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sábado, abril 09, 2016

Ex-PR moçambicano Joaquim Chissano confirma que teve uma ligação com o KGB

O ex-Presidente moçambicano Joaquim Chissano admitiu ter tido uma ligação com o KGB, antigos serviços secretos da extinta URSS, no âmbito da ajuda prestada por este país à Frelimo, partido no poder em Moçambique, mas negou ter sido espião.

"Sim, existiu uma ligação e essa ligação foi que eu tive treino militar na União Soviética e um dos assuntos em que eu fui treinado foi precisamente na inteligência para penetrarmos na zona inimiga. Falo dos portugueses", declarou Chissano, em entrevista divulgada hoje pelo semanário Savana de Maputo.

Em Março, o semanário português Expresso revelou, com base em documentos já desclassificados, que Joaquim Chissano colaborou com os serviços de informação russos, com o nome de código "TZOM".

sábado, março 26, 2016

Ex presidente Joaquim Chissano citado como antigo espião da KGB com código “TZOM” (Na íntegra)

A Revista “E” do Expresso (Portugal), publicou este sábado (19 de Março), uma investigação de Paulo Anunciação sobre o Arquivo Mitrokhin, agora depositado na Universidade de Cambridge. Na publicação o antigo estadista moçambicano, Joaquim Chissano é citado como um antigo espião da KGB. A fonte indica que o nome de código do ex-presidente era “TZOM”. A assistente de Agostinho Neto também prestava serviços secretos a organização russa.
A Revista alega que divulgou apenas alguns documentos dos destaques de um trabalho que revela muitos dos métodos de human intelligence então utilizados pelo KGB. A revelação pode adensar mais zonas de penumbra sobre a morte do primeiro presidente moçambicano, Samora Machel. A KGB já foi citada no Jornal/faz Imparcial, num texto assinado por Orlando Cabral, aos 23 de Outubro de 2004 como “promotora de morte de Machel com conivência de quadros da Frelimo – Revelação de dois antigos agentes da polícia política soviética.”

segunda-feira, março 21, 2016

Ex presidente Joaquim Chissano citado como antigo espião da KGB com código “TZOM”

A Revista “E” do Expresso (Portugal), publicou este sábado (19 de Março), uma investigação de Paulo Anunciação sobre o Arquivo Mitrokhin, agora depositado na Universidade de Cambridge. Na publicação o antigo estadista moçambicano, Joaquim Chissano é citado como um antigo espião da KGB. A fonte indica que o nome de código do ex-presidente era “TZOM”. A assistente de Agostinho Neto também prestava serviços secretos a organização russa.
A Revista alega que divulgou apenas alguns documentos dos destaques de um trabalho que revela muitos dos métodos de human intelligence então utilizados pelo KGB. A revelação pode adensar mais zonas de penumbra sobre a morte do primeiro presidente moçambicano, Samora Machel. A KGB já foi citada no Jornal/faz Imparcial, num texto assinado por Orlando Cabral, aos 23 de Outubro de 2004 como “promotora de morte de Machel com conivência de quadros da Frelimo – Revelação de dois antigos agentes da polícia política soviética.” Ler mais (Magazine Independente, 21.03.2016)