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segunda-feira, janeiro 28, 2019

Presidente Nyusi acusa EUA de ingerência nas eleições Autárquicas de 2018

O Presidente Filipe Nyusi acusou nesta quarta-feira(23) os Estados Unidos da América(EUA) de ingerência nas Eleições Autárquicas de 2018 e avisou que nas Gerais de 2019 “os moçambicanos deverão decidir sobre o seu destino, sem manipulação”, ou melhor, apenas com as manipulações do partido Frelimo.
Discursando na cerimónia de apresentação de cumprimentos pelos Membros do Corpo Diplomático e Consular Acreditado em Maputo o Chefe de Estado moçambicanos assinalou que: “Em 2019, temos o desafio da preparação e realização das Sextas Eleições Gerais, exercício democrático em que esperamos contar, mais uma vez, com o apoio de todos os parceiros para que as mesmas sejam bem-sucedidas e se transformem em momento de festa para os moçambicanos”.
“Reiteramos a necessidade de se pautar pela postura vertical, de isenção e observância do princípio de respeito mútuo e não ingerência em matérias domésticas dos Estados. Nas eleições passadas foram observadas algumas tendências referenciadas em certos relatórios, contudo, auguramos que as mesmas não prevaleçam neste ano e que sirvam de lição” disse Filipe Nyusi numa evidente alusão a Declaração da embaixada dos EUA sobre a conclusão do ciclo eleitoral Municipal de 2018.
No passado dia 7, em comunicado, a embaixada norte-americana declarou que “Uma revisão completa das regras e procedimentos eleitorais em torno do apuramento de votos, resolução de disputas e elegibilidade de candidatos deve levar ao desenvolvimento e implementação de reformas que aumentem a transparência e legitimidade destes processos chave. Dar estes passos e garantir que todos os participantes no processo democrático de Moçambique, incluindo eleitores, funcionários eleitorais e de segurança e representantes de partidos, tenham tempo e oportunidade suficientes para compreender os seus direitos e responsabilidades associados, será essencial para assegurar que os resultados das eleições gerais de Outubro de 2019 reflectem a vontade do povo e contribuem para a paz sustentável que todos os Moçambicanos desejam”.

quinta-feira, janeiro 17, 2019

Moçambique pede extradição de Manuel Chang

As autoridades moçambicanas pediram a extradição do ex-ministro das Finanças Manuel Chang, disse o advogado de defesa. E não haverá uma decisão final nesta sexta-feira (18.01.), avança ainda Rudi Krause.
Está marcada para esta sexta-feira (18.01.) mais uma audição no âmbito do caso Manuel Chang. Entretanto há novidades no processo.
"Houve um desenvolvimento na semana passada, em que as autoridades moçambicanas pediram também a transferência de Manuel Chang para a República de Moçambique e por isso será interessante ver como é que as autoridades sul-africanas vão reagir, uma vez que receberam dois pedidos de dois Estados para a extradição de Chang", disse esta quinta-feira (17.01.) à agência Lusa o principal advogado da defesa sul-africana do ex-ministro das Finanças de Moçambique.
Rudi Krause adiantou que o pedido de extradição do Governo é datado do dia 10 de janeiro.

Fonte: Deutche Welle – 19.01.2019

domingo, dezembro 30, 2018

Manuel Chang detido na África do Sul


Azar não custa.
Assim o mr Manuel Chang, aka um dos INDIVÍDUOS, entendeu atravessar as fronteiras supostamente para algures em Ásia, pensando que os seus assuntos daqui não eram do interesse de nenhum outro. Ok. Talvez porque esses outros não criaram barulho depois de uma licão com o caso do meu conterrâneo, Mohamade Bachir Suleimane que se tornou rico supostamente vendendo capulanas.
A experiência é de que quando esses não fazem barulho, e, até usam isca, acabam levando o indivíduo à barra de justiça lá noutro lado sem Isabel. Só para recordarem-se, em Setembro de 2005 um moçambicano que trabalhou como «caixa» para a USAID até 2003 e mamou 200 mil dólares, cujo nome dispenso mencionar, foi detido na cidade de Charleston, no estado da Carolina do Sul, nos EUA, para onde foi atraído com a oferta de um curso pago pelo Governo dos Estados Unidos. O homenzinho foi condenado a 30 meses de prisão e cumprida a pena, deportado para Moçambique.
Imagino a cagufa que este caso criou nos outros indivíduos.
Fonte: Carta Moz – 29.12.2018

quarta-feira, junho 28, 2017

Estados Unidos aguardam acções da PGR de Moçambique depois da auditoria às dívidas ocultas

Comunicado da Embaixada americana em Maputo congratula a PGR pela divulgação do documento
Os Estados Unidos congratularam a Procuradora-Geral da República de Moçambique pela divulgação pública do sumário executivo da auditoria independente realizada pela conceituada empresa de consultoria internacional, Kroll, e dizem esperar por acções concretas.
“A divulgação do sumário executivo marca um passo importante para uma resolução transparente relativamente à emissão de mais de dois mil milhões de dólares em empréstimos à EMATUM, Proindicus, e Mozambique Asset Management”, diz a Embaixada americana em comunicado divulgado em Maputo.
“Como maior doador bilateral de Moçambique”, afirma a representação diplomática, “os Estados Unidos têm um interesse na gestão apropriada e transparente de fundos por parte do Governo de Moçambique”. Ler mais (Voz da América)

segunda-feira, junho 12, 2017

Trump processado por pagamentos recebidos de governos estrangeiros

Procuradores-gerais do Maryland e do Distrito de Colúmbia alegam que o Presidente norte-americano recebeu milhões de governos estrangeiros através das suas empresas.
Os procuradores-gerais do estado norte-americano do Maryland e do Distrito de Colúmbia (território onde se situa a capital dos EUA, Washington), vão processar o Presidente Donald Trump, alegando que este violou as normas anticorrupção da Constituição dos Estados Unidos, ao aceitar milhões de dólares de governos estrangeiros através das suas empresas. O processo dará entrada nos tribunais esta segunda-feira, noticia o Washington Post. Ler mais (Público.Pt)

quinta-feira, novembro 17, 2016

Só auditoria forense e internacional pode credibilizar Moçambique diante dos parceiros

O Chefe-Adjunto da Missão na embaixada dos Estados unidos da América em Moçambique, Bryan David, defende que a auditoria forense e internacional é a única alternativa para o país resgatar a confiança diante dos parceiros internacionais. Segundo David, os Estados Unidos estão disponíveis para trabalhar com Moçambique na recuperação da sua imagem a nível internacional.
“Temos esperança de que esta auditoria internacional forense cria as bases necessárias para garantir a transparência e a prestação de contas, que são um pré-requisito para o apoio financeiro alargado dos doadores para Moçambique”, disse.
Entretanto, o Chefe-adjunto da missão na embaixada dos Estados Unidos da América em Moçambique congratula o Governo pelos passos que está a tomar para esclarecer a dívida pública. “Congratulamos o Governo moçambicano pelo seu passo arrojado de concordar com uma auditoria internacional às dívidas da Proindicus, Ematum e MAM”.
A dívida pública moçambicana é estimada em mais de 11 biliões de dólares.
Bryan David falava, em Quelimane, numa palestra subordinada ao tema “Política Externa dos EUA no Governo de Donald Trump”.

Fonte: O País – 17.11.2016

domingo, novembro 13, 2016

PPROTESTOS CONTRA O QUÊ?

Ainda não percebi. Os protestos em muitos estados nos Estados Unidos da América e agora em Berlim na Alemanha são contra os resultados que são duma eleição livre e transparente ou contra o manifesto eleitoral de Donald Trump?

Nota: Tenho dito que se eu fosse americano e tivesse o direito de votar naquelas eleições, o meu voto teria ido para a Hillary Clinton. Como a própria Clinton e Obama, eu conformaria-me nos resultados dumas eleições livres e transparentes, contudo, eu lutaria para que aquilo que considero de extremismo, Trump não pusesse em prática.  

sábado, novembro 12, 2016

LEITURAS: Após os EUA, é a vez da França?

A cinco meses da eleição presidencial, os franceses temem que populistas possam capitalizar descontentamento e fazer com que o país seja a bola da vez, após a saída do Reino Unido da UE e a surpreendente vitória de Donald Trump.
Marine Le Pen, líder do partido populista de direita francês Frente Nacional (FN), postou no Twitter uma avalanche de felicitações a Donald Trump, mesmo antes de os resultados das eleições norte-americanas, para alfinetar os seus rivais franceses.
Após o referendo do “Brexit”, em que o Reino Unido decidiu sair da União Europeia (UE), e a vitória do republicano Donald Trump, muitos se perguntam se a próxima grande decepção pode atingir a França, onde a eleição presidencial está a apenas cinco meses de distância e a popularidade de Le Pen vem crescendo fortemente há meses.
Ela não é a única que pode potencialmente ganhar terreno. Políticos como Jean-Luc Mélenchon, de extrema-esquerda, e o ex-presidente Nicolas Sarkozy, de centro-direita, estão tentam adaptar a sua mensagem política ao resultado da campanha norte-americana.
“É interessante ver como os políticos daqui estão a transformar a vitória de Donald Trump em argumentos favoráveis a si”, observa o analista Bruno Cautrès, do instituto Sciences Po, de Paris.
O impopular François Hollande não teve escrúpulos para traçar paralelos entre o humor do eleitorado nos Estados Unidos e na França. “Os franceses devem saber que Trump é o que a extrema-direita poderia vir a fazer amanhã na França”, disse Hollande, segundo o livro de confissões do Chefe de Estado francês escrito por dois jornalistas do “Le Monde” e lançado mês passado.

Mas o que Hollande vê como um sinal de alerta foi abraçado como uma oportunidade pela líder da FN. "A eleição de Trump é uma boa notícia para o nosso país”, disse Le Pen numa conferência de imprensa na quarta-feira, acrescentando ter esperança de que isso seja a sentença de morte para um acordo de livre-comércio entre os Estados Unidos e a Europa e contribua para melhorar as relações com a Rússia. Ler mais (Jornal Notícias – 12.11.2016)

Donald Trump admite manter medidas do Obamacare

O Presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, disse estar aberto a manter algumas das medidas do sistema de saúde do Presidente Barack Obama, o designado 'Obamacare', contrariando o que havia prometido na campanha eleitoral.
O plano de reforma do sistema de saúde de Obama foi uma das principais bandeiras de campanha do republicano, tendo inclusive prometido acabar com o Obamacare nos primeiros 100 dias de mandato.
Em entrevistas, citadas pela France Presse, Donald Trump disse que iria considerar uma versão "alterada" da lei de saúde de 2010, uma mudança de posição depois de ter prometido revogar a medida.
Este anúncio foi uma das várias surpresas do Presidente eleito dos Estados Unidos perante a equipa de transição da Casa Branca, com que se volta a reunir hoje, pelo segundo dia.
Fonte: LUSA – 12.11.2016

quarta-feira, novembro 09, 2016

Hillary Clinton admite derrota dolorosa, mas crê que se deve dar oportunidade a Trump

A candidata democrata às presidenciais norte-americanas, Hillary Clinton, afirmou hoje que a derrota “é dolorosa”, mas instou os seus apoiantes a “aceitarem os resultados” e a darem uma "oportunidade para liderar" a Donald Trump. 
“Donald Trump vai ser presidente. Devemos-lhe uma mente aberta e uma oportunidade para liderar”, disse Clinton, acrescentando ter-se oferecido para trabalhar com o novo presidente no que for necessário.
“Nesta campanha, vimos que o país está mais dividido do que pensávamos”, disse, frisando a importância de todos defenderem “valores comuns” como o primado da lei, a igualdade e a não-discriminação.
Clinton, que falava publicamente pela primeira vez desde que foram conhecidos os resultados da eleição de Terça-feira, admitiu “não ser este o resultado” por que lutou, mas disse sentir “orgulho e gratidão” pela campanha e agradeceu o esforço de todos os seus apoiantes.
“Isto é doloroso e vai ser durante muito tempo, mas a campanha nunca foi sobre uma pessoa, é sobre o país”.
Hillary Clinton começou por agendar o discurso de reconhecimento da derrota para as 9:30 de Nova Iorque, adiando-o por uma hora pouco depois e acabando por proferi-lo às cerca das 11:40, duas horas e dez minutos depois da hora inicialmente marcada.

Fonte: SAPO – 09.11.2016

O discurso de vitória de Trump na íntegra

Obrigado. Peço desculpa por vos fazer esperar. Situação complicada. Obrigado.
Acabei de receber a chamada da Secretária Clinton. Deu-nos os parabéns. É sobre nós. Sobre a nossa vitória. E eu dei-lhe os parabéns e à sua família pela campanha muito renhida.
Ela lutou muito, trabalhou muito ao longo de muitos anos e temos uma grande dívida para com ela e para com o serviço que prestou ao nosso país. Digo-o com sinceridade.
Agora chegou o momento para os EUA sararem as feridas que nos dividem, para nos juntarmos e para que os republicanos, democratas e independentes deste país se juntarem como um povo unido. Chegou a altura.
Prometo a todos os cidadãos deste país que serei o Presidente de todos os norte-americanos e isso é muito importante para mim. Para todos os que não me escolheram apoiar no passado (e houve alguns) peço a vossa orientação e ajuda para que possamos trabalhar em conjunto e unificar o nosso grande país. Como disse desde o início, a nossa campanha não foi uma campanha, mas antes um grande e incrível movimento de trabalhadores que amam este país e que aspiram por um melhor futuro para si e para as suas famílias.
É um movimento composto por norte-americanos de todas as raças, religiões, classes e crenças que querem e esperam que o nosso governo esteja ao serviço do povo e ao serviço do povo estará. Ler mais (Público, 09.11.2016)

segunda-feira, outubro 24, 2016

Pesquisa indica que Hillary dispara na corrida à Casa Branca

Levantamento da ABCNews/Washington Post revela que 50 por cento dos eleitores preferem Hillary e 38 por cento a Donadl Trump.

A candidata democrata Hillary Clinton aumentou para 12 pontos a vantagem em relação ao seu adversário na corrida à eleição à Casa Branca de 8 de Novembro.

Pesquisa encomendada pela ABC News/Washington Post revelou que a antiga secretária de Estado obteve 50 por cento das instituições das intenções de votos quanto Donald Trump não foi além de 38 por cento.

A média geral das sondagens nacionais mostra um avanço de perto de seis pontos para Clinton (47,7% contra 41,9%). Ler mais (Voz da América – 24.10.2016)

quinta-feira, outubro 06, 2016

Estados Unidos realçam eleição presidencial em Cabo Verde e reitera ser um modelo em África

O porta-voz do Departamento de Estado americano "felicitou o povo de Cabo Verde pela sua participação entusiasta e pacífica na eleição presidencial" do passado domingo, 2, que, para John Kirby, reafirma "a posição de Cabo Verde como um modelo de valores democráticos e processos em África".

Fonte: Voz da AMérica – 06.10.2016

terça-feira, agosto 09, 2016

EUA/Eleições: 50 republicanos peritos em segurança nacional consideram Trump perigoso

Cinquenta republicanos que exerceram funções importantes na segurança nacional norte-americana denunciaram na segunda-feira a ignorância e incompetência do candidato à Casa Branca do partido, Donald Trump, considerando que seria “o presidente mais perigoso da história” do país.
A denúncia foi feita através de uma carta aberta cujos signatários trabalharam na Casa Branca, no Departamento de Estado ou no Departamento da Defesa, para os presidentes republicanos, de Richard Nixon a George W. Bush.
Sem apelarem ao voto na candidata democrata, Hillary Clinton, escrevem claramente, na carta publicada pelo jornal The New York Times, que nenhum deles vai votar em Donald Trump.
Os signatários declaram que Trump não é qualificado para o cargo, devido à falta de competências e à instabilidade do seu carácter.
"O sr. Trump não tem a personalidade, os valores ou a experiência para ser Presidente", escrevem, sublinhando que isso iria enfraquecer a autoridade moral dos Estados Unidos no mundo.
Dizem ainda que o candidato parece ignorar aspectos elementares da Constituição e do Direito norte-americanos.

segunda-feira, julho 11, 2016

ZIMBABWE: GOVERNO ACUSA FRANÇA E ESTADOS UNIDOS DE APOIAREM MANIFESTANTES

O governo zimbabweano acusa as embaixadas da França e dos Estados Unidos de apoiarem os manifestantes e a greve geral que, na semana passada, paralisou toda a actividade comercial, incluindo os transportes públicos.

A greve foi a última de uma série de protestos em repúdio contra a crescente deterioração das condições de vida no país.

O ministro zimbabweano do Interior, Ignatius Chombo, disse que
“temos informações dos nossos serviços secretos que apontam o envolvimento de embaixadas de países ocidentais em todos esses distúrbios”.

A evid
ência que conseguimos obter mostram que a Embaixada da França, em Harare, e outras são parte desta conspiração e de maquinações para forçar uma mudança de regime”, acrescentou Chombo.

domingo, junho 12, 2016

Estados Unidos e União Europeia propõem auditoria forense às dívidas de Moçambique

"Nós estamos disponíveis para fazer qualquer coisa porque somos parceiros e amigos de Moçambique, daí que queremos a mesma coisa que o povo moçambicano quer que é a Paz”, reiterou Pittmam aos jornalistas, adiantando que sobre as dívidas “o Governo deu esta semana são muito bons, mas é o início”.
“A confiança da comunidade internacional é baixa e Governo tem que aumentar a credibilidade e acreditamos que o Governo precisa fazer uma auditoria forense independente para saber exactamente o que aconteceu e também o que vai fazer para frente", sublinhou Dean Pittman.

quinta-feira, abril 14, 2016

Corrupção, abuso policial e maus-tratos contra a mulher violam direitos humanos em Moçambique

Departamento de Estado americano aponta também a falta de protecção dos direitos políticos e liberdade de expressão e de imprensa.

Moçambique continua a enfrentar sérios problemas no domínio dos direitos humanos, como a privação arbitrária ou ilegal, duras condições das prisões e nos centros de detenção, com relatos de tortura, e falta de protecção dos direitos políticos e liberdade de expressão e de imprensa.
A revelação é do Relatório sobre os Direitos Humanos de 2015 publicado nesta quarta-feira, 13, pelo Departamento de Estado americano, realçando que a impunidade dos violadores continua a ser um problema, apesar dos esforços desenvolvidos pelo Governo.

quarta-feira, março 23, 2016

Embaixador dos EUA diz que é preciso envolver todos no diálogo para alcance da paz

“Podemos apoiar um diálogo sério e envolvente”. Foi com estas palavras que o embai­xador dos Estados Unidos da América, Dean Pittman, dirigiu­-se à imprensa, esta segunda­-feira, para dizer que a solução para a actual tensão política em Moçambique passa, necessaria­mente, por um diálogo aberto e envolvente.
Dean Pittman, que falava à imprensa no Parque Nacional de Gorongosa, em Sofala, na cerimónia do Dia Mundial da Floresta, aponta o diálogo sério e envolvendo todos os partidos políticos e outras forças da so­ciedade como o caminho para se ultrapassar, definitivamente, a actual tensão política no país.
“Eu já disse várias vezes e volto a afirmar que, para solucionar uma crise político-militar, exis­te apenas um único caminho: o diálogo. Peço ao Governo e a todos os partidos políticos exis­tentes em Moçambique para, de forma humilde e patriótica, se unirem com o propósito de encontrarem uma solução para pôr fim à tensão política no país”, apelou o diplomata norte­-americano.

Fonte: O País – 23.03.2016

segunda-feira, fevereiro 15, 2016

CONGRESSISTAS DOS EUA DEFENDEM DIÁLOGO EM MOÇAMBIQUE

Uma delegação do Congresso norte-americano, que se encontra de visita a Moçambique, defende a efectivação de um diálogo conducente a uma paz efectiva, pois considera que esta é a única ferramenta capaz de garantir o crescimento contínuo que o país vem observando nas últimas duas décadas.

Este sentimento foi manifestado, hoje, em Maputo, minutos após o término de uma audiência que foi concedida àquela delegação pelo ministro moçambicano dos negócios estrangeiro e cooperação, Oldemiro Baloi.

quarta-feira, novembro 11, 2015

Reserva Federal Americana suspende venda de dólares a Angola

A Reserva Federal dos Estados Unidos decidiu suspender a venda de dólares a bancos sediados em Angola por sistemática violação das regras de regulação do sector e suspeita de que o país possa estar a financiar redes de terrorismo.

De acordo com a edição desta semana do semanário Expresso, a decisão do banco central americano foi comunicada pelo First National Bank da África do Sul, intermediador destas operações no mercado angolano.

Em causa ficam os USD 6 mil milhões de bens importados anualmente dos Estados Unidos.
Na base do corte também terão estado práticas de branqueamento de capitais, envolvendo somas anuais de milhões de dólares.