Mostrar mensagens com a etiqueta irmandade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta irmandade. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, abril 28, 2014

Tribunal pede pena de morte para líder da Irmandade Muçulmana e outros 682 no Egito

Um tribunal egípcio impôs a pena de morte ao líder máximo da Irmandade Muçulmana, Mohamed Badie, e a 682 apoiadores dele, numa decisão que deve enfurecer os activistas do grupo, alvo de intensa repressão por parte do governo instalado pelos militares.
A sentença ainda será submetida ao mufti, principal autoridade religiosa do Egito, mas a sua opinião não precisa de ser obrigatoriamente seguida. Num outro caso, o tribunal impôs em carácter definitivo a pena de morte a 37 ativistas, como parte do julgamento final a 529 simpatizantes da Irmandade sentenciados preliminarmente no mês passado.

sábado, outubro 22, 2011

Irmãos Muçulmanos congratulam-se com morte de Kadafi

O líder do movimento dos Irmãos Muçulmanos, Mohamed Al-Katatni, afirmou esta sexta-feira que a morte do deposto líder líbio, Muamar Kadafi, representa "uma nova vitória da vontade do povo sobre a tirania”.
Ele defendeu que a morte do coronel Kadafi reanima a esperança para todas as revoluções árabes.
Felicitando o povo líbio, o responsável político egípcio apelou ao Conselho Nacional de Transição (CNT) para construir uma Líbia «livre e democrática », afirmando que o país deve reforçar as suas relações com os seus vizinhos dos quais o Egito.

Fonte: Panapress - 21.10.2011

terça-feira, fevereiro 08, 2011

A prudência da Irmandade Muçulmana na Praça Tahrir

Por Paulo Moura, Cairo

(Público) - A organização está disponível para apoiar Baradei e diz-se defensora da democracia. Na praça de todos os protestos, é fácil localizá-la.

A Praça Tahrir está informalmente dividida em vários sectores. Um deles é o da Irmandade Muçulmana. Não é difícil de encontrar, basta seguir as barbas. Muitos destes homens de túnica e rosto hirsuto circulam por todo o perímetro da praça, frequentemente divulgando slogans com um megafone. Mas acabam sempre na esquina da Irmandade.

É um lugar onde há sempre acesas discussões e que muita gente frequenta ou visita. Mas poucos jovens. A chamada "geração do Facebook" não se mistura com os barbudos. Também não os teme. "São gente conservadora e que não tem nada a ver com o nosso mundo", diz Ahmed Nassar, um dos jovens organizadores da manifestação. "Mas são pacíficos e aceitam as regras democráticas. É o que nos basta. De resto, a juventude não está com eles. Por isso terão cada vez menos influência. Só por ignorância o Ocidente pensa que são perigosos."

Amin Ibrahim, 57 anos, é membro da Irmandade Muçulmana. Vem para a praça todos os dias, embora não desde o início. "Este é um movimento iniciado pelos jovens", admite. "Mas nós concordamos com as suas reivindicações. Sempre defendemos essas ideias. Somos as principais vítimas deste regime." Ler mais