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sábado, dezembro 23, 2017

Moçambique votou contra decisão de Trump no “caso Jerusalém”

A decisão de Donald Trump reconhecer Jerusalém como capital de Israel levantou um grande debate a nível internacional. Devido à gravidade do assunto, numa disputa que também envolve a Palestina, as Nações Unidas levaram o caso à votação, na qual, a maioria dos países disse “Não” à decisão do presidente norte-americano. A embaixadora dos EUA nas Nações Unidas chegou a dizer, depois dos resultados da votação serem conhecidos, que o seu país iria se lembrar dos que votaram a favor da decisão de Donald Trump.
Neste contexto, de acordo com AIM, Moçambique integra um grupo de 128 países que, quinta-feira, votaram a favor de uma resolução na Assembleia Geral das Nações Unidas que exige dos Estados Unidos o não reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel.

segunda-feira, junho 12, 2017

Trump processado por pagamentos recebidos de governos estrangeiros

Procuradores-gerais do Maryland e do Distrito de Colúmbia alegam que o Presidente norte-americano recebeu milhões de governos estrangeiros através das suas empresas.
Os procuradores-gerais do estado norte-americano do Maryland e do Distrito de Colúmbia (território onde se situa a capital dos EUA, Washington), vão processar o Presidente Donald Trump, alegando que este violou as normas anticorrupção da Constituição dos Estados Unidos, ao aceitar milhões de dólares de governos estrangeiros através das suas empresas. O processo dará entrada nos tribunais esta segunda-feira, noticia o Washington Post. Ler mais (Público.Pt)

quarta-feira, maio 03, 2017

100 dias depois, Trump diz que a Presidência é mais difícil do que pensava

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a Presidência é mais difícil do que pensava e que tem saudades da vida que levava antes, em entrevistas a propósito dos primeiros 100 dias em funções.
Trump “adorava” a sua vida antiga: “Tinha tantas coisas a acontecer”, disse numa dessas entrevistas, citada pela Associated Press.
O novo “emprego” dá “mais trabalho” do que essa “vida antiga”: “Pensei que seria mais fácil”, afirmou nessa entrevista, dada à Reuters.
O Presidente lamentou também a perda de privacidade e descreveu a vida na Casa Branca como estar “num pequeno casulo”, dada a enorme segurança que o rodeia.
Donald Trump, eleito em Novembro e empossado em Janeiro, cumpre 100 dias em funções no Sábado.

Fonte: LUSA – 02.05.2017

segunda-feira, fevereiro 20, 2017

Trump justifica comentário sobre Suécia com o que viu na televisão Fox News

Jag tycker att du Carl Bildt har rätt i, jag tror med att Donald Trump knarkar ( Penso que tu Carl Bildt tens razão. Eu também creio que Donald Trum fuma suruma)

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, clarificou o comentário que fez em relação à Suécia, durante um discurso na Flórida, justificando o equívoco com algo que viu na televisão Fox News.
“A minha declaração sobre o que se está a passar na Suécia era uma referência a uma história emitida na Fox sobre imigrantes na Suécia", escreveu na rede social Twitter, sem mais explicações.

“Olhem para o se passa na Alemanha, olhem para o que se passou ontem à noite [sexta-feira] na Suécia. A Suécia, quem haveria de pensar? A Suécia. Eles acolheram muitos refugiados e agora têm problemas como nunca imaginaram que iriam ter”, afirmou Trump, num discurso feito sábado, na Florida, durante o qual justificou a sua política anti-imigração.

domingo, janeiro 29, 2017

Líderes políticos reagem a decisão de Trump

Um porta-voz da chanceler alemã, Angela Merkel disse neste Domingo, 29 de Janeiro, que Merkel “está convencida de que nem o necessário para combater o terrorismo justifica colocar pessoas de origem específica ou de uma religião em particular sob suspeição”.

Entretanto, a primeira-ministra britânica, Theresa May, foi enxovalhada pelos seus colegas políticos por não ter condenado a decisão de Trump. May estava em Ankara, para uma reunião com Recep Tayyip Erdogan, quando a decisão foi tornada pública e comentou que os Estados Unidos são responsáveis pela sua política sobre os refugiados e o Reino Unido é responsável pela sua política sobre os refugiados.

Já na Inglaterra, May disse que o Reino Unido não concorda com a proibição de Trump em relação a muçulmanos, acrescentando que a abordagem americana não vai ser usada pelo Reino Unido.

May levou contudo com a reacção de alguns legisladores, como Heidi Allen que publicou na media social que “liderança forte é não ter medo de dizer a alguém poderoso que não está certo… eu não quero saber o quão especial a relação é – algumas linhas não deviam ser atravessadas”.

Outro legislador, Jeremy Corbyn disse que "Theresa May devia ter defendido o Reino Unido e os seus valores condenando as acções de Trump. O nosso país devia entristecer-se por ela não o ter feito… Depois das horríveis acções de Trump e a fraqueza de May falhando em não condená-las é mais importante do que nunca para nós dizer aos refugiados que procuram um lugar seguro que eles vão ser sempre bem-vindos no Reino Unido.”

Trump deverá visitar o Reino Unido no fim deste, mas a parlamentar Sarah Wollston disse que o líder Americano não será convidado para falar no Parlamento, acrescentando que “aqueles que quiserem bajulá-lo podem encontrar outro lugar para fazê-lo”.

O ministro francês das Relações Exteriores, Jean Marc Ayrault condenou a decisão dizendo: "Receber refugiados que fogem da Guerra e da opressão é parte do nosso dever”

O homólogo de Ayrault na Alemanha, Sigmar Gabriel disse por sua vez que "Os Estados Unidos são um país onde as tradições cristãs têm um significado importante. Amar o ser vizinho é um valor cristão muito importante e isso inclui ajudar pessoas”.

Retno Marsudi, o ministro das Relações Exteriores da Indonésia, que tem a maior população muçulamana do mundo, mas que não faz parte da lista dos países cujos cidadãos estão proibidos de entrar nos EUA, disse à Reuters que “lamenta profundamente esta política"

No Irão, o ministro das Relações Exteriores, Mohammas Java Zarif, já disse que o seu país não vai retaliar os Estados Unidos, dando as boas-vindas a todos os americanos que tiverem visto para entrar no Irão.

Do Canadá, o primeiro-ministro Justin Trudeau também reagiu pelo Twitter, dizendo que “todos aqueles que fogem da perseguição, do terror e da guerra, são bem-vindos pelos canadianos, independentemente da sua fé. Diversidade é a nossa força”, escreveu Trudeau.


Fonte: Voz da América – 29.01.2017

quarta-feira, janeiro 25, 2017

Trump pode ser um perigo para o mundo inteiro

A ser verdade e sobretudo a ser prático o que Donald Trump escreve na sua conta Twister, os Estados Unidos da América devem ser das duas.

1. Um dos países menos democrático do mundo ou mesmo a pior ditadura que nenhum país africano hoje.

2. Nos Estados Unidos está-se perante um dos piores fascistas do mundo deste século. A Donald Trump só pode-se comparar a Augusto Pinochet do Chile, Idi Amin de Uganda, Francisco Franco da Espanha, Benito Mussolini da Itália, Adolf Hitler da Alemanha, entre outros ditadores, fascistas, nazistas ditadores do século 20.
Ora, desde que Trump ascendeu à Presidência dos EUA só leio e oiço que baniu isto e decidiu aquilo como por exemplo, banir o Obamacare, a versão em espanhol no site do governo dos EUA, contra casamentos de homossexuais, contra financiamento de abortos, decidir construção de muro na fronteira com o México, e em nenhum momento se fala de submeter nada ao Congresso (o parlamento dos EUA) e nem de decisão do Conselho de Ministros. Pior ainda é que parece que tudo o que lhe vem à cabeça é já lei dos EUA.
Democracia não começa e termina nas eleições o que parece ser com o Donald Trump.  Lembremo-nos que Hilter também havia sido eleito, mas para depois fazer o que fez. Desta maneira de Trump ser, não estaremos perante um indivíduo capaz de num abrir e fechar de olhos mandar lançar uma bomba atómica?

quarta-feira, janeiro 11, 2017

Trump aceita a tese de que a Rússia esteve por trás da questão dos hackings eleitorais

Vários meses depois da sua última conferência de imprensa, Donald Trump voltou ao púlpito para responder às perguntas dos jornalistas. Numa das declarações, o Presidente-eleito garantiu que o país vai ser mais respeitado agora que vai assumir a liderança e que a Rússia não deverá voltar a atacar o país.
Donald Trump assumiu, pela primeira vez, que a Rússia pode ter mesmo estado por trás dos ataques cibernéticos dirigidos aos Estados Unidos durante as últimas eleições presidenciais.
Na sua primeira conferência de imprensa enquanto Presidente-eleito, Trump disse ainda que a Rússia não foi o único país a atacar os EUA durante o período eleitoral e culpou o Partido Democrata por não ter programas de segurança informática suficientemente fortes para lidar com estas ameaças.

domingo, novembro 13, 2016

PPROTESTOS CONTRA O QUÊ?

Ainda não percebi. Os protestos em muitos estados nos Estados Unidos da América e agora em Berlim na Alemanha são contra os resultados que são duma eleição livre e transparente ou contra o manifesto eleitoral de Donald Trump?

Nota: Tenho dito que se eu fosse americano e tivesse o direito de votar naquelas eleições, o meu voto teria ido para a Hillary Clinton. Como a própria Clinton e Obama, eu conformaria-me nos resultados dumas eleições livres e transparentes, contudo, eu lutaria para que aquilo que considero de extremismo, Trump não pusesse em prática.  

sábado, novembro 12, 2016

O discurso de vitória de Trump na íntegra

Obrigado. Peço desculpa por vos fazer esperar. Situação complicada. Obrigado.
Acabei de receber a chamada da Secretária Clinton. Deu-nos os parabéns. É sobre nós. Sobre a nossa vitória. E eu dei-lhe os parabéns e à sua família pela campanha muito renhida.
Ela lutou muito, trabalhou muito ao longo de muitos anos e temos uma grande dívida para com ela e para com o serviço que prestou ao nosso país. Digo-o com sinceridade.
Agora chegou o momento para os EUA sararem as feridas que nos dividem, para nos juntarmos e para que os republicanos, democratas e independentes deste país se juntarem como um povo unido. Chegou a altura.

LEITURAS: Após os EUA, é a vez da França?

A cinco meses da eleição presidencial, os franceses temem que populistas possam capitalizar descontentamento e fazer com que o país seja a bola da vez, após a saída do Reino Unido da UE e a surpreendente vitória de Donald Trump.
Marine Le Pen, líder do partido populista de direita francês Frente Nacional (FN), postou no Twitter uma avalanche de felicitações a Donald Trump, mesmo antes de os resultados das eleições norte-americanas, para alfinetar os seus rivais franceses.
Após o referendo do “Brexit”, em que o Reino Unido decidiu sair da União Europeia (UE), e a vitória do republicano Donald Trump, muitos se perguntam se a próxima grande decepção pode atingir a França, onde a eleição presidencial está a apenas cinco meses de distância e a popularidade de Le Pen vem crescendo fortemente há meses.
Ela não é a única que pode potencialmente ganhar terreno. Políticos como Jean-Luc Mélenchon, de extrema-esquerda, e o ex-presidente Nicolas Sarkozy, de centro-direita, estão tentam adaptar a sua mensagem política ao resultado da campanha norte-americana.
“É interessante ver como os políticos daqui estão a transformar a vitória de Donald Trump em argumentos favoráveis a si”, observa o analista Bruno Cautrès, do instituto Sciences Po, de Paris.
O impopular François Hollande não teve escrúpulos para traçar paralelos entre o humor do eleitorado nos Estados Unidos e na França. “Os franceses devem saber que Trump é o que a extrema-direita poderia vir a fazer amanhã na França”, disse Hollande, segundo o livro de confissões do Chefe de Estado francês escrito por dois jornalistas do “Le Monde” e lançado mês passado.

Mas o que Hollande vê como um sinal de alerta foi abraçado como uma oportunidade pela líder da FN. "A eleição de Trump é uma boa notícia para o nosso país”, disse Le Pen numa conferência de imprensa na quarta-feira, acrescentando ter esperança de que isso seja a sentença de morte para um acordo de livre-comércio entre os Estados Unidos e a Europa e contribua para melhorar as relações com a Rússia. Ler mais (Jornal Notícias – 12.11.2016)

Donald Trump admite manter medidas do Obamacare

O Presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, disse estar aberto a manter algumas das medidas do sistema de saúde do Presidente Barack Obama, o designado 'Obamacare', contrariando o que havia prometido na campanha eleitoral.
O plano de reforma do sistema de saúde de Obama foi uma das principais bandeiras de campanha do republicano, tendo inclusive prometido acabar com o Obamacare nos primeiros 100 dias de mandato.
Em entrevistas, citadas pela France Presse, Donald Trump disse que iria considerar uma versão "alterada" da lei de saúde de 2010, uma mudança de posição depois de ter prometido revogar a medida.
Este anúncio foi uma das várias surpresas do Presidente eleito dos Estados Unidos perante a equipa de transição da Casa Branca, com que se volta a reunir hoje, pelo segundo dia.
Fonte: LUSA – 12.11.2016

sexta-feira, novembro 11, 2016

"O sonho do mundo não morreu", Moçambique reaje com surpresa à eleição de Trump

Moçambique terá que fazer por merecer uma grande visibilidade dentro da política externa dos Estados Unidos
Em Moçambique, a eleição de Donald Trump nas presidenciais americanas surpreendeu vários analistas, que previam que Hillary Clinton ganhasse o escrutínio.

Os governantes moçambicanos, geralmente não reagem, de imediato a determinados assuntos, optando sempre por fazer um compasso de espera.

quarta-feira, novembro 09, 2016

Hillary Clinton admite derrota dolorosa, mas crê que se deve dar oportunidade a Trump

A candidata democrata às presidenciais norte-americanas, Hillary Clinton, afirmou hoje que a derrota “é dolorosa”, mas instou os seus apoiantes a “aceitarem os resultados” e a darem uma "oportunidade para liderar" a Donald Trump. 
“Donald Trump vai ser presidente. Devemos-lhe uma mente aberta e uma oportunidade para liderar”, disse Clinton, acrescentando ter-se oferecido para trabalhar com o novo presidente no que for necessário.
“Nesta campanha, vimos que o país está mais dividido do que pensávamos”, disse, frisando a importância de todos defenderem “valores comuns” como o primado da lei, a igualdade e a não-discriminação.
Clinton, que falava publicamente pela primeira vez desde que foram conhecidos os resultados da eleição de Terça-feira, admitiu “não ser este o resultado” por que lutou, mas disse sentir “orgulho e gratidão” pela campanha e agradeceu o esforço de todos os seus apoiantes.
“Isto é doloroso e vai ser durante muito tempo, mas a campanha nunca foi sobre uma pessoa, é sobre o país”.
Hillary Clinton começou por agendar o discurso de reconhecimento da derrota para as 9:30 de Nova Iorque, adiando-o por uma hora pouco depois e acabando por proferi-lo às cerca das 11:40, duas horas e dez minutos depois da hora inicialmente marcada.

Fonte: SAPO – 09.11.2016

O discurso de vitória de Trump na íntegra

Obrigado. Peço desculpa por vos fazer esperar. Situação complicada. Obrigado.
Acabei de receber a chamada da Secretária Clinton. Deu-nos os parabéns. É sobre nós. Sobre a nossa vitória. E eu dei-lhe os parabéns e à sua família pela campanha muito renhida.
Ela lutou muito, trabalhou muito ao longo de muitos anos e temos uma grande dívida para com ela e para com o serviço que prestou ao nosso país. Digo-o com sinceridade.
Agora chegou o momento para os EUA sararem as feridas que nos dividem, para nos juntarmos e para que os republicanos, democratas e independentes deste país se juntarem como um povo unido. Chegou a altura.
Prometo a todos os cidadãos deste país que serei o Presidente de todos os norte-americanos e isso é muito importante para mim. Para todos os que não me escolheram apoiar no passado (e houve alguns) peço a vossa orientação e ajuda para que possamos trabalhar em conjunto e unificar o nosso grande país. Como disse desde o início, a nossa campanha não foi uma campanha, mas antes um grande e incrível movimento de trabalhadores que amam este país e que aspiram por um melhor futuro para si e para as suas famílias.
É um movimento composto por norte-americanos de todas as raças, religiões, classes e crenças que querem e esperam que o nosso governo esteja ao serviço do povo e ao serviço do povo estará. Ler mais (Público, 09.11.2016)

Barack Obama quer uma transição bem-sucedida na Casa Branca

O ainda presidente norte-americano reagiu ao resultado eleitoral.
"Houve um prognóstico que se tornou real: o sol nasceu", começou por dizer o presidente norte-americano, Barack Obama.
"Falei com Trump para o felicitar pela eleição. E convidei-o para vir à Casa Branca para que haja uma transferência entre ambas as presidenciais", uma transição "bem-sucedida", voltou a referir.
No mesmo sentido, Barack Obama recordou que Bush o recebeu da melhor forma, apesar das diferenças entre ambos, e que pretende fazer exatamente o mesmo com o candidato republicano que venceu as eleições.
Fonte: Notícias a Minuto – 09.11.2016

E se fosse em Moçambique a CNE não teria encontrado motivo para REVIRAVOLTA?

Donald Trump vence as eleições e é o novo Presidente dos Estados Unidos da América. Confesso que se eu tivesse o direito de votar nestas eleições, o meu voto iria para a Hillary Clinton, mas também confesso que não estou zangado com os americanos que livremente e num processo transparente escolheram a quem acham que deve ser o presidente deles. É democracia.
Contudo, lendo os comentários nas redes sociais e escutando as vozes aqui em volta, no transporte público, dos meus colegas e até dos meus alunos aqui na Suécia, parece que se fossem os não americanos a votarem Donald Trump não ganharia. Mesmo a imprensa nos EUA parece que mais preferia Clinton. Mas até aí é tudo democracia. E se fosse em Moçambique, pela opinião pública não teria sido visto isso pela CNE como uma pressão para REVIRAVOLTA?

Nota: lembrando que o diálogo sério para a paz em Moçambique começou com Ronald Reagan, como será agora com Donald Trump?

segunda-feira, outubro 24, 2016

Pesquisa indica que Hillary dispara na corrida à Casa Branca

Levantamento da ABCNews/Washington Post revela que 50 por cento dos eleitores preferem Hillary e 38 por cento a Donadl Trump.

A candidata democrata Hillary Clinton aumentou para 12 pontos a vantagem em relação ao seu adversário na corrida à eleição à Casa Branca de 8 de Novembro.

Pesquisa encomendada pela ABC News/Washington Post revelou que a antiga secretária de Estado obteve 50 por cento das instituições das intenções de votos quanto Donald Trump não foi além de 38 por cento.

A média geral das sondagens nacionais mostra um avanço de perto de seis pontos para Clinton (47,7% contra 41,9%). Ler mais (Voz da América – 24.10.2016)

terça-feira, agosto 09, 2016

EUA/Eleições: 50 republicanos peritos em segurança nacional consideram Trump perigoso

Cinquenta republicanos que exerceram funções importantes na segurança nacional norte-americana denunciaram na segunda-feira a ignorância e incompetência do candidato à Casa Branca do partido, Donald Trump, considerando que seria “o presidente mais perigoso da história” do país.
A denúncia foi feita através de uma carta aberta cujos signatários trabalharam na Casa Branca, no Departamento de Estado ou no Departamento da Defesa, para os presidentes republicanos, de Richard Nixon a George W. Bush.
Sem apelarem ao voto na candidata democrata, Hillary Clinton, escrevem claramente, na carta publicada pelo jornal The New York Times, que nenhum deles vai votar em Donald Trump.
Os signatários declaram que Trump não é qualificado para o cargo, devido à falta de competências e à instabilidade do seu carácter.
"O sr. Trump não tem a personalidade, os valores ou a experiência para ser Presidente", escrevem, sublinhando que isso iria enfraquecer a autoridade moral dos Estados Unidos no mundo.
Dizem ainda que o candidato parece ignorar aspectos elementares da Constituição e do Direito norte-americanos.

quarta-feira, dezembro 09, 2015

Mais de 100.000 pessoas pedem proibição de entrada de Trump no Reino Unido

Mais de 100.000 pessoas assinaram nesta quarta-feira um manifesto para proibir a entrada do político norte-americano Donald Trump no Reino Unido por incitar o ódio, em resposta a sua proposta de fechar os Estados Unidos aos muçulmanos.

Trump, que ambiciona ser o candidato republicano nas eleições presidenciais de 2016, e que até o momento é o favorito, é filho de uma escocesa e tem dois campos de golfe nesta região do norte.

"O Reino Unido proibiu a entrada de muitos indivíduos por incitação ao ódio", constata o manifesto dirigido ao Parlamento britânico (https://petition.parliament.uk/petitions/114003).