Ancha Buana, ou simplesmente a rainha de Nacala, é dita como uma das que começou com a venda de talhões para várias empresas que ali se fizeram presentes para desenvolverem as suas actividades. Um dos exemplos dados é o do negócio feito com o Shafi Sidat, num valor de cerca de 600 mil meticais, para adquirir um espaço estimado em cerca de um hectare. Com as vendas, estima-se que a rainha de Nacala tenha arrecadado pouco mais de dois milhões de meticais. A nossa reportagem soube que o empresário Shafi Sidat, não foi único a sofrer com a situação, pois, mais dois outros investidores passaram pelas malhas da rainha de Nacala.
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terça-feira, março 05, 2013
segunda-feira, março 04, 2013
Nacala: antes era assim e, tudo indica vai continuar!
Reflexão de Adelino Buque
Existem várias formas de encarar os acontecimentos de Nacala, o carismático líder da UNITA, Jonas Malheiro Savimbi, dizia de forma recorrente que “quando dois elefantes lutam quem sofre é o capim" , mas existe também um ditado antigo popular que diz "a corda parte sempre pelo lado mais fraco". No caso de Nacala, onde, assumindose assim ou não, o facto é que, duas instituições do Governo andaram de costas voltadas por causa do imbróglio, nomeadamente, o Ministério de Planificação e Desenvolvimento e o Ministério de Defesa Nacional.
quinta-feira, fevereiro 14, 2013
Um mesmo Estado a lutar por interesses ocultos
Guerra entre militares e investidores em Nacala
Um mesmo Estado a lutar por interesses ocultos - Entretanto, depois da troca de acusações entre os investidores estabelecidos em Nacala e os militares posicionados naquela região,
ao nível central o Ministério da Planificação e Desenvolvimento e o da Defesa, buscam formas de ultrapassar o diferendo
- Aiuba Cuereneia diz que “foram apenas pequenos problemas de interpretação das delimitações mas que já estão a ser clarificados”
(Maputo) Os militares das Forças Armadas de Defesa de Moçambique e os investidores que se posicionaram em Nacala no âmbito dos projectos e oportunidades criadas aquando da criação do GAZEDA continuam a não se entender em torno das delimitações entre a área que pertence a uma e a outra entidade. O assunto já mereceu contundentes comentários, com o director do GAZEDA, Danilo Nalá, a acusar os militares de sabotagem a projectos de desenvolvimento e os militares a assegurarem que tudo farão para continuar a proteger aquilo que chamam de áreas de servidão militar que, segundo eles para garantir a segurança e integridade do país. Ler mais
- Aiuba Cuereneia diz que “foram apenas pequenos problemas de interpretação das delimitações mas que já estão a ser clarificados”
(Maputo) Os militares das Forças Armadas de Defesa de Moçambique e os investidores que se posicionaram em Nacala no âmbito dos projectos e oportunidades criadas aquando da criação do GAZEDA continuam a não se entender em torno das delimitações entre a área que pertence a uma e a outra entidade. O assunto já mereceu contundentes comentários, com o director do GAZEDA, Danilo Nalá, a acusar os militares de sabotagem a projectos de desenvolvimento e os militares a assegurarem que tudo farão para continuar a proteger aquilo que chamam de áreas de servidão militar que, segundo eles para garantir a segurança e integridade do país. Ler mais
segunda-feira, fevereiro 11, 2013
Ministério da Defesa não desarma e reclama “com armas” o que diz ser sua pertença em Nacala
Por: Noé Nhantumbo
Como se explica tanta dissonância entre pelouros governamentais?
GAZEDA canta outra cantiga que só demonstra a verdade vergonhosa…
Afinal quem tem razão? Investimentos nacionais e estrangeiros estão ficando na dúvida porque há um braço-de-ferro entre entidades de um mesmo governo? Como pode isso acontecer num país? Afinal que autoriza investimentos e cria Zonas Económicas Especiais não acautela antes os requisitos legalmente estabelecidos?
Qual será o motivo real para todo o barulho acerca do que acontece em Nacala?
Terá sido falta de concertação ou ignorância dos intervenientes no licenciamento das actividades económicas e dos investimentos nas chamadas Zonas Económicas Especiais?
Em princípio é de duvidar que esse seja o caso porque os ministérios de tutela envolvidos neste imbróglio fazem-se presentes ao Conselho de Ministros todas às terças-feiras e de lá todos são ouvidos sobre preocupações específicas que tenham. Ou não é assim?
Sabe-se que após uma determinada altura em Moçambique tornou-se cultura prevalecente que “cabrito come onde está amarrado”. Cada um “puxa a brasa para a sua sardinha”. Quando já existe muito pouco para capitalizar ou para de lá sacar alguma vantagem material ou financeira, não admira porque se batam ministérios de um mesmo governo. Ler mais
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