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domingo, maio 20, 2018

Dedicação ao supérfluo


No Lugar de abolir nomeações por confiança (familiaridade e amizade) empenham-se na abolição de dispensas.
Os que dispensam exames fazem-no com desempenho pessoal durante anos e em muitas disciplinas. Porquê a dedicacão, o desempenho, não pode merecer dispensar esse tempo de espera de exames e o resto?
Engajem-se na ABOLIÇÃO DE NOMEAÇÕES DE INCOMPETENTES NAS CHEFIAS. As ditas nomeações por confiança para ser por concurso e com certeza os que vão vencer nesses concursos serão os que dispensam dos exames.

quarta-feira, novembro 22, 2017

Laura Chinchilla: A chave para empregabilidade é a educação

A antiga Presidente da República da Costa Rica, Laura Chinchilla, defende que a chave para a geração de empregos, crescimento e desenvolvimento de um país é a educação. A antiga governante buscou o exemplo do seu país que era uma nação pobre, mas alterou o cenário através da aposta na educação a todos os níveis.
A Costa Rica é um país que detém recursos naturais como o gás e o petróleo, mas a nação, segundo Chincilla, optou por não explorá-los.

“A Costa Rica era um país muito pobre há 50 anos, mas decidimos apostar na educação, somos um país rico em hidrocarbonetos, mas não os exploramos, optamos por investir no capital humano. E esta foi a melhor decisão que tomamos. A chave para maior empregabilidade é a educação, educação e educação. Não há outra chave para este desafio”.

“A maior de riqueza de qualquer país é a seu povo. Devemos garantir que a educação possa gerar riqueza. É muito importante investir nas pessoas se quisermos gerar riqueza. Petróleo e gás por si só não geram riqueza. É importante que 100 por cento das crianças tenham, educação primária, os adolescentes e os adultos também tenham educação”,

“O que falta nos países africanos é a aposta na educação, apostar no seu povo, para que todas as riquezas que são dadas pela natureza possam gerar riqueza. Todas as crianças nascem iguais com as mesmas potencialidades. Deve se investir na educação logo que a criança nasça, porque só assim vemos quais são as potencialidades das crianças. Os países africanos devem o fazer, para garantir uma geração capaz de gerar riquezas, transformar os recursos naturais em desenvolvimento para todos”, concluiu Laura Chinchilla.

Fonte: O País – 22.11.2017

sexta-feira, maio 05, 2017

@Verdade Editorial: Pseudo-vistas de Nyusi

O Presidente da República, Filipe Nyusi, e os seus títeres da corte estão metidos a especialistas na arte de vender peixe podre, ou seja, têm estado a tentar passar uma imagem de que estão surpreendidos com a situação que verificam ao longo das suas visitas que efectuam às instituições públicas e/ou do Estado, nos últimos dias. Há alguns meses, Nyusi e a sua turma querem convencer aos moçambicanos de que estão preocupados com a precaridade ou a ineficiência em que se encontram algumas instituições. Na vã tentativa de aldrabar o povo, que ele se considera o seu empregado, e renovar, provavelmente, o seu mandato, tem estado a mostrar a sua suposta indignação para os jornalistas verem e reportarem.

quinta-feira, dezembro 01, 2016

Jorge Ferrão destituído por travar politiquice na Educação

Jorge Ferrão, antigo Ministro da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH), considerado sensível aos problemas que enfermam este sector, foi exonerado e substituído pela deputada Conceita Sortane, alegadamente porque não “fazia um controlo político na educação”, e tão-pouco “era um comissário político” do partido no poder, a Frelimo. Assim entende o Movimento Democrático de Moçambique (MDM).

“Todos nós perguntamos como se exonera um dirigente” que, aparentemente, fazia um trabalho apreciável. Contudo, “cada governo tem a sua estratégia de governação e devemos respeitar isso”, disse ao @Verdade Lutero Simango, chefe da bancada parlamentar do MDM.

Para aquela formação política, Jorge Ferrão foi afastado do cargo e nomeado reitor da Universidade Pedagógica (UP) porque “não fazia um controlo político na Educação”, mas sim, profissional.

segunda-feira, abril 04, 2016

O nosso sistema de ensino privilegia as classes dominantes (1)

Em entrevista ao “O País”, a professora catedrática e docente na Universidade Eduardo Mondlane e Univer­sidade Pedagógica, Hildizina Dias, deixa o seu parecer peran­te o estágio actual do ensino no país.
Qual é o entendimento que tem de fracasso escolar? Em que circunstâncias estamos pe­rante uma situação de fracasso escolar?
Estamos perante uma situação de fracasso escolar quando o alu­no não consegue atingir as me­tas que foram definidas, ou seja, quando o aluno reprova.
Um ou vários? Em que per­centagens?
Percentagem acima de 50 por cento de reprovações, nós já fi­camos muito preocupados, por­que, quando o aluno começa as aulas, o que nós queremos é que ele seja aprovado. Mas em determinados contextos, até 30 por cento de reprovações já nos preocupa, 20 por cento já nos preocupa também. Aos 50 por cento, questionamos: o que se passa? É alarmante, e o profes­sor deve ficar muito preocupado. Mesmo num teste simples, se me­tade da turma não consegue ter positiva, o professor deve parar e pensar no que estará a aconte­cer e analisar se o problema está com o estudante ou com o pro­fessor. A intenção do professor é que 100 por cento dos alunos sejam aprovados. Esse é o nosso ideal.
Fonte: O País - 30.03.2016

domingo, abril 03, 2016

CERCA DE 4.000 PROFESSORES ABANDONAM ANUALMENTE A CARREIRA

Cerca de quatro mil professores abandonam anualmente a carreira de docência, no país.
O dado foi avançado pelo Vice-ministro da Educação e Desenvolvimento Humano, Armindo Ngunga, no final de uma visita de trabalho à província de Nampula.
Apesar do maior índice de desistência dos professores, da careira de ensino, Ngunga disse que a situação não é alarmante.

Fonte: Rádio Moçambique – 03.04.2016

sábado, abril 02, 2016

Uma Educação à medida dos moçambicanos

Pode parece caricato, mas uma coisa temos de reconhecer: é deveras notável o trabalho feito pelo Ministério de Educação ao longo dos sensivelmente 41 anos de independência nacional. Foram 40 anos a produzir, em massa, indivíduos passivos e sem nenhuma emoção crítica a respeito de situações enviesadas que, diariamente, se sucedem ao seu redor. Foram 40 anos de produção de sujeitos com mentes estéreis ou infecundas, cuja única coisa que sabem fazer com esmero é idolatrarem o partido que apregoa futuro melhor.

A situação é, sem dúvidas, tão nacional e apresenta-se preocupante, uma vez que a cada dia que passa, fica claro que há um síndrome de ignorância adquirida instalada na nossa sociedade. Na verdade, o que temos vindo a assistir na sociedade moçambicana é a falta da prática maiêutica da política libertadora feita de questionamento e cepticismo. Tudo porque a Educação continua, todos os anos, a produzir robôs programados para sorrirem, subscreverem ideias alienantes habilmente concebidas e ignorarem os problemas reais e concretos que afligem os moçambicanos que vivem à intempérie.

terça-feira, fevereiro 23, 2016

PR AOS DIRECTORES DAS ESCOLAS SECUNDÁRIAS: Maior investimento está no Homem

O Presidente Filipe Nyusi desafiou aos gestores das escolas secundárias do país a colocarem no topo das suas agendas o capital humano, por se tratar do maior investimento que se pode ter.

Falando ontem, em Maputo, na abertura do Seminário de Capacitação de Gestores de Escolas Secundárias, promovido pelo Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano, o Chefe do Estado classificou este nível de ensino como sendo uma plataforma segura na transmissão de competências aos alunos.

Realçou que o sucesso para o desenvolvimento de um país depende directamente de uma formação de qualidade das crianças, jovens e adultos, homens e mulheres, que se define no Ensino Secundário.

“A escola secundária é um segmento de transição e por isso uma verdadeira placa giratória que concentra em si uma enorme complexidade de elementos extremamente desafiadores, e cabe a este ensino assegurar uma ponte que represente um passo significativo na vida de quem se prepara para a idade adulta”, disse.

segunda-feira, dezembro 07, 2015

CHISSANO DESTACA CONTRIBUTO DE SUÉCIA NO DESENVOLVIMENTO NACIONAL

O antigo Presidente da República, Joaquim Chissano, destacou, nesta quinta-feira, o contributo do Reino da Suécia nos programas de desenvolvimento de Moçambique antes e depois da independência nacional.

Chissano reconheceu o papel da Suécia num seminário alusivo ao 40º Aniversário das relações bilaterais entre os dois países, realizado em Maputo, a capital do país, no qual deram também o seu testemunho personalidades como Luísa Diogo, antiga Primeira-ministra; Orlando Quilambo, reitor da Universidade Eduardo Mondlane (UEM); entre outros.

No seu testemunho, o antigo estadista disse que a Suécia sempre sonhou com um mundo melhor para Moçambique, mas, ao mesmo tempo, pensou que esse mundo melhor não viria ao acaso. Era necessário que este fosse criado através desta cooperação, baseada em valores de democracia, de humanitarismo, valores que assentassem no respeito pelas pessoas e na confiança.

terça-feira, outubro 20, 2015

Fraudes na Educação e corrupção na Saúde: antigos problemas sem solução

Os discursos dos ministros da Saúde e da Educação e Desenvolvimento Humano, após o conhecimento dos casos de corrupção e fraudes, respectivamente, demonstram que não existem medidas visando combater este fenómeno nos respectivos sectores, embora ambos reconheçam que estas práticas já são bastante antigas nas instituições referenciadas. O que se deve ainda questionar é que, sabendo-se da existência destas tendências, o que foi feito ao longo dos anos com vista a mitigar a sua ocorrência? Que medidas concretas foram tomadas e assumidas? Ler mais (@Verdade)

Nota: A solução passa por nomeação de corpos directivos de quadros íntegros, idóneos, com alto sentido moral e ético e não por reconhecimento de se ser trafulha como acontece desde os meados de 80 com a introdução da economia do mercado. O que aconteceu de facto, e sobretudo na educação onde melhor conheço é que passou-se a nomear para a direcção aquele que mostrasse a capacidade de surripiar parte do orçamento do estado os donativos das ONGs alocados à sua instituição e canalizando parte do furto aos que o nomearam e eventuais padrinhos. Depois da introdução de eleições multipartidárias a trafulhice estendeu-se à fraude eleitoral que até é aplicável dentro do processo de eleições internas no partido no poder há 40 anos. 

segunda-feira, agosto 03, 2015

Alunos da zona sul são os que mais reprovam mas apresentam melhor aproveitamento escolar

Os alunos dos ensinos primário e secundário da cidade e província de Maputo, Gaza e Inhambane são os que mais reprovam em relação aos das restantes províncias do país. Entretanto, apresentam maior aproveitamento escolar e menor taxa de desistência. Ou seja, na região sul, há mais aprendizagem em relação ao centro e norte, porém, com altos índices de reprovação.

Estes dados constam de um relatório denominado “Educação em Moçambique: zona sul - enfoques e prioridades para os próximos anos”, apresentado na última sexta-feira, durante um encontro entre quadros do ministério da Educação e Desenvolvimento Humano, governadores das províncias da região, presidentes e representantes de alguns municípios.

sexta-feira, julho 10, 2015

EDUCAÇÃO VAI PRESTAR MAIOR ATENÇÃO AO NORTE

Doravante os melhores professores, materiais e investimentos serão direccionados para Nampula, Cabo Delgado e Niassa como forma de colmatar o desequilíbrio existente nas três províncias quando comparadas com as provincias meridionais de Maputo, Gaza e Inhambane, e as centrais de Manica, Sofala, Zambézia e Tete.

Falando na tarde desta quinta-feira na cerimónia de recepção de três mil livros oferecidos pela Fundação José Abudo, o titular da Educação e Desenvolvimento Humano, Jorge Ferrão, é hoje citado pelo Notícias, a dizer que no início havia a ideia de que o sector está completamente mal. Entretanto, dos debates havidos percebeu-se que tem, afinal, aspectos positivos. Identificou-se os críticos, a sua localização e as possíveis soluções.

segunda-feira, junho 15, 2015

Sociedade que por fim à discriminação de alunas grávidas no Ensino Secundário

A Sociedade Civil exigiu hoje, segunda-feira, ao Governo que subsitue o despacho ministerial que veda a frequência do ensino diurno a todas as raparigas em estado de gravidez. Para a Sociedade Civil, este despacho discriminatório contribui para desistência de raparigas da escola.
Esta inquietação foi apresentado durante um encontro de reflexão sobre a segurança da rapariga na escola que contou com a presença do ministro da Educação e Desenvolvimento Humano, Jorge Ferrão; do vice-ministro do sector, Armindo Ngunga; da ministra da Saúde, Nazira Abdula; de organizações da sociedade civil; e ainda de alunas e parceiros de cooperação.

segunda-feira, abril 13, 2015

Só 65% dos professores moçambicanos conseguiram subtrair 86-55

Um inquérito do Banco Mundial sobre a educação em Moçambique indica que o país tem o índice mais baixo de competência dos professores, em comparação com outros cinco Estados africanos.
"Do grupo de sete países que participaram na nossa análise, Moçambique tem, ao nível da competência dos professores, o nível mais baixo", disse Ezequiel Molina, pesquisador e economista do Banco Mundial, durante a apresentação do inquérito sobre os Indicadores de Prestação de Serviços (IPS) do setor da Educação, realizada no dia 1 de abril em Maputo.

quinta-feira, dezembro 25, 2014

O Homem Novo

XIPALAPALA

Por: João de Sousa

joaodesousa47@gmail.com

Um pequeno mas elucidativo texto do meu co­lega e amigo Machado da Graça, a propósito dos “chumbos” ocorridos nos recentes exames da décima e décima segunda classes, chama a atenção para as águas turvas por onde navega a educação em Moçambique.

Transcrevo esse texto, com a devida vénia: “Há poucos meses li um texto de uma aluna da 7.ª classe. Em 4 parágrafos tinha 36 erros ortográ­ficos e o texto não tinha qualquer nexo. Não se percebia coisa nenhuma. Mas estava na sétima classe e alguém(ens) lhe permitiu lá chegar”.

Esta frase diz tudo. Este é um dos muitos exemplos que acontecem por cá. Sem pretender generalizar situações, começo a chegar à triste conclusão que hoje, na instrução primária, fazer uma redacção, uma cópia ou um ditado, saber somar, multiplicar, diminuir ou dividir deve ser um bicho de sete cabeças.

E Paulo Freire disse:


sábado, outubro 25, 2014

Professores do Instituto Industrial de Nampula exigem subsídios em atraso desde 2012

Mais de uma dezena de docentes afectos ao Instituto Industrial e Comercial de Nampula (IICN) paralisou as suas actividades, desde a manhã da última quarta-feira (08), para exigir o pagamento das horas extras e de turno e meio que não são pagos desde 2012 a esta parte, e ameaçam não retomar o trabalho antes de as suas exigências serem satisfeitas.
Segundo apurámos, os responsáveis do sector da Educação em Nampula têm estado a ignorar o assunto. Os professores tentaram, por várias vezes, dialogar com o director provincial no sentido de obter esclarecimentos em torno da demora no pagamento dos seus subsídios e encontrar-se uma saída, mas o gestor alega sempre estar indisponível.
No IICN também ninguém se pronuncia sobre o caso. O @Verdade tentou ouvir a direcção deste estabelecimento de ensino técnico mas não foi possível porque todos os dirigentes estavam ausentes, alguns andam envolvidos na campanha eleitoral.

Fonte: @Verdade – 09.10.2014

sábado, maio 31, 2014

Professor do Distrito de Lalaua transferido por ser do MDM




sábado, maio 03, 2014

Para recordação

Em 1981 fui responsável da Zona de Influência Pedagógica (ZIP) de Itoculo, distrito de Monapo.
Eu preocupado pela actuacão dos directores de escolas, directores  de turmas, chefes de turmas, chefes de sectores, de alunos, etc. Promovi uma formção dos mesmos num fim de semana.  Foi em regime de internato, debatemos  muitos sobre liderança.

Imaginem o que ganhamos!!