximidades do local onde jornalistas de vários órgãos fotografaram, a 30 de Abril de 2016, um total de 15 corpos em avançado estado de degradação.
