Mostrar mensagens com a etiqueta Reforma curricular da UEM. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Reforma curricular da UEM. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, outubro 18, 2011

Que se pretende com a revisão

Firmino Mucavele, da UEM

O director do Gabinete para a Reforma Académica e Integração Regional da UEM sintetizou os objectivos do processo em curso na pertinência de responder às necessidades do país, melhoria da qualidade, garantia da flexibilidade e mobilidade bem como na facilitação da integração regional e no mundo. O estabelecimento de um quadro de referências de qualificações na UEM em direcção ao esforço feito ao nível nacional e a criação de oportunidades de percursos flexíveis de aprendizagem e processos de reconhecimento de aprendizagens anteriores são outros objectivos na mira da reforma académica cujo processo é dirigido por Firmino Mucavele. A fonte voltou a negar a existência de desinteligências em torno da reforma. “Há opiniões de pessoas que não entendem o que é reforma académica”, disse, reiterando que só pode “criticar o nosso trabalho quem é doutor”. Para ele, só pessoas com aquele grau académico estão habilitadas e em condições de interpelar criticamente a reforma em curso, pois passaram dos três ciclos. “Um licenciado só pode opinar e a maioria dos que opinam só falam”, disse.

segunda-feira, outubro 17, 2011

Reviravolta curricular na UEM pode “tramar” novos bolseiros

Octávio de Jesus deixou claro que os bolseiros que já estão no sistema não vão nem devem ser prejudicados, porque esta medida não saiu deles.
O número de novos estudantes a beneficiar de bolsas de estudo financiadas pelo Instituto de Bolsas de Estudo (IBE) pode reduzir, próximo ano, por causa do “volte-face” curricular na Universidade Eduardo Mondlane.

Sobre a Reforma Curricular da UEM (1)

Em Fevereiro de 2009 escrevi um artigo com o título: Reflexão sobre o novo curriculo na UEM, a consultá-lo aqui.

Direcção da UEM reprovou currículo que aprovou há 3 anos

Padre Couto traído pelos seus colegas.

O modelo de Bolonha foi visto pelo padre Couto, Orlando Quilambo, Joel das Neves, Firmino Mucavele, entre outros, como o mais flexível. Consideraram o anterior como ultrapassado.
A direcção da Universidade Eduardo Mondlane decidiu, semana passada, que se deve retornar, a partir do próximo ano, ao anterior currículo de quarto anos de formação para a obtenção de licenciatura em diversas áreas do saber, e sete anos para medicina. A ideia não só divide opiniões, como também está a causar estupefacção, pelo facto de o novo currículo baseado no Modelo de Bolonha – três anos de formação para o grau de licenciatura – ter sido aprovado, anunciado e introduzido pelas mesmas figuras que hoje compõem, maioritariamente, a direcção da UEM. A única diferença é que alguns mudaram de cargos, não do órgão. A título de exemplo, Orlando Quilambo, actual reitor, na altura, ocupava o cargo de vice-reitor. Joel das Neves era porta-voz do Conselho Universitário, cargo que ocupa até hoje.