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terça-feira, dezembro 24, 2013

Margarida Talapa fala de “limites” de liberdade de Imprensa e expressão

Depois de o secretário-geral do partido Frelimo, Filipe Chimoio Paúnde, ter vindo a público insurgir-se contra as críticas que têm vindo a ser feitas aos dirigentes do partido Frelimo, e ter falado de necessidade de limite da liberdade de Imprensa, agora é a vez da chefe da bancada da Frelimo, Margarida Talapa, também evocar “limites” para, em vão, travar a “avalanche de críticas” que tem sido dirigida à Frelimo e aos seus dirigentes.
No seu discurso de encerramento da sessão da Assembleia da República, a líder parlamentar da Frelimo acusou a comunicação social independente de estar a atacar a honra e o prestígio do Estado e a promover os famosos “boatos”.

quinta-feira, março 14, 2013

Talapa e Mulémbwè: administradores que se conformaram com a probidade

Mais pesos pesados abandonam órgãos sociais nas empresas do Estado.

No total são três administradores conhecidos que passam a conformar-se com a lei. Margarida Talapa, Edson Macuácua e Eduardo Mulémbwè ficam no Parlamento, enquanto que Manuel Tomé “atrela-se” à HCB.
Para além dos deputados que acumulavam os mandatos de parlamentares na Assembleia da República com os de presidentes de conselhos de administração de empresas públicas ou participadas pelo Estado, a lista dos deputados abrangidos pela lei de probidade é ainda extensa. Ela engloba ainda os deputados-administradores. São eles Margarida Adamugy Talapa (mcel), Manuel Tomé (HCB), Edson Macuácua (ENH e INATUR) e Eduardo Mulémbwè (ENH).

segunda-feira, janeiro 14, 2013

Margarida Talapa admite que continua administradora da Mcel

Lei de Probidade Pública em vigor continua ignorada 

A chefe da bancada da Frelimo – que votou favoravelmente a lei que entretanto já foi promulgada pelo presidente da República Armando Guebuza, que é simultaneamente chefe do Governo e presidente do Partido Frelimo – diz que ela e seus pares (que continuam a receber salários nas empresas públicas ou participadas pelo Estado e simultaneamente no parlamento) vão respeitar a Lei depois da entrada em funcionamento da Comissão de Ética Pública. Mas até aqui não se sabe quando é que a Comissão de Ética terá regulamento para funcionamento. Também ainda só parte dos membros foram eleitos em Dezembro último. Ler mais

terça-feira, outubro 23, 2012

Margarida Talapa saúda “carisma e sabedoria” de Guebuza

A chefe da bancada parlamentar da Frelimo, Margarida Talapa, preferiu centrar grande parte do seu discurso enaltecendo as virtudes do presidente do partido Frelimo e da República, Armando Guebuza.

Ainda na ressaca do Congresso de Pemba, Talapa disse que a reeleição de Armando Guebuza, para dirigir os destinos do partido no poder por mais 5 anos, resulta do “carisma e confiança” que goza no seio dos militantes da Frelimo.

Talapa disse que sob a liderança de Guebuza, “a Frelimo continuará a angariar milhares de membros e a averbar importantes vitórias no campo político, no crescimento da economia nacional, no resgate da auto-estima dos moçambicanos e na projecção de Moçambique como estável, democrático e destino seguro dos investimentos”.

“A Frelimo sai deste congresso revitalizada e mais forte que nunca, determinada, mais uma vez, a assegurar as suas vitórias nas eleições autárquicas de 2013 e nas gerais e provinciais de 2014”, disse parecendo que estava a discursar no encerramento do Congresso, quando estava a falar para os Moçambicanos, no Parlamento. Ler mais

terça-feira, maio 29, 2012

Margarida Talapa: o culto à personalidade e a impossibilidade de debate

Ouvir com webReader
Por: Matias Guente

Tenho estado muito atento aos discursos da chefe da bancada da Frelimo na Assembleia da República, Margarida Talapa. São discursos de teor muito suspeito e irrecomendáveis para sociedades democráticas.
Obviamente que não cabe a ela toda a responsabilidade sobre o que anda a ler, mas a todos os membros do partido Frelimo que se revêem naqueles dizeres e naquela forma coreana de pensar (entenda-se do norte coreano). Refiro-me ao culto de personalidade à figura do chefe de Estado Armando Guebuza. O nosso dicionário chama a esse tipo de exercício: “Lambebotismo” ou “Escovismo”.

sábado, maio 19, 2012

A sessão parlamentar mais bizarra de todos os tempos

Por Carlos

Em quase 18 anos de uma legislatura multipartidária, nunca se tinha ouvido antes coisas tão bizarras como as que foram ditas nesta última sessão da Assembleia da República.

E não espanta que todas essas bizarrias tenham sido ditas em torno de uma proposta de Lei que impõe um certo comportamento de ética aos servidores públicos.
E tudo começou durante a abertura da sessão, quando a bancada da Frelimo, na voz da sua presidente, enviou um recado em que tornava claro que não queria ser pressionada a aprovar a referida proposta de Lei.

terça-feira, maio 15, 2012

“Um bom legislador deve legislar com serenidade e não ao sabor dos impulsos”

Depois dos recados aos “de dentro” e aos “de fora”, Margarida Talapa volta a responder aos críticos.
A chefe da bancada da Frelimo disse, ainda, que “o parlamento no seu todo” estava aberto a contribuições de instituições privadas ou de pessoas individuais que, “com base em orçamento próprio, interno ou externo”, produzam propostas de instrumentos legislativos credíveis e conforme a realidade do país e que não sejam cópias inadaptadas à nossa realidade”. Um recado claro à UTREL, de Abdul Carimo, que produziu a proposta do pacote anti-corrupção, deixando claro que passou a Lei de Probidade Pública, mas ficaram os ressentimentos na bancada maioritária.

quinta-feira, abril 12, 2012

As vítimas que o Pacote Anti-Corrupção faria caso fosse aprovado

No prosseguimento da análise das actividades das personalidades da arena política nacional parlamentar cujas posições estariam comprometidas se o Pacote Anti-Corrupção fosse aprovado pela Assembleia da República, órgão de que são membros por eleição, o Centro de Integridade Pública (CIP) publicou esta semana o segundo número do “Olhar Público: Incompatibilidades e Conflito de Interesses”, que tem como enfoque a Lei do Código de Ética do Servidor Público, onde apresenta os casos de Casimiro Pedro Sacadura Huate, deputado e presidente do Conselho de Administração do Fundo Nacional do Ambiente (FUNAB), e de Margarida Adamugy Talapa, chefe da bancada parlamentar da Frelimo na presente legislatura e administradora não executiva da empresa de telefonia móvel Mcel. Ler mais

quinta-feira, dezembro 22, 2011

Encerramento da IV sessão


(Canalmoz) “O Povo moçambicano precisa de antídoto para se livrar de um cancro maligno chamado Frelimo” – afirma chefe da bancada da Renamo, Maria Angelina Enoque

“As células do Partido Frelimo estão a atrofiar o Estado, pois servem de fonte segura de utilização abusiva dos bens e meios do Estado para perseguir membros da oposição e fazerem campanha contra estes” – Lutero Simando, chefe da bancada do MDM

Para Talapa a oposição votou contra as propostas do Governo alegadamente porque “ficam enfurecidos por verem moçambicanos a terem a capacidade de aumentar a sua renda”. (Aqui)

quarta-feira, dezembro 21, 2011

Oposição exige "fim de secretismo" nos negócios do Estado "a todos os níveis de governação"

Os líderes das bancadas parlamentares da RENAMO e o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), principais partidos da oposição moçambicana, defenderam hoje o "fim de secretismo" nos negócios do Estado "a todos os níveis de governação".

sábado, abril 30, 2011

Frelimo pede ao PGR sanções contra deputado da Renamo

A bancada parlamentar da Frelimo, através da sua chefe de bancada, Margarida Adamugy Talapa, solicitou, quinta-feira, em Maputo, ao Procurador Geral da República, Augusto Paulino, para tomar medidas sancionatórias e de harmonia com a legislação contra o deputado da Assembleia da República pela bancada da Renamo, Armindo Milaco.

quarta-feira, outubro 20, 2010

Parlamento: revisão da Constituição visa modernizar estrutura burocrática do país – Margarida Talapa da bancada da Frelimo

A Chefe da Bancada Parlamentar da Frelimo, partido no poder em Moçambique, Margarida Talapa, destacou a importância da revisão constitucional sublinhando que a mesma é necessária desde que traga na sua essência os princípios de constitucionalismo e esteja permeada de ideias democrático e de respeito por todos à Lei Suprema.