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sábado, novembro 18, 2017

Zimbabwe: Milhares de pessoas protestam contra Mugabe

Milhares de pessoas tomaram as ruas das principais cidades do Zimbabwe este sábado para exigir a renúncia do presidente, Robert Mugabe, que pode estar a viver seus últimos dias no cargo após 37 anos no poder depois que os militares tomaram o controlo do país, informou a Agência EFE.

Tanto na capital do país, Harare, como na segunda maior cidade, Bulawayo, os bairros centrais se encheram de cidadãos com bandeiras zimbabueanas e cartazes com mensagens como "Mugabe, saia agora" e "O Zimbabwe não é uma empresa privada, Mugabe deve renunciar".
As manifestações foram convocadas por mais de uma centena de organizações civis, a união sindical e a influente associação de veteranos de guerra, e contam com o apoio das forças armadas, que controlam o país de fato desde a última terça-feira.
As chamadas "marchas da solidariedade" expressam seu apoio à intervenção militar contra o governo de Mugabe, e nelas é possível ver cartazes com a imagem do chefe do exército, Constantine Chiwenga, junto com a inscrição "a voz do povo".

quarta-feira, setembro 06, 2017

Cabo Verde: Protesto em São Vicente é sinal de que a democracia está viva (PM)

O Primeiro-Ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, considerou que o protesto promovido esta terça-feira, pelo movimento cívico Sokols, em São Vicente, "é um sinal de que a democracia está viva", noticiou a Lusa.

A comitiva do Primeiro-Ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva, foi esta terça-feira, parada à chegada a São Vicente por cerca de duas dezenas de manifestantes que reclamam o avanço do processo de regionalização prometido pelo Governo.

Segundo noticiou a agência cabo-verdiana de notícias Inforpress, a comitiva do primeiro-ministro, acompanhado do ministro das Finanças, Olavo Correia, chegou cerca das 08h00 horas locais à ilha cabo-verdiana de São Vicente, tendo sido parada à saída do aeroporto Cesária Évora por elementos do movimento cívico Sokols.

Cerca de duas dezenas de elementos do movimento que a 05 de Julho último, mobilizou milhares de pessoas numa manifestação no Mindelo contra o que consideram o "centralismo exacerbado" da capital, pediram à chegada do primeiro-ministro a São Vicente autonomia para a segunda ilha mais populosa do país.

sábado, abril 08, 2017

Sul-africanos saem à rua em protestos contra Zuma

Os protestos na África do Sul iniciaram ontem. Mais de 60 mil pessoas saíram às ruas para manifestar contra a decisão do Presidente Sul-africano, que consistiu em demitir o ministro das Finanças numa altura em que a depreciação do rand em relação ao dólar acentua.
Até aqui, os protestos são considerados pacíficos. No dia 12 de Abril, quarta-feira, dia em que Jacob Zuma completa 75 anos, está previsto que vários partidos políticos sul-africanos marchem por vários edifícios emblemáticos daquele país para exigir a saída do poder ao Presidente Jacob Zuma.
A demissão do ministro das Finanças levanta a suspeita de que a corrupção no Governo irá aumentar e a situação económica vai degradar-se. Na sexta-feira, cinco pessoas foram feridas por balas de borracha durante uma marcha perto da sede nacional do ANC, em Joanesburgo.
Entre os manifestantes estava o laureado com o Nobel da Paz, o bispo Desmond Tutu, que aos 85 anos fez uma rara aparição pública para apoiar os protestos e os pedidos de demissão do Presidente.
O ministro das Finanças, Pravin Gordhan, foi demitido há uma semana, uma situação que culminou com a queda do rand em 10% em relação ao dólar norte-americano.
Jacob Zuma demitiu Pravin Gordhan, alegando que ele e o seu vice estavam envolvidos numa campanha de mobilização da comunidade internacional para não investir na África do Sul em protesto contra as medidas radicais do Presidente.
Entretanto, o vice-Presidente e outros outros membros séniores do ANC rejeitaram as alegações de Jacob Zuma, considerando-as inaceitáveis e ridículas.
A COSATU e o Partido Comunista, aliados do ANC na governação, disseram que Zuma já não tem capacidade para liderar a aliança tripartida governamental.
Os adversários políticos e sociais de Jacob Zuma mobilizaram-se em todo o país e prometem continuar até que Zuma abandone o poder.
Depois de vários dias de rumores e tensões, o Chefe de Estado sul-africano tinha anunciado no 31 de Março uma remodelação governamental de grande amplitude, marcada pela nomeação de dez ministros e de igual número de vice-ministros, muitos deles considerados seus fiéis.
Em três anos, Zuma trocou quatro ministros das finanças. A demissão do ministro das Finanças Pravin Gordhan foi seguida pela descida do “rating” do país pela Standard & Poors no primeiro patamar do “lixo”, citando a demissão do ministro.
Em virtude da maioria que tem no Parlamento, Jacob Zuma terminará o seu segundo e último mandato em 2019. Em 2014, Zuma formou um Governo com cerca de 75 ministros, o maior na história da África do Sul, mas o seu desempenho tem sido muito criticado dentro e fora do ANC.

Fonte. O País – 08.04.2017

sexta-feira, fevereiro 24, 2017

"Vamos continuar até ao dia que conseguirmos", Hitler Samussuku

Activistas afirmam terem pedido autorização para a manifestação no Largo 1º de Maio, em Luanda, mas foram acossados do local nesta com acção da brigada canina.
Hitler Samussuku, um dos activistas envolvidos na organização da manifestação que pedia a demissão do ministro da Administração do Território de Angola, Bornito de Sousa, descreve a acção da polícia, à VOA, dizendo que foram agredidos pelos cães e por porretes. Ler mais (Voz da América - 24.02.2017)

domingo, novembro 13, 2016

PSP detém elemento do PNR na manifestação de imigrantes

A PSP deteve um dos elementos do Partido Nacional Renovador (PNR), que participam hoje numa manifestação na zona do Martim Moniz em Lisboa, onde também decorre um protesto dos imigrantes, constatou a Lusa no local.
O elemento do PNR detido tentou, por várias vezes, furar o cordão policial que separava a manifestação dos imigrantes.
Os imigrantes, que se juntaram ao início da tarde junto ao Centro Comercial da Mouraria, em Lisboa, deram já início ao desfile em direção às Portas de Santo Antão.
Os ânimos exaltaram-se quando os imigrantes passaram, na Praça do Martim Moniz, pelos elementos do PNR.
Entretanto, elementos da PSP cercaram os elementos do PNR para que o desfile dos imigrantes decorra sem problemas. Ler mais (Notícias ao minuto - 13.11.2016)

PPROTESTOS CONTRA O QUÊ?

Ainda não percebi. Os protestos em muitos estados nos Estados Unidos da América e agora em Berlim na Alemanha são contra os resultados que são duma eleição livre e transparente ou contra o manifesto eleitoral de Donald Trump?

Nota: Tenho dito que se eu fosse americano e tivesse o direito de votar naquelas eleições, o meu voto teria ido para a Hillary Clinton. Como a própria Clinton e Obama, eu conformaria-me nos resultados dumas eleições livres e transparentes, contudo, eu lutaria para que aquilo que considero de extremismo, Trump não pusesse em prática.  

quarta-feira, julho 06, 2016

Embaixador do Zimbabwe diz que atraso salarial no seu país deve-se à escassez do dólar american

O Embaixador do Zimbabwe, Maj Dube, em Moçambique, diz que o atraso salarial dos funcionários do seu país deve-se à escassez do dólar americano, que é a principal moeda usada no país. O governo do Zimbabwe assume que vai pagar os salários até dia 14 e promete fazer adiantamentos de 100 dólares a cada funcionário público.
Maj Dube começou por explicar que o protesto dos taxistas, ocorridos ontem, nas ruas do Zimbabwe, deveu-se ao reforço da fiscalização rodoviária que não agradou à classe. Quanto ao contingente policial, o Embaixador explica que o efectivo está nas ruas para proteger os bens públicos que estavam a ser destruídos.       
A embaixada do Zimbabwe garante, contudo, que a situação já está controlada e que a polícia está posicionada em diferentes cidades para evitar mais violência.  

Fonte: O País – 06.07.2016

sexta-feira, junho 17, 2016

Deixe-nos mostrar a nossa indignação!

As dívidas estão aí, infelizmente. Contraídas de forma ilegal e pornográfica por uma corja de indivíduos que, sem escrúpulos, fingem que o assunto não lhes diz respeito. O sofrido povo moçambicano, como sempre, será obrigado a pagar por algo que não faz a mínima ideia. Não há informação sobre o destino certo dado ao empréstimo. A única certeza é de que o dinheiro não entrou nos cofres do Estado. A bilionária dívida está aí. E os moçambicanos continuam a morrer de fome, e de doenças curáveis. Os moçambicanos continuam a debater-se com a falta de escolas condignas, estradas e água potável.

A triste situação que, presentemente, o país travessa é bastante revoltante. Diante da tamanha falcatrua habilmente perpetrada pelo Governo da Frelimo, não nos resta mais nada, como um povo, senão mostra a nossa indignação colectiva. É preciso fazermo-nos às ruas, para demonstrarmos a nossa indignação contra toda essa impunidade que cobre as instituições públicas e/ou de Estado. Precisamos de mostrar a nossa revolta contra este Governo de mafiosos.

Sociedade civil moçambicana manifesta-se “Pelo direito à esperança”

Justificação da dívida pública revela arrogância do governo, diz Nzira de Deus, do Fórum Mulher.

Mais de trinta organizações não-governamentais moçambicanas realizam este sábado, 18 de Junho, uma manifestação, em Maputo, para exigir do governo uma melhor explicação sobre a situação económica e política do país, que agudiza o sofrimento da população.

A manifestação denomina-se “Pelo direito à esperança”.
“Sentimos que estão a tirar o direito de participar na vida pública, e os últimos acontecimentos em relação à dívida pública mostram uma certa arrogância do governo em dar satisfação aos cidadãos”, diz Nzira de Deus, diretora-executiva do Fórum Mulher, que faz parte do movimento.
Por outro lado, diz a activista dos direitos humanos, a tensão política na zona centro está a atingir níveis alarmantes, e é necessária uma resposta.

terça-feira, maio 17, 2016

Autoridades confirmam manifestações populares a ter lugar nos dias 21 e 22 de Maio

Tal como já havíamos anunciado, a manifestação popular pacífica organizado por mais de 40 partidos do nosso solo pátrio vai mesmo acontecer.

Segundo avançou o líder do partido ecologista, João Massango, as autoridades moçambicanas já tem o conhecimento da referida manifestação e, não há nada que possa impe-la.
“comunicamos a o conselho municipal, policia da republica na cidade Maputo, ministério do interior, comando geral, PGR, AR , comissão nacional do direitos humanos, liga dos direitos humanos e varias outras organizações cívicas”, disse João Massango em contacto com a Moz Massoko.
Confira abaixo o comunicado dos partidos políticos que estão a organizar a Manifestação:
OS PARTIDOS POLITICOS NACIONAIS

(PDD, ECOLOGISTA, MPD, PRD, ALIMO, MJRD, SOL, PADELIMO, PARTONAMO, PANAOC, PUMILD, PARTONAMO, PDNM, PPD, MONARUMO, PANADE, PALMO, PANAMO, UDF, UNAMO, CDU, PUR, PAREDE, PCD, PSM, PAC, PEMO, UM e PCM) Ler mais Fonte: Moz Massoko – 17.05.2016

sexta-feira, abril 29, 2016

Tiro chapéu para os meus compatriotas

Os meus compatriotas são muito inteligentes que decidiram investigar sobre para que fim foi o endividamento, isto é, os empréstimos escondidos e não menos para que utilidade seria o que por meio deles foi adquirido. Os meus compatriotas convocaram uma manifestação por redes sociais, desafiando ainda as escutas e o controle das mesmas (redes sociais) pelo sistema. Desde ontem, 28.04.2016, eis que os tanques, o fardamento, as máscaras, as armas e tudo aquilo para quê parte dos empréstimos escondidos serviu, começou a sair das garagens e se exibiu nas ruas e esclarecendo-se que esses (empréstimos) serviram para comprar meios para reprimir o povo, o mesmo que vai pagar a dívida. 
Também ficou claro que a PRM não combate o crime, não por falta de meios, mas que poupa-os para reprimir o povo.

Tiro chapéu para os meus compatriotas.

Maputo tranquila após acesas ameaças de manifestação popular

A manhã de hoje nasceu de forma diferente do habitual, para uma sexta-feira sem feriado ou tolerância de ponto, não fosse o facto de as ruas, as paragens e as vias que têm registado quase sempre enchente nas horas de ponta estarem, desta vez, desertas. Motivos? Os cidadãos das cidades de Maputo e Matola temiam que se repetisse o cenário tenebroso que marcou as manifestações passadas. Por isso, é notícia o facto de a capital do país ter vivido momentos de relativa calma durante as primeiras horas de hoje.
Logo pela manhã, era visível a presença aparatosa da polícia nos principais centros de concentração, ao mesmo tempo que se mobilizava para os grandes pontos de acesso à cidade de Maputo, em camiões-tanque usados como forma de dissuadir qualquer tipo de manifestação. A operação, na verdade, começou ontem. Ler mais ( O País - 29.04.2016)
Fonte: O País – 29.04.2016 

sexta-feira, fevereiro 26, 2016

Estudantes boicotam arranque do ano lectivo

Recusam-se a assistir às aulas e há três semanas lutam pela re­dução dos preços das propinas. Fazem parte dos 300 estudantes do Instituto Superior de Gestão de Negócios, delegação da cida­de de Maputo, uma instituição privada com instalações na Es­cola São Cipriano, no bairro da Malanga.
Foi em Janeiro que a direcção da instituição publicou um co­municado a informar que ajus­tou as propinas depois de “ava­liados e ponderados os factos da situação macroeconómica que se vive no país, caracterizada pela desvalorização elevada da moe­da nacional, o metical, e para fazer face aos custos de funcio­namento da instituição”. Assim, as taxas subiram de 3 950 para 5 250 meticais, um aumento 1 300 meticais.

Fonte: O País – 25.02.2016

segunda-feira, março 09, 2015

Risco de nova explosão social em Maputo é enorme

O director do Instituto de Estudos Sociais e Económicos (IESE) de Moçambique, Luís de Brito, alertou para o elevado risco de um desequilíbrio da economia despertar revoltas populares em Maputo, à semelhança do que aconteceu em anos recentes.

O director do Instituto de Estudos Sociais e Económicos (IESE) de Moçambique, Luís de Brito, considera que a falta de saídas políticas para a crise entre os dois principais partidos abre caminho para a guerra no país.
O académico, coordenador do Grupo de Investigação sobre Cidadania e Governação do IESE e que no ano passado alertara para o comportamento pós-eleitoral da Renamo (Resistência Nacional Moçambicana), principal partido de oposição, como o maior desafio que Moçambique enfrentaria em 2015, observa que o atual clima político antecede "um período de confrontação tal que não vai haver desobediência civil, vai haver guerra".

terça-feira, julho 15, 2014

Unidade militar moçambicana vandalizada após ameaça de processo contra refratários

Uma unidade militar das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) foi vandalizada em Chimoio, Manica, centro de Moçambique, perto do fim do prazo para as autoridades processarem criminalmente recrutas refratários, disse hoje à Lusa fonte policial.

terça-feira, julho 08, 2014

Manifestacão na entrada do Porto de Maputo???

"Há uma manifestação aqui na entrada do porto de Maputo, na baixa da cidade. Um grupo de jovens com apitos e batuques, exibindo imagens (panfletos e capulanas) de Afonso Dlhakama, exige a soltura imediata de António Muchanga.
A Polícia, como sempre, exige a retirada destes jovens. A coisa está ainda pacífica, com aqueles pedidos encarecidos. Mas os jovens dizem que nem com o frio vão abandonar isto, até à soltura de Muchanga." David Nhassengo in Sou Moçambicano (08.07.2014) 

terça-feira, junho 24, 2014

Alunos da Escola Secundária da Cidade Alta em Nampula contestam cobranças ilícitas

Na passada quarta-feira (18), os estudantes da Escola Secundária da Cidade Alta, sita na cidade portuária de Nacala, em Nampula, interromperam as aulas para protestar contra supostas cobranças ilícitas perpetradas pela direcção, falta de professores, dentres outras anomalias. Porém, durante o repúdio, os instruendos incendiaram pneus e destruíram o portão do estabelecimento de ensino, facto que fez com que fossem apelidados de marginais pelos dirigentes da instituição.

terça-feira, maio 06, 2014

PROTESTO REGALIAS DO PR E DEPUTADOS



Sociedade Civil mostra-se contra as regalias do Presidente da República e deputados da Assembleia da República em exercício e após cessação de funções, bem como do sistema de previdência e segurança social do deputado. A sociedade mostrou-se o seu repúdio esta terça-feira, em Maputo.

Fonte: TIM -06.05.2014

segunda-feira, abril 28, 2014

Polícia da África do Sul dispersa manifestantes depois de um ataque contra ministro

A polícia disse, domingo (27), que usou canhões de água e granadas de efeito moral para dispersar manifestantes no cinturão de platina da África do Sul, depois de o ministro dos Esportes do país ter sido atacado com pedras quando fazia campanha para as eleições 7 de Maio.

Fonte: @Verdade - 28.04.2014

quinta-feira, março 20, 2014

Manifestação marca rejeição à proposta de novo Código Penal em Moçambique

Organizações da sociedade civil moçambicana exigem que o Parlamento não aprove a atual proposta de revisão do código penal. Protesto aconteceu nas ruas de Maputo.

Os manifestantes consideram que o novo projeto de lei fere os direitos das mulheres, das raparigas e das crianças.


O documento foi aprovado já na generalidade pelos parlamentares moçambicanos em Dezembro último e prossegue o debate para a sua aprovação na especialidade.


A manifestação desta quinta-feira (20/3) contou 25 organizações da sociedade civil. Foi realizada uma marcha até o Parlamento, onde os ativistas apresentaram uma petição visando pressionar aquele órgão a não aprovar a atual proposta de revisão do Código Penal.