domingo, março 10, 2013

Observatório Eleitoral receia a partidarização da CNE

O Observatório Eleitoral de Moçambique considera que as três vagas a serem ocupadas pela sociedade civil na Comissão Nacional das Eleições (CNE) são insuficientes e revelam, de certa forma, uma partidarização daquele órgão eleitoral.
O porta-voz do Observatório Eleitoral (OE), sheik Abdul Carimo, disse, em entrevista ao @Verdade, que tendo em conta que no passado a CNE era composta por oito elementos da sociedade civil, faz pouco sentido que hoje este número reduza para três. Por isso, “o observatório Eleitoral não vê com bons olhos” esse facto.
Para o OE, esta situação abre espaço para que estejamos “num jogo em que os jogadores são simultaneamente os juízes”, o que não é abonatório para um processo eleitoral que se pretende seja transparente. “Vamos ter uma CNE mais partidarizada”. Ler mais

3 comentários:

V. Dias disse...

Desde a sua criação, a CNE é um departamento do partido Frelimo. Quem disser o contrário mente.

Zicomo

Reflectindo disse...

Sem dúvidas V. Dias. Com oito ou menos dos aludidos membros da sociedade civil, toda a CNE é (predominantemente) departamento da Frelimo. Quem desses que passaram pela CNE não é membro da Frelimo?

Será que o Observatório Eleitoral passará com qualquer candidato sem que seja membro do partido Frelimo e ainda de confianca política da lideranca da Frelimo?

Anónimo disse...

Nguiliche

Acredito que será menos perigosa que a última.