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segunda-feira, setembro 01, 2014

AINDA SOBRE O ADMINISTRADOR DE BÁRUÈ ACUSADO DE FINANCIAR ILEGALMENTE CAMPANHA ELEITORAL

O Centro de Integridade Pública (CIP), uma Organização-não-Governamental (ONG) vocacionada ao combate a corrupção, acusa o administrador do distrito de Báruè, na província central de Manica, Joaquim Zefanias, e o secretário permanente, Francisco Conde, pelo desvio de 67 mil meticais (cerca de 2.200 dólares ao câmbio corrente) da conta bancária da administração do distrito para financiar a campanha eleitoral da Frelimo e outras despesas do partido no poder em Moçambique.

A Frelimo, no entanto, desmente as acusações, e diz que durante os últimos quatro anos trabalhou arduamente numa campanha de angariação de fundos para estas eleições, razão pela qual não faz sentido violar a lei apenas pela soma módica de dois mil dólares.

No seu último boletim sobre o processo político em Mocambique, o CIP publica uma carta de Zefanias endereçada a Conde, datada 29 de Agosto de 2014, através da qual o administrador de Báruè solicita o pagamento de uma factura de telecomunicações da Frelimo no valor de pouco mais de 8.000 meticais, dinheiro para pagar três cabeças de gado e combustível para o camião que “irá levantar os materiais de campanha em Chimoio (capital provincial)”.

segunda-feira, fevereiro 18, 2013

Diferendo entre administrador de Báruè e o coordenador da SC naquele distrito “Estou aqui para colocar ordem e não para matar moscas”

- Assim se pronunciou o administrador, Joaquim Zefanias que acrescenta “enquanto eu for administrador não vou permitir que um cidadão perturbe o meu trabalho,

pois o Rangel passa a vida a chamar-me de fdp e a fazer política em vez de actividades cívicas...isso eu não vou permitir” – sentenciou o administrador que nega, entretanto, ter expulsado o Coordenador da Plataforma da Sociedade Civil naquele distrito

(Maputo) Determinado em manter aquilo que considera norma de disciplina e comportamento que deve caracterizar a população do distrito de Báruè, na província de Manica, o administrador daquele distrito, em contacto com o mediaFAX, confirmou ter efectivamente decido que o coordenador local da Plataforma da Sociedade Civil não deve mais e, em nenhum momento, intervir em nome da Sociedade Civil naquele distrito. Alega que Rangel Mairoce, coordenador da Plataforma da Sociedade não respeita as estruturas governamentais locais e, além de desenvolver actividades cívicas, “passa a vida a fazer política”, insultando segundo o administrador, o partido no poder. Ler mais (Mediafax)