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quarta-feira, maio 03, 2017

100 dias depois, Trump diz que a Presidência é mais difícil do que pensava

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a Presidência é mais difícil do que pensava e que tem saudades da vida que levava antes, em entrevistas a propósito dos primeiros 100 dias em funções.
Trump “adorava” a sua vida antiga: “Tinha tantas coisas a acontecer”, disse numa dessas entrevistas, citada pela Associated Press.
O novo “emprego” dá “mais trabalho” do que essa “vida antiga”: “Pensei que seria mais fácil”, afirmou nessa entrevista, dada à Reuters.
O Presidente lamentou também a perda de privacidade e descreveu a vida na Casa Branca como estar “num pequeno casulo”, dada a enorme segurança que o rodeia.
Donald Trump, eleito em Novembro e empossado em Janeiro, cumpre 100 dias em funções no Sábado.

Fonte: LUSA – 02.05.2017

quarta-feira, novembro 09, 2016

O discurso de vitória de Trump na íntegra

Obrigado. Peço desculpa por vos fazer esperar. Situação complicada. Obrigado.
Acabei de receber a chamada da Secretária Clinton. Deu-nos os parabéns. É sobre nós. Sobre a nossa vitória. E eu dei-lhe os parabéns e à sua família pela campanha muito renhida.
Ela lutou muito, trabalhou muito ao longo de muitos anos e temos uma grande dívida para com ela e para com o serviço que prestou ao nosso país. Digo-o com sinceridade.
Agora chegou o momento para os EUA sararem as feridas que nos dividem, para nos juntarmos e para que os republicanos, democratas e independentes deste país se juntarem como um povo unido. Chegou a altura.
Prometo a todos os cidadãos deste país que serei o Presidente de todos os norte-americanos e isso é muito importante para mim. Para todos os que não me escolheram apoiar no passado (e houve alguns) peço a vossa orientação e ajuda para que possamos trabalhar em conjunto e unificar o nosso grande país. Como disse desde o início, a nossa campanha não foi uma campanha, mas antes um grande e incrível movimento de trabalhadores que amam este país e que aspiram por um melhor futuro para si e para as suas famílias.
É um movimento composto por norte-americanos de todas as raças, religiões, classes e crenças que querem e esperam que o nosso governo esteja ao serviço do povo e ao serviço do povo estará. Ler mais (Público, 09.11.2016)

domingo, setembro 13, 2015

Estados Unidos preocupados com violência política em Moçambique

Os Estados Unidos manifestaram hoje preocupação com o ataque no Sábado a uma coluna transportando o líder da Renamo, maior partido de oposição em Moçambique, e condenam a violência para se alcançar fins políticos. 

"A embaixada dos Estados Unidos da América em Maputo manifesta a sua preocupação pelos relatos de um ataque armado na noite do dia 12 de Setembro contra a caravana do partido Renamo [Resistência Nacional Moçambicana)", segundo um comunicado enviado pela missão diplomática à Lusa, reiterando "a sua condenação ao uso da violência para o alcance de quaisquer propósitos políticos".  Uma caravana de automóveis em que seguia o presidente da Renamo, Afonso Dhlakama, foi atacada ao início da noite de sábado na província de Manica, centro de Moçambique, havendo pelo menos sete feridos, três da Renamo, um dos quais grave, e quatro presumíveis atacantes. Ler mais

sábado, setembro 20, 2014

Estados Unidos avisam os seus cidadãos para riscos de violência

Os Estados Unidos emitiram um aviso aos viajantes e residentes norte-americanos em Moçambique para o risco de violência durante o período eleitoral naquele país africano, sobretudo nos dias anteriores e seguintes à votação agendada para 15 de outubro.

Embora não preveja violência generalizada, o aviso do Departamento de Estado, em vigor entre 18 de setembro e 30 de outubro, salienta que, dependendo dos resultados, "a instabilidade e potencial para a violência podem aumentar imediatamente após as eleições".

O aviso lembra que "os períodos eleitorais implicam habitualmente manifestações que podem tornar-se violentas e o uso da força pelos serviços de segurança", pelo que recomenda aos cidadãos norte-americanos que considerem se a sua viagem é mesmo necessária, sobretudo na semana que antecede a votação e nos dias posteriores.

LUSA – 19.09.2014

segunda-feira, janeiro 27, 2014

Manuel de Araujo como orador de palestras no EUA

O Presidente do Município de Quelimane, Manuel de Araújo, apresentou na tarde desta segunda-feira, na prestigiosa Howard University, em Washington, uma palestra subordinada ao tema: “Democracia e Eleições em Moçambique - Desafios e Perspectivas”. Na palestra participarão diplomatas, pesquisadores, docentes e discentes residentes na capital dos EUA.

quinta-feira, novembro 18, 2010

Embaixadora de Angola nos EUA Chamada a Luanda para Consultas

Angolanos endurecem posição face ao encerramento das contas bancárias da sua embaixada em Washington

A embaixadora de Angola em Washington, Josefina Pitra Diakité, foi chamada a Luanda para consultas no que representa um endurecimento da reacção angolana ao encerramento das contas da sua embaixada na capital americana.
Diakité é esperada em Luanda na manhã de quarta-feira onde tem marcadas reuniões de alto nível. O Bank of America encerrou, sem explicação as contas da embaixada que, entretanto, não conseguiu abrir contas em vários outros bancos onde foram feitas tentativas nesse sentido.
O Departamento de Estado afirma que, nos ternos da legislação americana, não tem autoridade para obrigar os bancos a aceitar clientes ou abrir contas. E acrescenta que a decisão de vários bancos cessarem a prestação de serviços a embaixadas de 37 países não é passível de interferência por parte do governo americano.

quarta-feira, novembro 17, 2010

EUA congela contas de embaixadas de 36 países

O governo americano ordenou o congelamento das contas bancárias das embaixadas de pelo menos 36 países em Washington.
Destes países, 17 são africanos e no grupo estão incluídos Angola, Moçambique e Cabo Verde.
A medida tem por objectivo o combate ao branqueamento de capitais, ao financiamento do terrorismo e a promoção da transparência bancária.
Relativamente a Angola, o congelamento das contas bancárias da embaixada, surge depois de uma transferência de 50 milhões de dólares do banco central angolano.
Essa transferência foi para uma conta privada e o congelamento da conta levou ao cancelamento das comemorações dos 35 anos da independência de Angola.
As autoridades dos três países africanos de língua portuguesa abrangidos pela medida já confirmaram à BBC o congelamento das contas e disseram estar a aguardar informações oficiais de Washington.
A BBC falou com o director de Assuntos Políticos do Ministério caboverdiano dos Negócios Estrangeiros, José Luís Rocha, com o vice-ministro moçambicano dos Negócios Estrangeiros, Henrique Mbanze, e com uma fonte da embaixada de Angola.
Todos eles insistiram que aguardam informações oficiais das autoridades americanas, tendo Angola e Moçambique chamado as suas embaixadoras para consultas.
Uma investigação do Senado norte-americano em Fevereiro tinha-se debruçado detalhadamente sobre os casos de Angola, Guiné Equatorial, Gabão e Nigéria, ilustrando os modos utilizados para contornar as medidas anti-branquemanto de capitais e anticorrupção.
E agora, a lista dos países africanos que estão a ser afectados pelas medidas impostas inclui o Burkina Faso, o Burundi, Cabo Verde, a República Centro-Africana, a República Democrática do Congo, a República do Congo, o Gabão, a Guiné Equatorial, a Gâmbia, o Lesoto, Madagáscar, o Maláui, a Mauritânia, Moçambique, a Namíbia, a Serra Leoa e a Suazilândia.

Fonte: BBC para África - 17.11.2010 escuta a VOA aqui!

quinta-feira, junho 10, 2010

Drugs - U.S. Treasury Defends Action Against Bachir

By Paul Fauvet

Mozambican businessman Mohamed Bachir Sulemane, named last week by US President Barack Obama as a drug baron, "imports heroin from south-east Asia and cocaine and marijuana from Latin America", accused Adam Szubin, director of the US Office of Foreign Assets Control (OFAC), speaking at a video conference between Maputo and Washington on Wednesday.
Szubin said that Bachir moves the drugs through Mozambique and on to final destinations elsewhere, such as South Africa and European markets.
OFAC is the agency in the US Treasury Department that implements sanctions against individuals and companies whom the President has named as involved in drugs trafficking, terrorism, and nuclear proliferation
Szubin described Bachir's alleged narcotics operations as large scale, but could not put an exact figure on them. He stressed that it is not small fry who are named by the US President as "narcotics kingpins", adding "he is viewed by us as a very significant trafficker".
Several journalists demanded that Szubin make public the evidence that OFAC had gathered against Bachir, but he declined to do so, pointing out that OFAC had not initiated any judicial proceedings against Bachir.
The naming of "kingpins", he said, is an administrative act intended to protect the US financial system against the proceeds of narco-trafficking. "The objective is to disrupt the financial operations of narcotics cartels, making it harder for them to achieve their goals, and to protect our financial system from dirty financial flows", Szubin declared.
He said that evidence against drug barons is gathered from a variety of US agencies (primarily in law enforcement and intelligence", and for anyone to be named as a "Tier One narcotic kingpin" requires "a high level of security about the evidence".
"This is not a criminal process", said Szubin, "in that documents do not go before a court, we are not prosecuting Bachir, and we are not trying to put him in jail. We just have evidence that he is a trafficker and we want him out of our financial system".
Bachir claims he has no bank accounts in the US, and no financial transactions with any US companies. Szubin would not comment on these claims, but he stressed that OFAC investigations into Bachir's affairs would continue.
Bachir's three known companies had been named and are under OFAC sanctions, meaning that no US citizens or institutions may have any dealings with them. But drug barons in the past have changed the names of their companies, or "set up new front companies, new shell companies". Bachir might do the same, said Szubin, "and we shall take further action as appropriate".
A spate of pro-Bachir propaganda articles and editorials in the Mozambican press have used the fact that names are regularly depleted from OPAC's kingpin list in order to claim that the American agency is incompetent, and names the wrong people. But Szubin replied that names are deleted when the individuals concerned give undertakings to sever all their links with narco-trafficking.
None of the deletions were because OFAC had made a mistake in its initial investigation, he said. "Typically, an individual approaches us, and says 'you designated me, I want to get off the list, and I will have nothing more to do with drugs. I will cut all my ties with trafficking, if you take me off the list'"
In such cases OFAC makes a judgment as to the credibility of the repentant trafficker. Often those requesting that their names be deleted are people with minor roles in cartels, or family members sitting on the boards of companies implicated in trafficking. OFAC, Szubin said, regarded the removals "as a success - we have turned these individuals away from trafficking".
But "Tier One Kingpins", he added, never apply for delisting, because they have spent years or decades in trafficking "and have no intention of changing".
However, if Bachir, or anyone else designated as a "Tier One Kingpin", were to request delisting, "we will look at it, we will always entertain such requests, but we would ask some very hard questions".
Szubin denied that there was any lack of due process, since any person on the list can appeal to the US courts. "These actions can be rescinded by a court", he said. "Should Bachir wish to challenge our actions, he may do so in a US court. Then a judge would look at the evidence we have".
Asked if Bachir could visit the US, Szubin said that depended on whether he was granted a visa "and the State Department would look very critically at such an application". If he does set foot on US soil, Bachir would not be in immediate danger of arrest, since no indictment has been issued against him.
As for Bachir's relations with non-American bodies, such as Mozambican banks, "it is our hope that banks and other organisations will take a very close look at his activities", Szubin said.
The US official declined to answer questions on whether anybody in the Mozambican government or the ruling Frelimo Party had facilitated Bachir's activities, and said he could not comment on information gathered during the investigation.
OFAC was "interested and willing" to have continuing discussions with the Mozambican authorities on issues of narcotics trafficking, he added.

Source: allafrica - 2010.06.10

quarta-feira, junho 02, 2010

US names Mohamed Bachir Suleman as ‘drug kingpin’

MOZAMBIQUE 164
News reports & clippings
2 June 2010

By Joseph Hanlon

Mohamed Bachir Suleman (MBS), one of Mozambique’s most prominent and wealthiest businessmen, was yesterday named as a “drug kingpin” by United States President Barack Obama. The designation makes it illegal for US citizens and business to conduct financial or commercial transactions with him or three of his businesses: Grupo MBS Limitada, Grupo MBS – Kayum Centre, and Maputo Shopping Centre.
A statement from the US embassy today states that non-US citizens employed by the embassy “are not prohibited from engaging in personal transactions (non-work related) with MBS and the companies listed. However, we strongly encourage all employees of the US Mission or any of its entities not to do business with Mohamed Bachir Suleman or any of his business interests.”
The US Department of the Treasury yesterday stated that "Mohamed Bachir Suleman is a large-scale narcotics trafficker in Mozambique, and his network contributes to the growing trend of narcotics trafficking and related money laundering across southern Africa. … Suleman leads a well-financed narcotics trafficking and money laundering network in Mozambique that is centered on his familyowned business conglomerate Grupo MBS Limitada.” (statements attached)

MBS is close to Frelimo and last year Savana reported that he donated nearly $1 million to the Frelimo electoral campaign. (article below)

Mozambique has been an important heroin transit and warehousing centre for more than a decade. Heroin is shipped from Pakistan to northern Mozambique, brought ashore in small boats, then warehoused (particularly in Nacala), and when orders are received shipped out in containers from Mozambican and South African ports. I first reported this in Metical nine years ago (article in English and Portuguese attached), but this was denied at the time by an international community anxious to support Mozambique as a “donor darling”.
Since then, large buildings have been built in Maputo and Nampula by people who have no obvious legal source of that much income. Over the past decade there have been no heroin seizures and no public fights between groups of drug traders, which suggests that the heroin trade is tightly regulated by senior people in the government, police and military.

Savana on-line 20 Outubro 2009


MBS na campanha da Frelimo

Apoiante confesso do partido no poder, Mahomed Bachir não pára de surpreender com os seus apoios à Frelimo.Depois de oferecer 50 mil dólares na última reunião de quadros da Frelimo, o grupo MBS voltou a disponibilizar 800 mil dólares norte-americanos para o apoio à campanha da Frelimo e do seu candidato.
Além do valor acima referido, o MBS responsabilizou-se pela colocação de reclames luminosos e painéis publi-citários da Frelimo e de Armando Guebuza em todas as vias públicas da cidade e província de Maputo, incluindo um mega painel luminoso com a figura de Guebuza colocado nas instalações do Maputo Shopping Centre.

Sobre a questão de tráfico de drogas

Relacionado ao assunto "EUA condenam alegado traficante moçambicano", quero recordar aqui aos compatriotas o seguinte relatório dos EUA, publicado pela AWEPA em Maio último, que comeca por:

I Summary

Mozambique is a transit country for illegal drugs such as hashish, herbal cannabis, cocaine, and heroin consumed primarily in Europe, and for mandrax (methaqualone) consumed primarily in South Africa. Illicit drug shipments passing through Mozambique may also find their way to the North America. Drug production mostly is limited to herbal cannabis cultivation and a small but growing number of mandrax laboratories. Evidence suggests considerable use of herbal cannabis and limited consumption of “club drugs” (Ecstasy/MDMA), prescription medicines, and heroin primarily by the country’s urban population. Porous borders, a poorly policed seacoast, inadequately trained and equipped law enforcement agencies, and corruption in the police and judiciary hamper Mozambique’s enforcement and interdiction efforts. The United States, the UN Office on Drugs and Crime (UNODC), and other donors have established only a limited number of cooperation programs to improve training of drug control officials and provide better interdiction and laboratory equipment. Mozambique is a party to the 1988 UN Drug Convention...

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