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sábado, fevereiro 24, 2018

Brasileiro acusado de abuso sexual deixa o cargo na Unaids

Luiz Loures foi, no entanto, absolvido depois de uma investigação interna da agência

O director-adjunto do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (Unaids), o brasileiro Luiz Loures, acusado de ter abusado sexualmente de uma colega, anunciou nesta sexta-feira, 23, que vai deixar o cargo no fim do mandato.
Ele, no entanto, foi absolvido depois de uma investigação interna da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o assunto.
Luiz Loures "comunicou ao director-executivo da Unaids a sua intenção de não se candidatar à renovação do cargo", disse a agência em comunicado, acrescentando que ele "terminará as suas funções no final de Março de 2018"
A decisão de Loures de pedir para sair acontece um dia depois de o subdirector do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Justin Forsyth, ter renunciado ao cargo, após ter sido acusado de conduta inadequada com mulheres, quando trabalhava na organização britânica Save The Children.
O porta-voz da Unaids, Mahesh Mahalingam, disse à imprensa em Genebra que a decisão de Loures não tem relação com as acusações e destacou que ele foi absolvido dessas irregularidades na investigação interna da ONU.
Loures foi acusado por uma subordinada a quem, segundo a queixa formal, assediou sexualmente desde a sua entrada na agência em 2011.
Ela diz que, depois, concretizou o abuso no elevador de um hotel de Banguecoque em 2015, onde a Unaids tinha uma conferência.
A investigação interna realizada pelo Escritório de Serviços de Supervisão Interna (IOS, na sigla em inglês) da OMS concluiu que não havia provas suficientes para apoiar as acusações.
Activistas e especialistas legais questionaram, porém, a credibilidade da investigação, insistindo em que não foram consideradas evidências circunstanciais importantes.
O diretor da Unaids, Michel Sidibé, foi acusado pelo IOS de tentar abafar o caso, mesmo se tratando de uma investigação oficial.

Fonte: Voz da América – 23.02,2018

domingo, agosto 10, 2014

Trabalho infantil atinge 20% das crianças moçambicanas dos cinco aos 15 anos

O trabalho infantil afecta cerca de 20% das crianças moçambicanas com idades compreendidas entre cinco e 15 anos, segundo o representante do UNICEF em Moçambique, que sugere uma aposta governamental em subsídios sociais para inverter este cenário.
Para Koenraad Vanormelingen, a situação do trabalho infantil em Moçambique está diretamente relacionada com a pobreza, que atinge cerca de 55% da população moçambicana, atualmente de cerca de 24 milhões de pessoas.
"O trabalho infantil é uma preocupação e a sua principal causa é a pobreza", afirmou à agência Lusa o representante do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), notando que "as crianças trabalham para contribuir para a renda familiar".

Fonte: LUSA – 10.08.2014

sábado, agosto 09, 2014

Subnutrição crónica afecta 43 por cento das crianças no país

Quase metade das crianças moçambicanas com menos de cinco anos sofre de subnutrição crónica. Segundo o vice-ministro da Mulher e Ação Social, Virgílio Mateus, que falava em Maputo durante o lançamento de um relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), 43 por cento das crianças com menos de cinco anos sofrem de subnutrição crónica, sendo necessário um maior esforço para melhorar a sobrevivência e o bem-estar das mesmas.

segunda-feira, junho 16, 2014

Mais de 50 milhões de crianças africanas não vão à escola

Para celebrar o 16 de Junho, Dia da Criança Africana, UNICEF promove a reflexão sobre a problemática das crianças fora do ensino, através do lançamento do relatório da Iniciativa Global denominada “Crianças fora da Escola”, destacando uma boa avaliação para Angola.

quarta-feira, maio 21, 2014

Em Moçambique 28 mil crianças morrem antes dos 28 dias de vida

Apesar da redução da mortalidade infanto-juvenil para metade, nos últimos dez anos, em Moçambique, a sobrevivência neonatal continua a ser um grande desafio e não conheceu o mesmo progresso. No país, nascem, em cada ano, mais de 950.000 crianças, das quais estima-se que 83.000 morrem antes de cumprir cinco anos de idade e destas 28.000 durante os primeiros 28 dias de vida, indica um novo estudo lançado esta terça-feira (20), em Nava Iorque.

domingo, junho 05, 2011

Ritos de iniciação em causa?

Eis o que se escreve sobre um relatório da UNICEF:

A denúncia é da Unicef em Moçambique. O ritual consiste em tirar uma menina da sua família e da escola quando tem a primeira menstruação, às vezes até antes, encerrá-la numa casa e ensinar-lhe práticas sexuais durante duas ou três semanas para que mais tarde não sejam rejeitadas pelos maridos, escreve o jornal El Mundo.