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quarta-feira, abril 30, 2014

Frelimo confisca equipamento do repórter do @verdade

Mais um episódio vergonhoso que viola os princípios elementares da liberdade de imprensa e expressão aconteceu no último sábado em Quelimane cujos protagonistas foram os mesmos de sempre, membros do partido Frelimo. Estes, confiscaram o equipamento de trabalho do jornalista Marcelino Mueia, correspondente do jornal @verdade sedeado em Maputo.

quarta-feira, abril 23, 2014

Vice ministra justifica censura a imprensa privada

A vice-ministra da Planificação e Desenvolvimento, Amélia Nakhare, justificou ontem a interdição da imprensa privada da cobertura da cerimónia da chegada dos restos mortais das vítimas do acidente do voo da LAM, na passada segunda-feira, como forma de "preservar a privacidade das famílias enlutadas".
Nakhare disse, ainda, que a TVM, único canal que foi concedido o direito de transmissão em directo da chegada dos restos mortais ao país, tinha orientações para distribuir as imagens aos restantes canais televisivos.
“A intenção era não expor as famílias enlutadas à muita agitação. Mas a TVM sabia que devia ceder as imagens a outros canais e foi isso que aconteceu”, disse.


Fonte: O País online - 23.04.2014

quarta-feira, junho 06, 2012

Google avisa clientes que possam ter sido alvo de "ataques governamentais"

A Google adicionou uma nova ferramenta aos seus serviços que vai avisar os clientes da gigante sempre que as suas contas tenham sido alvo de tentativas de ataques que a Google considere terem sido "patrocinados" por entidades governamentais.

sábado, abril 07, 2012

Quando se é órfão de si mesmo!

Por Matias Guente

Maputo (Canalmoz) – O Conselho Superior de Comunicação Social decidiu censurar publicamente o tipo de jornalismo praticado pelo Canal de Moçambique e mais alguns jornais alternativos. Por uma questão de responsabilidade pessoal não deixaria passar a deliberação sem tecer alguns comentários. Primeiro porque é um assunto que me interessa a mim como profissional. Segundo porque o jornal onde trabalho é apontado no ranking do CSCS como o mais transgressor das normas jornalísticas agora criadas por aquele órgão. Espero sinceramente pela compilação dessas normas num Manual de Censura a ser financiado pelo Governo. Digo normas porque o Conselho Superior de Comunicação Social traz novos conceitos de jornalismo que não deixam de ser interessantes. Mas convém antes esclarecer o seguinte: Está claro que o tipo de jornalismo praticado pelo semanário Canal de Moçambique não está a agradar ao poder. Por uma questão muito simples: aqui não exaltamos o glorioso partido nem os seus dirigentes. Longe disso: estamos atentos a qualquer tipo de comportamento estranho aos fins que ao Estado cabe prosseguir. É nosso papel primordial enquanto um longamano da sociedade civil: defender o interesse público.
Não quero aqui cair no populismo de defender que somos praticantes de um jornalismo puritano. Cometemos erros assim como qualquer outro actor que joga neste imenso campo a que chamamos sociedade.
Na sua deliberação o Conselho Superior de Comunicação Social acusa o Canal de Moçambique de ser uma “Publicação que não se preocupa em ouvir as partes mencionadas nas peças, uma flagrante e sistemática violação do princípio de produção de uma informação completa a objectiva, não respeitando o princípio do contraditório previsto no artigo 28 de Lei 18/91 de 10 de Agosto”. Para “fundamentar” a sua acusação o CSCS cita exemplos de alguns títulos que fizeram manchete neste jornal.
1. Corrupção na Assembleia da República: Verónica Macamo debaixo do fogo.
2. Na Assembleia da República: Roubo de Milhões
3. No Município de Inhambane: Aires Ali envolvido em negócios ilícitos
4. Quilambo é cúmplice da podridão na UEM Ler mais 

terça-feira, agosto 16, 2011

Primeiro-ministro britânico estuda interromper Facebook e Twitter durante distúrbios

O primeiro-ministro britânico David Cameron anunciou na última quinta-feira (11/08) que estuda adoptar uma polêmica medida com o objectivo de combater a onda de distúrbios violentos ocorridos nos últimos cinco dias em algumas das principais cidades do Reino Unido.

segunda-feira, maio 25, 2009

No círculo eleitoral da Zambézia : Sessenta mil membros filiam-se ao MDM

SESSENTA mil membros de vários estratos sociais acabam de filiar se ao Movimento Democrático de oçambique (MDM) de Daviz Simango no circulo eleitoral da Zambézia, esperançosos de uma governação transparente e inclusiva, onde todos tem lugar para contribuir para o desenvolvimento socioeconomico e cultural do pais.

O delegado Político do Movimento Democrático de Moçambique na Zambézia, Margarido Abrantes, disse há dias à nossa Reportagem que não constitui verdade as alegações segundo as quais o partido tem inserção apenas nos centros urbanos. O nosso entrevistado que acaba de regressar de uma périplo que o levou sucessivamente à vários distritos com a excepção de Chinde e Inhassunge disse que o partido está representado a nível dos distritos, não em termos de uma pessoas que coordenada as actividades, mas já tem sedes próprias, membros e recursos materiais e financeiros para funcionar.

A aderência dos membros ao partido é extremamente surpreendente. Abrantes afirmou que para além dos que vem da Renamo e Frelimo, a qualidade dos membros é igualmente boa, sobretudo, jovens academicos com visão e perspectivas de como o pais deve ser governado, pretendem usar o seu potencial intelectual para contribuir para o desenvolvimento do pais.

“Apesar disso ser extremamente bom, devo dizer igualmente as idéias que os membros trazem, independentemente de ter ou não escolas são muito importantes para definir a nossa estratégia eleitoral; por isso, eu disse que temos membros de todos os estratos sociais e profissionais; filiaram-se ao nosso partido porque vê o MDM como a única salvação e alternativa de governação do país; estão fartos de serem excluídos e marginalizados e querem uma oportunidade para provar as suas capacidades de pensar e saber fazer bem as coisas”, disse o nosso entrevistado para que o partido já está a trabalhar na mobilizar de mais membros nos Postos Administrativos e Localidades da província da Zambézia para também namorar os indecisos. Alias, a fonte disse igualmente que uma parte significativa desses membros que o partido angariou desde a sua apresentação pública há dois meses são os chamados indecisos que acham que agora chegou a altura de tomar uma decisão para sua participação da vida política como cidadãos conscientes.

“Os cidadãos perderam a esperança da Renamo e a alternativa para salvar o pais é o MDM que no seu programa apresentado publicamente traça as linhas mestras de um verdadeiro combate a pobreza; não combater pobreza de discursos políticos; é um programa pragmático”, disse Margarido Abrantes para depois acrescentar que a principal mensagem transmitida que está cativar as pessoas a filiarem se ao MDM é de um “Moçambique Para Todos” pelo facto de o partido no poder estar alegadamente a excluir muita gente da sua governação, a exemplo do que está acontecer com actual governação do partido Frelimo na Zambézia que ignorou todos os Zambezianos.

“A Frelimo em trinta e cinco anos não trouxe mudanças na política económica e só está a forçar os cidadãos, incluindo os funcionários públicos a acreditar todo quanto dizem quando na verdade está longe da realidade; a Renamo não conseguiu devolver aos cidadãos moçambicanos o bem estar social; então, nessa perspectiva o MDM aparece como o partido que vai salvar o país que está a beira do colapso”, disse.

Segundo Margarido Abrantes, a pobreza em moçambique só poder combatida com a alocação de infra-estruturas nos locais onde existem os recursos naturais por forma que esse potencial seja utilizado para dar emprego aos cidadãos. Apontou com exemplo, o ramo da madeira onde estão envolvidos muitos dirigentes políticos que ao invés de pagarem salários justos exploram os seus compatriotas para além de estarem a dizimar as florestas e a aumentar a pobreza absoluta que não se cansam de afirmar que estão a combatê-la. “Os chineses levam as quantidades de madeira que quiserem sem pagar impostos mas o governo continua impávido e sereno; um cidadão que quer tirar madeira para fazer um banco e vender e comprar pão para a sua família é preso; é um autentico contraste”, disse.

Todos esses males só podem ser combatidos por alguém que foi educado dentro de uma cultura de respeito e amor ao próximo. Segundo o delegado Político do MDM, essa pessoa só pode ser o Presidente do MDM o jovem engenheiro Daviz Simango que já tem créditos firmados na praça pública que é uma pessoa comprometida com o desenvolvimento do pais.

Entretanto, no dia da apresentação pública o campo de futebol da sagrada ficou lotado por completo e não havendo espaço para meter sequer uma agulha. Há muita expectativa em torno do movimento criado pelo Daviz Simango considerado pelos jovens como a única esperança para os seus múltiplos problemas, nomeadamente, falta de emprego, formação profissional, oportunidade de estabelecimento de negócios. Os financiamento para desenvolver negócios são para pessoas localizadas, escolhidas a dedos.

Entretanto, dentro de poucos dias arranca a capacitação dos fiscais e membros que irão trabalhar em Outubro nas Assembléias de Voto em matérias do pacote eleitoral.

Jocas Achar
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Fonte: Jornal Notícias


Nota: Este é o artigo que sumiu poucos minutos depois de ter sido publicado no Notícias, segundo o que descrevi aqui. Qualquer pessoa pode testar e provar que a peça foi censurada. Pode-se ver como o Moçambique para todos testou. Eis o link do Notícias: http://www.jornalnoticias.co.mz/pls/notimz2/getxml/pt/contentx/753297

domingo, maio 24, 2009

O artigo foi censurado?

Continuo a questionar sobre o paradeiro dum artigo de notícias publicado no Jornal Notícias e que sumiu milagrosamente poucos minutos depois e definitivamente poucas horas depois. Isto é uma continuacão do que escrevi aqui.

No dia 19 do corrente mês, por volta das 23 horas, estavam se publicando os artigos de notícias no nosso jornal de maior circulação e na secção de temas políticos, havia sido publicado em segundo lugar um artigo (entrevista) com o título: No círculo eleitoral da Zambézia: Sessenta mil membros filiam-se ao MDM. Depois de eu ler e copiá-la para o meu ficheiro, fui lendo outros artigos. Na medida em que eu ia fazendo a busca desses, notei que o artigo sobre o MDM na Zambézia já não existia, havia sumido.

Usando o link onde constava o artigo, eu podia recuperá-lo, mas com a dada de 21 de Maio e não 20 de Maio como devia ser. Esperei que no dia 21, quinta-feira, a notícia havia de ser publicada no Notícias online ao que não aconteceu. Terá a peça sumido milagrosamente ou foi censurada? Se foi censurada será por que motivos? E se foi censurada, será que podemos assumir que só Deus protejerá o jornalista que escreveu a entrevista?

sábado, maio 23, 2009

O sumiço de um artigo de notícias sobre o MDM na Zambézia

No dia 19 do corrente mês, por volta das 23 horas, estavam se publicando os artigos de notícias no nosso jornal de maior circulação e na secção de temas políticos, havia sido publicado em segundo lugar um artigo (entrevista) com o título: No círculo eleitoral da Zambézia: Sessenta mil membros filiam-se ao MDM. Depois de eu ler e copiá-la para o meu ficheiro, fui lendo outros artigos. Na medida em que eu ia fazendo a busca desses, notei que o artigo sobre o MDM na Zambézia já não existia, havia sumido.

Usando o link onde constava o artigo, eu podia recuperá-lo, mas com a dada de 21 de Maio e não 20 de Maio como devia ser. Esperei que no dia 21, quinta-feira, a notícia havia de ser publicada no Notícias online ao que não aconteceu. Terá a peça sumido milagrosamente ou foi censurada? Se foi censurada será por que motivos? E se foi censurada, será que podemos assumir que só Deus protejerá o jornalista que escreveu a entrevista?