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quarta-feira, fevereiro 26, 2014

Jornal publica lista de homossexuais após lei anti-gay no Uganda

Um jornal publicou esta terça-feira o nome de 200 pessoas acusadas de serem homossexuais no Uganda, um dia depois que o presidente chamou os gays de "mercenários" e assinou uma rígida lei contra a homossexualidade.

"Descobertos!" é a manchete do jornal sensacionalista Red Pepper, que publica a foto dos supostos gays e respectivas acções homossexuais.
O presidente do Uganda, Yoweri Museveni, promulgou na segunda-feira uma lei que transforma a homossexualidade  num crime que pode ser punido com prisão perpétua, ignorando completamente as críticas e pressões ocidentais.

terça-feira, janeiro 14, 2014

Presidente da Nigéria promulga lei que condena homossexualidade

O presidente nigeriano, Goodluck Jonathan, promulgou uma lei que proíbe explicitamente as uniões entre pessoas do mesmo sexo e restringe os direitos dos homossexuais, declarou o seu porta-voz nesta segunda-feira. "Posso confirmar que o presidente promulgou esta lei", declarou à AFP o porta-voz do chefe de Estado nigeriano, Reuben Abati, acrescentando que o texto foi promulgado há dias.

terça-feira, março 20, 2012

Presidente da Libéria defende lei contra gays

A presidente da Libéria e uma das vencedoras do Nobel da Paz 2011, Ellen Johnson Sirleaf, defendeu uma lei que criminaliza actos homossexuais no seu país durante uma entrevista ao jornal inglês The Guardian.

sábado, maio 29, 2010

Malawi perdoa casal homossexual detido

Um casal homossexual preso no Malawi depois de terem participado numa cerimónia de noivado, foram perdoados pelo presidente Bingu Wa Mutharika.
Falando durante uma visita do secretário-geral da ONU Ban Ki-moon, Mutharika disse que ordenou a sua libertação imediata.
Steven Monjeza e Tiwonge Chimbalanga haviam sido condenados a 14 anos de prisão no início do mês depois de terem sido condenados por grave indecência e actos antinaturais.
O caso gerou condenação internacional e um debate sobre a homossexualidade no país.
Ban Ki-moon considerou "corajosa" a decisão do presidente malawiano.
"Este código penal ultrapassado tem de ser reformado", disse Ban Ki-moon.

'Cultura de ódio'

Correspondentes dizem que o Malawi é uma sociedade profundamente conservadora onde os líderes religiosos consideram de satânicas as relações entre pessoas do mesmo sexo.
Steven Monjeza de 26 anos e Tiwonge Chimbalanga de 20, foram presos em Dezembro de 2009 após terem celebrado o noivado antes do casamento marcado para 2010. Eles têm estado detidos desde então.
Gift Trapence, da organização de direitos Centro para o Desenvolvimento de Pessoas recebeu com agrado a decisão.
"Estamos muito felizes e saudamos o presidente pela sua maturidade, mas ainda há muito a fazer para acabar com esta cultura de ódio", disse.

Fonte: BBC - 29.05.2010