No décimo dia de campanha, em Quelimane, Lourenço Abubacar Bico privilegiou o contacto interpessoal no mercado de Coalane, enquanto que o seu opositor, Manuel de Araújo, esteve à frente de uma passeata de bicicletas que envolveu mais de 300 cidadãos que usam aquele meio para oferecer serviços de transporte de passageiros. Ler mais
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quinta-feira, dezembro 01, 2011
quarta-feira, setembro 28, 2011
Atestado de Manuel de Araújo revisto letra por letra
O candidato do MDM diz que imagina a preocupação que existe sobre a sua
candidatura
Quelimane (DZ) – Procura-se todo tipo de argumento para que os candidatos da oposição, neste caso do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), não concorram para os municípios onde os edis renunciaram os mandatos.
quinta-feira, abril 30, 2009
Procurando um(a) Secretário-geral do MDM
Daviz Simango está a enfrentar problemas de arranjar alguém com algum peso político no sul do país, para ocupar a vaga de secretário-geral do Movimento Democrático de Moçambique, por ele liderado.
Uma fonte bem colocada dentro do partido disse ao “O País” que uma das questões, que imperam na indicação de um secretário-geral, tem a ver com o facto de Daviz Simango pretender que o mesmo seja da região sul do país, alegadamente para “contrabalançar o discurso de unidade nacional, propalado pela Frelimo”.
Moreno é hipótese mas...
A nossa fonte lembrou que durante a reunião da constituição daquele partido, havida na cidade da Beira, era quase certa a indicação de Mária José Moreno, antiga chefe da bancada parlamentar da Renamo, para aquele cargo, mas Daviz Simango terá sido advertido por vários delegados daquele encontro, com especial enfoque para Dioníso Quelhas e Carlos Jeque, das interpretações que aquela indicação iria suscitar tendo em conta que o presidente é de Sofala, “o partido poderia ser visto como continuação da Renamo, que privilegia a nomeação de pessoas do centro e do norte do país, para as posições cimeiras do partido”. Aliás, Mária José Moreno é natural da província do Niassa, mais concretamente do distrito de Cuamba.
A verdade, porém, de acordo com a nossa fonte, é que “Daviz ainda não conseguiu arranjar alguém com algum peso político no sul do país para ser nomeado”.
Qual será asolução?
Tendo em conta o apertado calendário eleitoral do presente ano, caso não “apareça” alguém da confiança de Daviz Simango, oriundo do sul do país, Daviz Simango deverá nomear Mária José Moreno para aquele cargo. A nossa fonte garante que Moreno vê com bons olhos a sua nomeação para aquele cargo.
Ismael Mussá é outra figura que poderia ocupar aquele cargo, mas “o mesmo não poderá se-lô pelo facto de ser natural da província de Sofala, mesma província de origem de Daviz Simango. Isto é para evitar tornar o partido numa instituição paroquial ou autárquica”, garantiu a fonte.
Uma fonte bem colocada dentro do partido disse ao “O País” que uma das questões, que imperam na indicação de um secretário-geral, tem a ver com o facto de Daviz Simango pretender que o mesmo seja da região sul do país, alegadamente para “contrabalançar o discurso de unidade nacional, propalado pela Frelimo”.
Moreno é hipótese mas...
A nossa fonte lembrou que durante a reunião da constituição daquele partido, havida na cidade da Beira, era quase certa a indicação de Mária José Moreno, antiga chefe da bancada parlamentar da Renamo, para aquele cargo, mas Daviz Simango terá sido advertido por vários delegados daquele encontro, com especial enfoque para Dioníso Quelhas e Carlos Jeque, das interpretações que aquela indicação iria suscitar tendo em conta que o presidente é de Sofala, “o partido poderia ser visto como continuação da Renamo, que privilegia a nomeação de pessoas do centro e do norte do país, para as posições cimeiras do partido”. Aliás, Mária José Moreno é natural da província do Niassa, mais concretamente do distrito de Cuamba.
A verdade, porém, de acordo com a nossa fonte, é que “Daviz ainda não conseguiu arranjar alguém com algum peso político no sul do país para ser nomeado”.
Qual será asolução?
Tendo em conta o apertado calendário eleitoral do presente ano, caso não “apareça” alguém da confiança de Daviz Simango, oriundo do sul do país, Daviz Simango deverá nomear Mária José Moreno para aquele cargo. A nossa fonte garante que Moreno vê com bons olhos a sua nomeação para aquele cargo.
Ismael Mussá é outra figura que poderia ocupar aquele cargo, mas “o mesmo não poderá se-lô pelo facto de ser natural da província de Sofala, mesma província de origem de Daviz Simango. Isto é para evitar tornar o partido numa instituição paroquial ou autárquica”, garantiu a fonte.
Fonte: O País online
sábado, abril 18, 2009
Mais esta de Edson Macuácua
Para demonstrar quão abalado está a Frelimo pelo MDM, que até já usurpa os seus slogans, Edson Macuácua lança mais uma vez os seus habituais ataques. Desta vez até foi longe ao chamar o MDM de um partido ilegal (leia aqui).
Porquê seria a partir da Conferência de Matola que já vem o termo ilega? Será que podemos começar a ler sobre o que está sendo tratado nesta conferência? Será que quando os quadros, na sua maioria gorvenantes, voltarem às províncias, distritos, localidades, será caça ao MDM como o que já foi relatado em Caia e Angónia? Recorde-se que Geraldo Carvalho, atravéz do Canal de Moçambique já denunciou que o delegado do MDM foi sob ordens de uma figura do governo local, detido pela Polícia e submetido a trabalhos forçados, como corte de árvores na vila (leia aqui).
Tendo a peça publicada no O País de autoria da AIM (Agência de Informação Moçambicana) sou curioso em saber onde o MDM ou Daviz Simango tenha dito que o objectivo deste partido era eliminar a Renamo?
Segundo o mesmo texto, Edson Macuácua afirma que o discurso do MDM é de ódio e vingança. A pergunta é se Macuácua é capaz de indicar algum lado onde o ódio e vingança estão expressos por este partido e seus dirigentes.
Porquê seria a partir da Conferência de Matola que já vem o termo ilega? Será que podemos começar a ler sobre o que está sendo tratado nesta conferência? Será que quando os quadros, na sua maioria gorvenantes, voltarem às províncias, distritos, localidades, será caça ao MDM como o que já foi relatado em Caia e Angónia? Recorde-se que Geraldo Carvalho, atravéz do Canal de Moçambique já denunciou que o delegado do MDM foi sob ordens de uma figura do governo local, detido pela Polícia e submetido a trabalhos forçados, como corte de árvores na vila (leia aqui).
Tendo a peça publicada no O País de autoria da AIM (Agência de Informação Moçambicana) sou curioso em saber onde o MDM ou Daviz Simango tenha dito que o objectivo deste partido era eliminar a Renamo?
Segundo o mesmo texto, Edson Macuácua afirma que o discurso do MDM é de ódio e vingança. A pergunta é se Macuácua é capaz de indicar algum lado onde o ódio e vingança estão expressos por este partido e seus dirigentes.
sábado, março 28, 2009
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