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sábado, maio 07, 2022

Como o mundo respondeu o apelo das ONU à ajuda a Mocambique

Mocambique aplicando as sancões contra o regime de Ian Smith

Há quem pensa que sanções começaram agora contra o regime de Putin, porém, em 1965 sob proposta do governo britânico a ONU impôs sanções contra Rodésia do Sul quando Ian Smith declarou unilateralmente, a independência da Rodésia do Sul e com um governo racial, isto é de brancos, rejeitando a exigência do governo britânico por um governo multirracial.

2.      Num Moçambique independente, em 1976, o governo moçambicano decidiu, com todos os riscos, aplicar efetivamente as sanções contra a Rodésia do Sul tendo contudo, custado uma perca que em 1984 se estimava-se em cerca de 556 milhões de dólares ou como o Conselho Económico e Social das Nações Unidas, estimou, foi uma perca entre £70.000.000 e £82.000.000.

As Nações Unidas fizeram um apelo para ajuda económica de Moçambique e alguns países responderam ao apelo, só que no geral a sua contribuição foi muito insignificante para reparar os danos causados. Foi neste contexto que em 1979 os países capitalistas avançados [leia-se países ocidentais] providenciaram 70,6 milhões de dólares ou seja 24,7% de toda a assistência prestada, a Escandinávia [ainda de países ocidentais] o equivalente a 50,5%, os Estados Árabes a cerca de 23,2% e os países socialistas cerca de 0,3% do total.” (Fonte: Joel Neves Tembe, Cadernos de História de Moçambique, 1, 2011,)

domingo, agosto 12, 2018

Eleições 2018 - CNE altera resultados eleitorais secretamente - Continuará assim depois do Zimbabwe?

Por Joseph Hanlon
CNE altera resultados eleitorais secretamente
- Continuará assim depois do imbabwe?
A vitória de Emmerson Mnangagwa foi em margem mínima. 36 320 votos a favor do candidato da ZANU-FP evitaram uma segunda volta nas eleições presidenciais no Zimbabwe. Em Moçambique, nas eleições gerais de 2014, a Comissão Nacional de Eleições (CNE) atribuiu secretamente 41 150 votos extras aos candidatos da Frelimo à Assembleia da República – decisão que foi posteriormente anulada pelo Conselho Constitucional e os votos devolvidos à oposição. Ainda assim, a CNE continua a fazer alterações dos resultados secretamente. Na segunda volta da eleição intercalar e Nampula, a CNE adicionou 572 votos extras – em segredo, sem explicação e em total violação do acórdão do Conselho Constitucional que determinou que tais lterações devem ser publicamente anunciadas.
Nas eleições de 10 de Outubro próximo, em alguns dos 53 municípios os vencedores podem ganhar com margens ínimas como no Zimbabwe. Se a CNE continuar a alterar resultados secretamente, esafiando a decisão anterior do Conselho Constitucional, o que irá acontecer.
Eleições Autárquicas 38 em anexo - CIP

quarta-feira, fevereiro 14, 2018

Morreu Morgan Tsvangirai

O principal líder da oposição do Zimbabwe, Morgan Tsvangirai, perdeu a vida esta noite, na África do Sul, vítima de doença, disse um alto funcionário do seu partido MDC, citado pela BBC.

Fonte: O País – 14.02.2018

terça-feira, novembro 21, 2017

Mugabe renuncia o cargo

O histórico líder do partido ZANU-PF, e Presidente do Zimbabwe desde 1980, Robert Mugabe, resignou o cargo de Chefe do Estado, disse o Porta-voz do parlamento Jacob Mudenda, de acordo com a BBC.
O anúncio de Robert Mugabe acontece numa altura em que o parlamento zimbabweano debate a moção de impeachment ao presidente de que deixa o cargo aos 93 anos de idade.

Fonte: O País – 21.11.2017

segunda-feira, novembro 20, 2017

Destituído da liderança da ZANU-PF, Mugabe não se demite e anuncia que vai presidir a transição

Destituído da presidência da União Nacional Africana de Zimbabwe-Frente Patriótico (ZANU-PF), Robert Mugabe não anunciou a sua saída da presidência do Zimbabwe num comunicado ao país transmitido pela televisão estatal neste domingo(19), como era esperado, e afirmou que vai presidir o processo de transição no país vizinho de Moçambique.

In @Verdade – 20.11.2017

domingo, novembro 19, 2017

Expulsos da Zanu-PF

O Comité Central da Zanu-PF destituiu Robert Mugabe como Presidente do partido e expulsou a sua mulher, Grace Mugabe bem como dois dos ministros mais próximos de Robert Mugabe, os da Educação Superior, Jonathan Moyo, e o das Finanças, Ignatius Chombo. 

Fonte: Deutsche Welle, 19.11.2017

Mugabe afastado da liderança do partido

Vice-presidente Emmerson Mnangagwa será o sucessor do MugabeRobert Mugabe foi, hoje, afastado da liderança do ZANU-PF e substituído por Emmerson Mnangagwa, durante uma reunião extraordinária do partido, disse à Reuters um dos participantes, citado pelo Diário de Notícias.
O exército assumiu o controlo do Zimbabwe apoiando Emmerson Mnangagwa, o vice-Presidente demitido na última semana pelo chefe de Estado, na sequência de uma intensa campanha da sua mulher, Grace Mugabe, a qual também foi agora afastada do partido.
A influente Liga dos Jovens da ZANU-PF pedira a Robert Mugabe que se demitisse do cargo de Presidente e exigira a "expulsão" de Grace Mugabe do partido no poder no Zimbabwe desde a independência, em 1980.

Fonte: O País – 19.11.2017 

Liga da Juventude da Zanu-PF "exige" a expulsão da Grace Mugabe

"Exigimos a expulsão, mais do que nunca da senhora (Grace) Mugabe da Zanu-PF e exigimos do presidente Mugabe que se demita do seu posto do presidente e primeiro secretário do partido e as funções do Presidente da República do Zimbabwe", Liga da Juventude da Zanu-PF (Angop – 19.11.2017)

sábado, novembro 18, 2017

Zimbabwe: Milhares de pessoas protestam contra Mugabe

Milhares de pessoas tomaram as ruas das principais cidades do Zimbabwe este sábado para exigir a renúncia do presidente, Robert Mugabe, que pode estar a viver seus últimos dias no cargo após 37 anos no poder depois que os militares tomaram o controlo do país, informou a Agência EFE.

Tanto na capital do país, Harare, como na segunda maior cidade, Bulawayo, os bairros centrais se encheram de cidadãos com bandeiras zimbabueanas e cartazes com mensagens como "Mugabe, saia agora" e "O Zimbabwe não é uma empresa privada, Mugabe deve renunciar".
As manifestações foram convocadas por mais de uma centena de organizações civis, a união sindical e a influente associação de veteranos de guerra, e contam com o apoio das forças armadas, que controlam o país de fato desde a última terça-feira.
As chamadas "marchas da solidariedade" expressam seu apoio à intervenção militar contra o governo de Mugabe, e nelas é possível ver cartazes com a imagem do chefe do exército, Constantine Chiwenga, junto com a inscrição "a voz do povo".

sexta-feira, novembro 17, 2017

Sobre os acontecimentos no Zimbabwe

No meu ponto de vista, o que está a acontecer no Zimbabwe é bom e podia ser uma lição (modelo) para toda África. Pode ser que os militares fizeram tudo sem contar com o resultado final e nem Mugabe não tenha contado com o que possa acontecer no Zimbabwe nos próximos anos.

1. Pode ser que estes acontecimentos melhorem  a democracia interna no ZANU-PF mais do que se o
Emmerson Mnangagwa  ou a Grace Mugabe fossem indicados por um único homem – Robert Mugabe. Não julgo haver dúvidas que o sucessor de Mugabe será escolhido pelos militares veternanos, mas os zimbabweanos não reagirá doutra forma quando estes tiverem a oportunidade soberana ?
2. Pode ser que estes acontecimentos venham a abrir muito mais a consciência dos zimbabweanos, assumindo que só eles podem fazer mudanças no Zimbabwe e é pelos votos. Tenho dificuldades de acreditar que os que festejavam nas ruas, aquilo que me fez lembrar o golpe de Estado  em Portugal, era por prisão domiciliária do Presidente Mugabe por algumas horas.

3. O problema do clássico golpe de estado em África é de muitas vezes eliminar a democracia ou o processo democrático. Os militares por mais que digam que é para restaurar a democracia, sempre vêm com um período de transição que lhes permite formar um partido e abocanhar o poder para “sempre.”

Exército anuncia detenções de pessoas próximas de Mugabe

O exército do Zimbabwe, que controla a capital Harare, anunciou, hoje, que deteve pessoas próximas do Presidente, Robert Mugabe, e congratulou-se pelos "progressos significativos" da sua operação de purga no seio do partido no poder, o Zanu-PF, avança o Notícias ao Minuto.

"Queremos informar à nação de que progressos significativos foram alcançados no âmbito da nossa operação. Detivemos vários criminosos, enquanto outros continuam em fuga", disse o exército num comunicado publicado no jornal estatal The Herald.
Robert Mugabe e as forças armadas tiveram, ontem, uma reunião na sede da Presidência, com a mediação de um sacerdote e enviados do Governo da África do Sul. Ler mais (O País – 18.11.2017)

quinta-feira, novembro 16, 2017

Robert Mugabe recusa-se a abandonar o poder

Fonte dos serviços secretos do Zimbabwe disse à Reuters, citada pelo Expresso, que o ainda Presidente Robert Mugabe, impedido de sair de casa pelos militares, não quer deixar o cargo voluntariamente e recusou a mediação de um padre católico, único meio de contacto com os generais.
Ainda de acordo com o Expresso, conta a Reuters, citando uma fonte política, que o padre Fidelis Mukonori constitui nesta altura o único elo de ligação entre Mugabe e os generais que numa declaração transmitida pela televisão justificaram o assalto ao poder com a necessidade de capturar “criminosos” próximos do chefe de Estado, “que estão a causar sofrimento económico e social no país”.
Relatórios dos serviços secretos a que a Reuters teve acesso sugerem que o antigo chefe da segurança e vice-Presidente, Emmerson Mnangagwa, cuja demissão foi anunciada na segunda-feira, dia 6, será o arquiteto do golpe que começou a ser desenhado há mais de um ano.

terça-feira, novembro 07, 2017

VICE-PRESIDENTE DO ZIMBABWE FOI DEMITIDO

O vice-presidente do Zimbabwe, Emmerson Mnangagwa, foi demitido, anunciou, esta segunda-feira, o ministro da Informação, Simon Khaya Moyo.
"O excelentíssimo Presidente Mugabe exerceu o seu poder para exonerar, com efeito imediato, o honorável vice-presidente Mnangagwa das suas funções de vice-presidente da República do Zimbabué", disse Khaya Moyo aos jornalistas, em Harare.
Emmerson Mnangagwa, de 75 anos, apelidado de "crocodilo", tem sido criticado nas últimas semanas por pessoas próximas ao Presidente Mugabe, incluindo a primeira-dama, Grace Mugabe, que o censurou por ter fingido ter sido vítima de uma tentativa de envenenamento em Agosto passado.
Os apoiantes do vice-presidente do Zimbabwe sugeriram, na altura, que a culpada da alegada tentativa de envenenamento seria a Primeira-dama, que desmentiu as alegações.
O ministro da Informação acrescentou que "ficou claro" que o comportamento de Emmerson Mnangagwa "durante o exercício das suas funções se tornou incoerente com as suas responsabilidades oficiais".
"O vice-presidente apresentou sistemática e constantemente falta de lealdade, desrespeito, desonestidade e falta de seriedade", explicou.
A sua demissão ocorre numa altura em que a guerra pela sucessão do Presidente de 93 anos se intensifica, apesar de Mugabe já ter anunciado que se candidatará a um novo mandato em 2018.

Fonte: Notícias a Minuto, in Rádio Moçambique – 07.11.2017

sábado, abril 22, 2017

ZIMBABWE / TSVANGIRAI E MUJURU FORMAM COLIGAÇÃO

Os dois principais rivais do incumbente Presidente zimbabweano anunciaram, quarta-feira, a formação de uma coligação para derrubar Robert Mugabe, 93 anos, nas eleições gerais de 2018.

Morgan Tsvangirai, que já chegou a ocupar o cargo de primeiro-ministro do Zimbabwe em um governo de unidade nacional com a ZANU-PF, partido de Mugabe, no período compreendido entre os anos de 2009 até 2013, disse que ele e Joice Mujuru tencionam formar um governo de coligação para trazer mudanças políticas.

Mujuru foi vice-presidente durante uma década até que ela foi demitida em 2014, acusada de conspiração para derrubar Robert Mugabe.

'Este é apenas o início de um processo para criar uma ampla aliança para enfrentar ZANU-PF doravante até as próximas eleições em 2018', disse Tsvangirai, referindo-se ao partido chefiado pelo líder mais antigo de África.

domingo, março 05, 2017

Jornalistas e executivo detidos por "insultarem" Robert Mugabe

Dois jornalistas e um executivo foram detidos no Zimbábue por publicarem um artigo no jornal News Day,no qual afirmam que a saúde do Presidente Robert Mugabe está a deteriorar-se.
A revelação foi feita à imprensa pelo jurista Obey Shava, da organização Advogados do Zimbabué pelos Direitos Humanos, adiantando que eles foram acusados de “insultar o Presidente".
Os acusados são os jornalistas Richard Chidza, o editor Wisdom Mudzungairi e o executivo Sifikile Thanete.
O artigo, que referiu-se a um “recente susto relativo à saúde” de Robert Mugabe, foi publicado no momento em que o Presidente de 93 anos encontra-se em Singapura para um revisão médica programada, segundo as fontes do Governo.
No Zimbábue, insultos contra o Presidente pode dar lugar a penas de prisão.

Fonte: Voz da América – 03.03.2017

sexta-feira, março 03, 2017

Cheias no Zimbabwe já causaram 246 mortes

As inundações que se registam no Zimbabwe mataram 246 pessoas e deixaram cerca de 2.000 pessoas desalojadas, desde Dezembro do ano passado.
As águas das chuvas interromperam pontes, estradas entre outras infra-estruturas.
O governo pediu ajuda internacional para repor os danos causados pelas inundações, que ocorrem tempos depois de o país ter sido atingido por uma seca severa que prejudicou a produção agrícola.
O Zimbabwe já foi, durante muitos anos, considerado celeiro da África Austral. 

Fonte: O País – 03.03.2017

domingo, fevereiro 26, 2017

Dois milhões de dólares retirados dos cofres do Zimbabwe para festa dos 93 anos de Mugabe

Os festejos, que ocorreram em Matabeleland, no Oeste do país, terão custado aos cofres do Governo pelo menos dois milhões de dólares.
Os gastos com a festa foram criticados por muitos que consideram que o dinheiro deveria ser gasto para resolver problemas do país.
O Presidente passou sentado a maior parte do evento, enquanto oradores elogiavam a sua liderança e representantes dos Governos do Botswana, da Namíbia, de Angola e da Zâmbia ajoelhavam-se para felicitá-lo.
No poder há 37 anos, Robert Mugabe é ex-líder rebelde e considera recandidatar-se às eleições de 2018.
A festa de aniversário milionário de Mugabe realiza-se num período em que o povo e o Governo do Zimbabwe enfrentam uma série de dificuldades. Médicos estão em greve devido à deterioração das condições de trabalho, falta de pessoal e de medicamentos. A economia do país passa por turbulência, enquanto muitos jovens não conseguem um emprego estável.
Devido à seca severa, os agricultores mal conseguem cultivar alimentos básicos ou até mesmo alimentar suas próprias famílias. Assim, por causa da fome, cerca de cinco milhões de zimbabweanos dependem de ajuda internacional.

Fonte: O País – 26.02.2017

segunda-feira, novembro 21, 2016

Mugabe poderá deixar poder em breve

O presidente zimbabweano, Robert Mugabe, deixou em aberto no último final de semana, em Harare, a possibilidade de não apresentar-se como candidato do Partido Zanu-PF, às eleições de 2018, noticiou a Prensa Latina.
O estadista, de 92 anos, que falava durante uma reunião com os antigos combatentes, não indicou quando daria esse passo, mas falou de uma eventual reforma durante o encontro.
A União Nacional Africana do Zimbabwe - Frente Patriótica (ZANU-PF) é a força política no poder desde que em 1980, o país alcançou a independência.
Mugabe tem sido alvo de vários protestos da oposição, que questiona a sua capacidade física para assumir um cargo tão importante como a Presidência da República zimbabweana. Ainda na última Sexta-feira, seis activistas opositores foram sequestrados e agredidos por desconhecidos antes de uma manifestação de protestos em Harare contra o governo do presidente Robert Mugabe.

terça-feira, julho 19, 2016

Warnings of riots and lost elections

By Joseph Hanlon

Events in Zimbabwe last week should worry Frelimo. Since 2009 Zimbabwe has used the US dollar as its main currency but the government is short of dollars. It has not paid civil servants since May, and has tried to block imports from South Africa. Last week saw a widely observed general strike, organised on social media, protesting at the economic crisis - and also against the growing number of police checkpoints where money is demanded. Mozambique is very import dependent and is also running out of US dollars; increasing devaluation of the Metical and import restrictions are causing inflation and there is worry that Mozambique cannot keep borrowing domestically to pay civil servants. Riots in 2008 and 2010 were triggered by similar but much less serious economic squeezes. As in Zimbabwe, police checkpoints and an increased police presence could increase the tension.

Last month former security minister and Frelimo maverick Sergio Vieira warned that Frelimo is at risk of losing the next elections (municipal in 2018 and national in 2019). Frelimo had already received “yellow cards”, in the shape of its declining vote in the 2013 and 2014 municipal and general elections, he told Magazine Independente (14 June). “The Party no longer brings together workers, peasants and intellectuals”, he added. “Right now it is dominated by various kinds of functionaries, business people, and even those who loot the state”. There was “a crowd of new crooks” who had entered Frelimo “and they are persecuting honourable, efficient and hard working people”. (AIM En 15 June) 

domingo, julho 17, 2016

Opositor pede novos protestos contra Mugabe

O pastor Evan Mawarire é a nova cara da contestação popular no Zimbabué. Um dia depois de ser libertado, apelou à continuação dos protestos contra o regime do Presidente Robert Mugabe, no poder desde 1980.
Desconhecido do grande público até há alguns meses, Evan Mawarire é o líder de um novo movimento cívico contra o Governo do Zimbabué, chefiado por Robert Mugabe e acusado frequentemente de corrupção, injustiças e abuso de poder.

O pastor de 39 anos apelou à paralisação do país no Facebook. Evan Mawarire tem usado as redes sociais para mobilizar os militantes anti-Mugabe. Ler mais (Deutsche Welle – 15.07.2016)