Firmino Mucavele, da UEM
O director do Gabinete para a Reforma Académica e Integração Regional da UEM sintetizou os objectivos do processo em curso na pertinência de responder às necessidades do país, melhoria da qualidade, garantia da flexibilidade e mobilidade bem como na facilitação da integração regional e no mundo. O estabelecimento de um quadro de referências de qualificações na UEM em direcção ao esforço feito ao nível nacional e a criação de oportunidades de percursos flexíveis de aprendizagem e processos de reconhecimento de aprendizagens anteriores são outros objectivos na mira da reforma académica cujo processo é dirigido por Firmino Mucavele. A fonte voltou a negar a existência de desinteligências em torno da reforma. “Há opiniões de pessoas que não entendem o que é reforma académica”, disse, reiterando que só pode “criticar o nosso trabalho quem é doutor”. Para ele, só pessoas com aquele grau académico estão habilitadas e em condições de interpelar criticamente a reforma em curso, pois passaram dos três ciclos. “Um licenciado só pode opinar e a maioria dos que opinam só falam”, disse.
O director do Gabinete para a Reforma Académica e Integração Regional da UEM sintetizou os objectivos do processo em curso na pertinência de responder às necessidades do país, melhoria da qualidade, garantia da flexibilidade e mobilidade bem como na facilitação da integração regional e no mundo. O estabelecimento de um quadro de referências de qualificações na UEM em direcção ao esforço feito ao nível nacional e a criação de oportunidades de percursos flexíveis de aprendizagem e processos de reconhecimento de aprendizagens anteriores são outros objectivos na mira da reforma académica cujo processo é dirigido por Firmino Mucavele. A fonte voltou a negar a existência de desinteligências em torno da reforma. “Há opiniões de pessoas que não entendem o que é reforma académica”, disse, reiterando que só pode “criticar o nosso trabalho quem é doutor”. Para ele, só pessoas com aquele grau académico estão habilitadas e em condições de interpelar criticamente a reforma em curso, pois passaram dos três ciclos. “Um licenciado só pode opinar e a maioria dos que opinam só falam”, disse.
