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quinta-feira, janeiro 10, 2019

Dívidas/Moçambique: Joaquim Chissano diz que Frelimo deve purificar fileiras

O antigo Presidente Joaquim Chissano disse hoje que a Frelimo deve analisar o escândalo das `dívidas ocultas´ com clareza e profundidade, considerando que o partido no poder em Moçambique desde a independência tem de purificar as suas fileiras.
"Uma maior clareza para que se perceba o que se passou é necessário para que isso não volte a acontecer. É preciso que haja clareza para criarmos instrumentos para purificação das fileiras do nosso partido", disse o antigo chefe de Estado, numa entrevista à emissora pública Rádio Moçambique.
Para Joaquim Chissano, que também foi presidente da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), o partido no poder deve estar ciente de que a oposição vai fazer uso desta "fragilidade", que resultou de dívidas ocultadas contraídas pelo Governo.
"O partido tem de ser íntegro. Este é um trabalho que precisa de ser persistente e no partido é necessário que trabalhemos neste aspeto com profundidade", frisou o antigo chefe de Estado.
A devolução aos cofres do Estado do dinheiro que foi apoderado ilegalmente é apontado como fundamental pelo antigo chefe de Estado moçambicano, que apela à paciência dos moçambicanos, na medida em que "estes processos são complexos".
"Se há crimes cometidos e que mereçam punição, que as pessoas sejam punidas. Não é porque um grupo de pessoas está no crime que o país deve desfalecer. Devemos continuar a construir o nosso país, mesmo depois disto", afirmou Chissano.
o antigo Presidente entende que o caso das `dívidas ocultas´ deve ser analisado por todos, como forma de evitar que no futuro o país volte a "cometer os mesmos erros".
"É verdade que os americanos nestes processos são sempre guiados pelos seus próprios interesses, mas esta capacidade vem de uma experiência dentro do próprio país. Também eles estão a estudar estes fenómenos. Então, Moçambique deve fazer o mesmo", concluiu o antigo chefe de Estado, acrescentando que acredita que as instituições de justiça dos dois países vão saber julgar com discernimento.
Em causa estão os novos detalhes da investigação que está a ser realizada pela justiça norte-americana sobre o processo, e que levou à detenção, no dia 29 de dezembro, na África do Sul, do antigo ministro moçambicano das Finanças Manuel Chang, de outros três antigos banqueiros do Credit Suisse, em Londres, e de um intermediário libanês da Privinvest, no aeroporto de Nova Iorque.

Fonte: ">InforMoz - 10.01.2019

sábado, setembro 29, 2018

A transição de poder na Frelimo é transição de malandrice?

Como a minha amiga de há sete anos, se não estou em erro, a Sura Rebelo de Oliveira, estou ficando FÃ do Presidente de Angola, João Lourenço. A João Lourenço não havia entendido no seu discurso sobre a quem ele chamava de malandros de Angola e de CÁ (Moçambique). Os malandros de CÁ também não o entenderam, razão pela qual correram para apelidarem malandros aos partidos da oposição e aos opositores do sistema que pilha. Na altura achei muito grave que um Presidente da República de Constituição plasmada de princípios de um estado de direito democrático, chamasse de malandros aos que gozando dela (Constituição) formam partidos e/ou se opõem à pilhagem do país.

Contudo, João Lourenço, está nos provar que referia mesmo aos que usando dos postos mais altos do Estado que se julgam serem os únicos donos, pilham dos seus países, da África e colocam o continente riquíssimo de matéria prima, na cauda da população mais pobre do mundo.

Agora, se até há poucos anos eu achava iguais os governantes de Angola, muito em particular os membros do MPLA aos da Frelimo em Moçambique, fico agora querendo saber o que faz com que o Presidente João Lourenço deixe em liberdade as instituições da justiça a trabalhar. E porquê o Presidente Filipe Nyusi não ousa em dar a luz verde aos tribunais, Procuradoria Geral da República e órgãos a fim para deter, julgar e condenar os MALANDROS DE CÁ? É porquê isto é da responsabilidade do Presidente da República? É PELO ARTIGO 211 DA CRM que me parece dar receio aos órgãos da justiça para agirem contra os malandros de cá sem autorização do Presidente da República.
Parece que a transição de poder na Frelimo é transição de malandrice. A malandrice de Moçambique tem que ser estudada.

quinta-feira, novembro 30, 2017

Desafios do presente e do futuro exigem a formação de líderes

Segundo Joaquim Chissano

O tema da aula também incluía a liderança. Chissano começou por definir a liderança como a capacidade de influenciar pessoas para a realização de um objectivo comum, sublinhando que ela é uma condição importante para a formulação de “boas políticas públicas” num contexto de pluralidade, como é o caso de Moçambique. De novo voltando ao passado, o orador fez notar que as lutas pelas independências e a construção de novos Estados em África, e em Moçambique em particular, foram conduzidas por figuras carismáticas que revelaram qualidades inatas de liderança. Apesar de reconhecer este tipo de liderança na construção do Estado moçambicano, Chissano defende que os desafios do presente e do futuro exigem a formação e treinamento de líderes. “Da minha experiência pessoal, guardo muito respeito e grande admiração por aqueles líderes com qualidades inatas. Porém, estou convicto de que hoje existem vários motivos que tornam necessária uma formação que eduque o cidadão sobre os valores da liderança e boa governação, para reforçar as suas qualidades inatas”.

Fonte: O País – 29.11.2017

quarta-feira, novembro 29, 2017

Risco de “revoluções incontroladas” levou Frelimo a antecipar mudanças em 1990

Joaquim Chissano deu ontem uma aula sobre “desafios de liderança e boa governação em Moçambique”. O evento marcou as celebrações do primeiro aniversário do Instituto de Governação, Paz e Liderança, de que o antigo Estadista é patrono.
A introdução da democracia multipartidária em 1990 foi uma das maiores transições políticas que Moçambique experimentou desde a proclamação da independência. À época Presidente da República, Joaquim Chissano defende que a abertura política e económica foi uma resposta antecipada aos desafios que se colocariam no futuro: o momento histórico da evolução do Estado e da sociedade moçambicana impunha um novo modelo de governação capaz de defender os interesses comuns dos moçambicanos. E mais: a democracia multipartidária constituía-se como o único mecanismo capaz de viabilizar as negociações de paz e reconciliação no período pós-guerra.
Mas há outras razões que ditaram o fim do monopartidarismo. O antigo Estadista lembra que, na segunda metade da década de 1980, começaram a registar-se profundas transformações políticas e económicas, tanto a nível regional como internacional. Essas transformações tiveram o respaldo da comunidade internacional ou, para ser mais preciso, do Ocidente, que faz coro pela democratização dos Estados africanos. Em Moçambique, a pressão externa pela abertura política é recebida num contexto de guerra fratricida, pelo que o risco de haver “revoluções incontroladas” era maior. Por isso, nota Chissano, era preferível ser a Frelimo a controlar as mudanças. E assim foi.

domingo, outubro 01, 2017

Prolongar para três mandatos?

O antigo Presidente da República Joaquim Chissano falou bem sobre a despartidarização da coisa pública, embora os seus camaradas não tenham achado boa coisa para dizer no congresso.  Contudo, apesar de eu saber que é uma opinião pessoal de Chissano e que não vem de hoje, achei um pouco perigoso falar naquele evento de prologamento de mandatos para Presidente da República. O problema é que podem existir os que poderão levar isso a sério e proporem para a revisão da Constituição da República como acontece em muitos países da África. Os partidos no poder têm sempre esse apetite. Isso não será de ânimo leve. A título de exemplo, estão os deputados do parlamento ugandês a pugilar só porque uns querem que Yoweri Musseveni que está no poder desde 1986 continue no lá depois da idade limitada pela Constituição da República daquele país.

quarta-feira, abril 26, 2017

Joaquim Chissano tem razão - o fundador do Partido Frelimo é Samora Machel


Há muita tentativa nas opiniões ou crenças pessoais sobre o partido Frelimo. Quando uns dizem que o Partido Frelimo o o mesmo que a FRELIMO, o movimento de libertação, estão a tentar reinvidicar, a FRELIMO deles que julgam ter sido destruida pelos actuais dirigentes. Esses não conseguem distinguir as duas.

Outros forçam que a Frelimo é a mesma FRELIMO porque querem forçar a todos os que militaram e se simpatizaram na Frente de Libertação de Moçambique durante a luta contra o colonialismo português e depois da independência nacional. Forçam-nos para que o Partido Frelimo justifique os tais quatro milhões de milhões de membros. Veja-se que é por mesma razão que forçam a A Associação de Antigos Combatentes de Luta de Libertação Nacional (ACLIN) como braço ou organização de massa do Partido Frelimo, o que sempre achei que não devia ser. Para mim, a ACLIN devia ser independente de qualquer partido e suportada pelo Estado Moçambicano independentemente de qualquer partido que estiver no poder. Ora, nos anos 80 vivi e convivi com muitos que foram alunos em Tunduro em Tanzania, passaram pelas escolas da Frelimo em Mariri, Ribáuè ou Namaacha, mas não eram membros da Frelimo. Vi as células a mobilizá-los como mobilizavam a qualquer moçambicano para ser membro da Frelimo.  

segunda-feira, novembro 21, 2016

Muito bem Senhor Ex- PR Joaquim Chissano concordo consigo, mas:

1.      Falta clareza nas negociações de paz. Ainda bem que usa a primeira pessoal do plural – não sabemos o que queremos.
2.      Falta cultura democrática nas elites políticas. Tenho em mim que a sua visão não é parcial e usa o termo democracia no “lato sensu” ou seja sentido lato e não “stricto sensu”. Na minha opinião, se o partido no poder providenciasse aos moçambicanos as amplas liberdades que se caracterizam num regime democrático, estes [moçambicanos] rejeitariam tudo o que fosse para lhes retirar o direito
3.     É preciso que haja confiança entre as partes – é verdade, mas quando diz principalmente a Renamo, o senhor comete um grande erro porque está a anunciar uma trapa. O senhor Chissano revelou em 2012 que fintou a Dhlakama para assinar o acordo geral da paz (AGP) e as línguas falam do vosso encontro em Gaborone, capital de Botswana.
4.      Nas tais negociações entre o governo da Frelimo e o partido Renamo, nunca soubemos da posição do primeiro. Duvído que assim tenha sido aquando as negociação do AGP.
5.     A solução definitiva passa por uma discussão séria e abrangente sobre o sistema político. Pessoalmente concordo esta ideia, mas o partido onde o senhor é presidente honorário, o mesmo que está no poder e constitucionalmente com responsabilidade acrescida é o primeiro a negar-nos a discussão séria e abrangente.
6.     A falta de uma "oposição verdadeiramente construtiva" é aponta o senhor como um problema que ameaça a política em Moçambique. Aqui o senhor cometeu um erro grave e desviou-se à propaganda. Aqui o senhor deve ter deluido tudo o que foi positivo nessa palestra a menos que tenha referido a oposição nos municípios da Beira, Quelimane, Gurue e Nampula que obstruí o desenvolvimento e até ameaça a morte em plena sessão. Espero que também tenha falado dos esquadrões da morte.
7.      Por último, "As crises políticas em África são sempre pós-eleitorais", sabe o senhor que se devem aos que usando instituições do Estado, praticam fraudes. O caso de Moçambique é conhecido que a CNE, a PRM, o Conselho Constitucional, instituições do Estado são facilitadores de fraudes eleitorais.
  

Não sei se na palestra houve interpelação, mas éis o que eu haveria dito.

Eis o artigo:

Joaquim Chissano diz que falta clareza nas negociações de paz e cultura democrática nas elites políticas

O antigo Presidente Joaquim Chissano defendeu hoje que falta clareza no processo negocial para resolução da crise política e militar em Moçambique, observando que a razão do impasse reside na fraca cultura democrática.
"Não há clareza neste processo negocial. Parece que não sabemos o que queremos exactamente", disse o antigo chefe de Estado moçambicano, falando durante uma palestra organizada pelo Instituto Superior de Relações Públicas em Maputo.
Alertando para a falta de uma cultura democrática nas elites políticas moçambicanas, o antigo chefe de Estado entende que o problema político do país transcende a agenda das actuais negociações de paz entre o Governo e a Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), e considera que a sua solução definitiva passa por uma discussão séria e abrangente sobre o sistema político.

sábado, abril 09, 2016

Ex-PR moçambicano Joaquim Chissano confirma que teve uma ligação com o KGB

O ex-Presidente moçambicano Joaquim Chissano admitiu ter tido uma ligação com o KGB, antigos serviços secretos da extinta URSS, no âmbito da ajuda prestada por este país à Frelimo, partido no poder em Moçambique, mas negou ter sido espião.

"Sim, existiu uma ligação e essa ligação foi que eu tive treino militar na União Soviética e um dos assuntos em que eu fui treinado foi precisamente na inteligência para penetrarmos na zona inimiga. Falo dos portugueses", declarou Chissano, em entrevista divulgada hoje pelo semanário Savana de Maputo.

Em Março, o semanário português Expresso revelou, com base em documentos já desclassificados, que Joaquim Chissano colaborou com os serviços de informação russos, com o nome de código "TZOM".

sexta-feira, abril 08, 2016

Ex-PR moçambicano Joaquim Chissano defende ações militares contra a Renamo

O antigo Presidente moçambicano Joaquim Chissano defendeu hoje que o Governo deve continuar as suas ações militares contra a Renamo, principal partido de oposição em Moçambique, enquanto o movimento apostar na via armada como instrumento político.
"Se não há outra maneira [de travar as ações armadas da Renamo]. Se a Renamo deixasse de disparar contra a população, não haveria necessidade de se proteger a população, porque não haveria fogo", disse Chissano, em entrevista divulgada na edição de hoje do semanário Savana de Maputo.
O antigo chefe de Estado moçambicano, que governou o país durante 18 anos, lembrou que o executivo que chefiou negociou o Acordo Geral de Paz de 1992, enquanto o país estava em guerra.

sábado, março 26, 2016

Ex presidente Joaquim Chissano citado como antigo espião da KGB com código “TZOM” (Na íntegra)

A Revista “E” do Expresso (Portugal), publicou este sábado (19 de Março), uma investigação de Paulo Anunciação sobre o Arquivo Mitrokhin, agora depositado na Universidade de Cambridge. Na publicação o antigo estadista moçambicano, Joaquim Chissano é citado como um antigo espião da KGB. A fonte indica que o nome de código do ex-presidente era “TZOM”. A assistente de Agostinho Neto também prestava serviços secretos a organização russa.
A Revista alega que divulgou apenas alguns documentos dos destaques de um trabalho que revela muitos dos métodos de human intelligence então utilizados pelo KGB. A revelação pode adensar mais zonas de penumbra sobre a morte do primeiro presidente moçambicano, Samora Machel. A KGB já foi citada no Jornal/faz Imparcial, num texto assinado por Orlando Cabral, aos 23 de Outubro de 2004 como “promotora de morte de Machel com conivência de quadros da Frelimo – Revelação de dois antigos agentes da polícia política soviética.”

segunda-feira, março 21, 2016

Ex presidente Joaquim Chissano citado como antigo espião da KGB com código “TZOM”

A Revista “E” do Expresso (Portugal), publicou este sábado (19 de Março), uma investigação de Paulo Anunciação sobre o Arquivo Mitrokhin, agora depositado na Universidade de Cambridge. Na publicação o antigo estadista moçambicano, Joaquim Chissano é citado como um antigo espião da KGB. A fonte indica que o nome de código do ex-presidente era “TZOM”. A assistente de Agostinho Neto também prestava serviços secretos a organização russa.
A Revista alega que divulgou apenas alguns documentos dos destaques de um trabalho que revela muitos dos métodos de human intelligence então utilizados pelo KGB. A revelação pode adensar mais zonas de penumbra sobre a morte do primeiro presidente moçambicano, Samora Machel. A KGB já foi citada no Jornal/faz Imparcial, num texto assinado por Orlando Cabral, aos 23 de Outubro de 2004 como “promotora de morte de Machel com conivência de quadros da Frelimo – Revelação de dois antigos agentes da polícia política soviética.” Ler mais (Magazine Independente, 21.03.2016)

quinta-feira, fevereiro 18, 2016

Ex-arcebispo da Beira: Acordos de Roma ainda são “a luz para conflitos em Moçambique”

O arcebispo emérito da Beira Jaime Gonçalves, mediador do acordo que selou em 1992 o fim da guerra em Moçambique, defende que o documento ainda é a solução para os conflitos no país e deve ser revisitado pela Igreja.
"O documento do Acordo Geral de Paz continua a ser o mais actual e ainda é a luz para a solução dos conflitos em Moçambique", disse em entrevista à Lusa o mediador da Conferência Episcopal moçambicana e do Vaticano no entendimento alcançado a 04 de outubro de 1992 em Roma entre Governo e Renamo (Resistência Nacional Moçambicana).
Mais de duas décadas após o acordo histórico, que marcou o fim de 16 anos de guerra civil em Moçambique, o país vive sob ameaça de novo conflito entre os mesmos protagonistas e Jaime Gonçalves entende que a Igreja Católica não a pode ignorar.

segunda-feira, dezembro 07, 2015

CHISSANO DESTACA CONTRIBUTO DE SUÉCIA NO DESENVOLVIMENTO NACIONAL

O antigo Presidente da República, Joaquim Chissano, destacou, nesta quinta-feira, o contributo do Reino da Suécia nos programas de desenvolvimento de Moçambique antes e depois da independência nacional.

Chissano reconheceu o papel da Suécia num seminário alusivo ao 40º Aniversário das relações bilaterais entre os dois países, realizado em Maputo, a capital do país, no qual deram também o seu testemunho personalidades como Luísa Diogo, antiga Primeira-ministra; Orlando Quilambo, reitor da Universidade Eduardo Mondlane (UEM); entre outros.

No seu testemunho, o antigo estadista disse que a Suécia sempre sonhou com um mundo melhor para Moçambique, mas, ao mesmo tempo, pensou que esse mundo melhor não viria ao acaso. Era necessário que este fosse criado através desta cooperação, baseada em valores de democracia, de humanitarismo, valores que assentassem no respeito pelas pessoas e na confiança.

terça-feira, dezembro 01, 2015

STV Chissano CamposdeReeducaçao 30 11 2015



Sobre os centros de reeducação

Chissano fala de um que matou a mulher, mas que apenas foi uma mistura de delinquentes com todos aqueles inocentes que vimos na reportagem da STV e outros até intelectuais que foram conduzidos àqueles centros pelo simples facto de não levantarem os bracos para mais alto como "VIVA A FRELIMO", missionários e outros religiosos que defendiam as suas crenças.
Desde 1979 vivi no Itoculo onde se localizava um dos maiores centros de reeducacão. No Itoculo encontrei e encontrei-me com muitos reeducandos alguns deles que já conhecia como é o caso do meu ex-professor de desenho em Nacala, o Ismael, o meu conterrâneo e ex-professor de francês da Escola Secundária de Memba, o falecido Luciano Ravia, o meu conterrâneo Tuaha trazido da antiga RDA num grupo de 12 que segundo se dizia, era porque haviam arranjado namoradas alemãs, E para Itoculo ia sempre o padre Leandro, o então professor de música da Escola Secundária de Nacala para visitar a um seu colega...
Para Namilala, em Malema foi levado o irmão do meu amigo, digamos de infância, o falecido António Álves Almasse, simplesmente por ter pedido a palavra num comício realizado no Campo do Desportivo de Nacala orientado por Óscar Monteiro, então ministro do interior em 1977. Eu estive nesse comício.

Chissano quer dizer que não sabia disto tudo, mas de um homem que havia morto a sua mulher???

quinta-feira, janeiro 22, 2015

Termina encontro entre Dhlakama e mediadores em Quelimane

A reunião entre o presidente da Renamo e três mediadores durou quatro horas e terminou há momentos em Quelimane.
A VOA apurou que a equipa de mediadores era integrada pelo antigo Presidente da República Joaquim Chissano, pelo bispo Dinis Salomão Sengulane e pelo padre Filipe Couto.
Da agenda das conversações constava a proposta da Renamo da criação de um Governo de gestão, que tem sido recusada pela Frelimo.
Antes da reunião, Afonso Dhlakama disse aos jornalistas desconhecer as propostas dos mediadores mas que ele sem ia manter a sua posição.
Até o momento não há informações sobre os resultados da reunião. Nem Dhlakama nem os mediadores falaram com a imprensa.

Fonte: VOA – 22,01.2015

sábado, novembro 29, 2014

Chissano deve ao regime colonial?

“Muita gente da Renamo orgulha-se de ter feito curso superior, mas estudou em universidades do Estado e mesmo as universidades privadas existentes no país foram possibilitadas pela governação existente no país, mas eles se esquecem disso”, sublinhou Chissano. In Rádio Moçambique (28.11.2014).


Do que sabemos sobre é que Joaquim Alberto Chissano estudou no Liceu Salazar na era colonial e depois de concluir rumou a Portugal para ir estudar a medicina. Já que tudo isso aconteceu no tempo colonial e com certeza possibilitado pelo governo colonial, será que Chissano considera alguma dívida ao regime fascista colonial?

quarta-feira, agosto 27, 2014

Limite de dois mandatos presidenciais não é o ideal em África, segundo Joaquim Chissano

"Dois mandatos não é tempo suficiente para os líderes africanos... é muito curto (...) no meu caso eu iria completar o meu trabalho no terceiro mandato, embora tenha decidido não concorrer" afirmou o antigo Presidente de Moçambique Joaquim Chissano durante um fórum de advogados da África Austral que teve lugar na semana finda em Victoria Falls, no Zimbabwe.

domingo, agosto 17, 2014

Joaquim Chissano: "Assinar a Paz Não é Difícil, Difícil é Consolidar a Paz"

O ex-presidente moçambicano, Joaquim Chissano, defendeu ontem que o acordo entre Governo de Moçambique e a Renamo, principal partido de oposição, só ficará fechado com um encontro entre os líderes das duas partes.

"É o que está previsto, senão o processo não terminou e tem de terminar com esse encontro entre os dois", disse Joaquim Chissano à Lusa, à margem do lançamento do livro "João Paulo II - A Biografia", do fundador da Comunidade de Santo Egídio Andrea Riccardi, no Centro Cultural Português em Maputo.

quarta-feira, março 12, 2014

Ex-Presidente Joaquim Chissano sobre alegado dinheiro a Afonso Dhlakama

Chissano desmentiu informações que tem vindo a ser propagadas por analistas pró Guebuza, segundo as quais Dhlakama recebia dinheiro na sua governação. “Nunca dei dinheiro a Afonso Dhlakama. Já quis fazer coisas por ele ou influenciar coisas para ele, mas ele recusou”

In Canalmoz - 12.03.2014