terça-feira, fevereiro 11, 2014

Observadores Internacionais foram uma valia ao processo

Eleições autárquicas em Gurué

A presença de Observadores quer nacionais assim como internacionais, nestas eleições autárquicas que decorram no último sábado em Gurué, foi uma mais-valia ao processo que outrora foi tido como o mais problemático ao avaliar pela forma como ocorreu.

No terreno, estiveram vários Observadores Internacionais a destacar a embaixadora da Suécia Ulla Andrew, embaixador da Dinamarca, Mogens Pedersen e outros diplomatas e funcionários séniores das agências de cooperação que trabalham no nosso país. Para além destes, também os nacionais, a destacar o Observatório Eleitoral, Parlamento Juvenil, Conselho Cristão de Moçambique, fizeram parte deste processo.


O facto de estes estarem presentes, amainou os ânimos dos partidos políticos concorrentes que também com as suas equipas de choque, não piscavam olho e muito menos apanham sono.
Aliás, em quase todas mesas era possível ver observadores e também jornalistas de vários órgãos de comunicação social, que não perdiam nem sequer um minuto para trazer ao de lume tudo o que acontecia neste processo.

Embaixadora da Suécia fala bem do processo

Num breve contacto com a imprensa na manha do domingo, antes de partir de Gurué, a embaixadora da Suécia, Ulla Andrew, disse que o processo de resto correu bem e sem grandes constrangimentos.
Ulla apontou a forma como estas eleições foram organizadas, dando mais uma vez confiança aos órgãos eleitorais de que podem organizar eleições sem barulho o que fortalece a democracia.
Todavia, a fonte não deixou de criticar a falta de profissionalismo de alguns membros das mesas de votação recrutados pelo Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE), visto que foram recrutados membros do Governo Distrital como presidentes das mesas de votação, o que na óptica daquela diplomata, isso leva a desconfiança do eleitorado. Por outro lado, a fonte apontou questões ligadas a pessoas do partido políticos que se intrometem no processo, e conforme o entendimento dela, estas pessoas deveriam ser processadas para servirem de exemplos.
Refira-se que uma cidadã de nome Fernanda Moçambique pertencente ao partido Frelimo foi acusada em ter tentado introduzir boletins de voto na EPC de Lusa, mas que graças a vigilância, ela foi neutralizada e encaminhada a policia depois de escapar de uma agressão, mas que meia volta a policia terá dito que ela escapuliu-se no interior do Comando, uma história que deixou de boca aberta aos acompanhantes deste episódio. (António Zefanias)

DIÁRIO DA ZAMBÉZIA  – 11.02.2014

5 comentários:

Anónimo disse...

Aqela senhora foi uma fantoxada, qem prova q e da frelimo. Nos ja xtamos cansados com as qeixas pah nos tragam bons temas pra comentar temas criativos nao isso.

Anónimo disse...

Podes ter razao! Mas, se nao e5a frelimo porqu^e nao esta' presa? Sabe-se que se fosse da oposicao estaria presa e os crapulas do teu infiltrados na frelimo iriam vociferar e mostrar a imagem nos midias controlados por eles! Conclusao: e' sim, da frelimo!!!

Anónimo disse...

A meu ver aquela senhora era do MDM, colocada para comprometer a Frelimo

Anónimo disse...

Afinal quem estaa cansado nao sao os burlados?

Reflectindo disse...

Então, o carro do Ministério da Justica, o comandante da polícia, o ex-bastonário dos advogados foram todos armadilhados para comprometer a Frelimo?!? O anónimo já que é da cultura das trafulhices ainda pensa que aplicá-las aqui.