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quinta-feira, março 02, 2017

Eliseu Machava diz que prioridade do partido não é discutir próximo Presidente da República

Eduardo Mulémbwè aponta Filipe Nyusi como candidato e vencedor das presidenciais de 2019. Eliseu Machava rebate e diz que não é prioridade, neste momento, discutir o próximo candidato da Frelimo.
O revelador pronunciamento do membro da comissão política da Frelimo não é de todo um consenso dentro do partido dos “camaradas”, até porque para o secretário-geral, Eliseu Machava, é apenas opinião de um membro do partido e não de toda a formação política.
Na segunda-feiraEduardo Mulémbwe apontou Filipe Nyusi (Presidente da República) como candidato e vencedor das próximas eleições presidenciais, ao dizer que o partido estará com o Nyusi até 2024, período em que termina o próximo mandato presidencial.
“Neste barco, o camarada presidente é o timoneiro. Estamos a dizer que partimos com este meio de transporte em 2015 e estaremos consigo até ao porto do destino, em 2024”, disse Eduardo Mulémbwè, que falava numa felicitação a Filipe Nyusi, pelo seu aniversário assinalado a nove de Fevereiro.
Hoje, Eliseu Machava disse que os pronunciamentos de Eduardo Mulémbwè não são relevantes, neste momento, até porque a preocupação actual da Frelimo, e que vai a debate no congresso de Setembro próximo, é a presidência do partido.
O secretário-geral da Frelimo, que falava em conferência de imprensa, anunciou a visita que efectua à cidade de Maputo hoje e amanhã, com o objectivo de avaliar o nível de preparação do congresso do seu partido. Machava endereçou, por outro lado, mensagens de solidariedade para com as vítimas do mau tempo e apelou à consolidação da paz.

Fonte: O País – 01.03.2017

quarta-feira, março 01, 2017

Eduardo Mulémbwè aponta Nyusi como Presidente da República até 2024

Será candidato e vencedor das próximas eleições presidenciais. É esta a crença de Eduardo Mulémbwè sobre o futuro político de Filipe Nyusi, actual presidente da República e da Frelimo. Num acto simbólico, no qual os “camaradas” felicitavam, esta segunda-feira, Nyusi pelo seu aniversário natalício, assinalado a 9 de Fevereiro passado, o deputado da Assembleia da República pela bancada da Frelimo, Eduardo Mulémbwè, apontou o actual Chefe de Estado como candidato e vencedor do escrutínio de 2019, ao afirmar que o partido estará com Filipe Nyusi até 2024, período em que termina o mandato presidencial que arranca em 2020. “Neste barco, o camarada presidente é o timoneiro. Estamos a dizer que partimos com este meio de transporte em 2015 e estaremos consigo até ao porto do destino, em 2024”, disse Eduardo Mulémbwè.

sexta-feira, maio 29, 2015

MULÉMBWÉ, ELEITO PRIMEIRO VICE-PRESIDENTE DO PARLAMENTO PAN-AFRICANO

O deputado e antigo Presidente da Assembelia da República, Eduardo Mulémbwé, foi eleito, esta quinta-feira, Primeiro vice-presidente do Parlamento Pan-africano.
Antes, Mulémbwè concorreu à presidência do Parlamento Pan-africano de onde saiu derrotado a favor do camaronês Roger Nkondo.

Fonte: Rádio Moçambique – 29.05.2015

quinta-feira, maio 28, 2015

PARLAMENTO PAN-AFRICANO: Mulémbwè falha presidência

Eduardo Joaquim Mulémbwè, antigo Presidente da Assembleia da República (AR), falhou, ontem em Midrand, África do Sul, a eleição para a presidência do Parlamento Pan-Africano, ao obter 70 votos contra 85 do seu mais directo rival, o camaronês Roger Nkodo Dang, num processo em que participaram 164 deputados daquele órgão de consulta da União Africana.
Para esta eleição, concorriam Eduardo Joaquim Mulémbwè, pelo bloco da África Austral, Roger Nkodo e o tunisino Rahoui Mongi, que ficou em terceiro lugar com nove votos. Tratou-se dum processo eleitoral que esteve envolto de uma grande movimentação e concertação diplomática entre os deputados do Parlamento Pan-Africano e os seus assessores, justificada pelo facto de o tunisino Rahoui Mongi ter formalizado a sua candidatura “à última hora”.

terça-feira, março 04, 2014

Moçambique a saque II

Longe das inúmeras privações por que passam milhares de moçambicanos, os dirigentes superiores do Estado têm a prerrogativa de usar e abusar do erário para garantirem o seu conforto. A aquisição de uma moradia para o antigo presidente da Assembleia da República, Eduardo Mulémbwè, provocou um rombo fixado em 29 milhões de meticais nos cofres do Estado. Só em despesas de mudança da família Mulémbwè, da residência provisória para a definitiva, gastou-se, aproximadamente, mais de um milhão de meticais. Tudo isso para apetrechar uma residência com cortinas orçadas em 600 mil meticais. Porém, a gastança desenfreada dos bens públicos vai para além do que se pode imaginar. Ler mais

quarta-feira, junho 26, 2013

Posição de Eduardo Mulémbwè segundo o Canal de Mocambique

“honestidade” no diálogo entre Governo e Renamo

“Todo o moçambicano de bom senso vê para aquilo que acontece como sinal de algo que não está bem no nosso País”.  
“... Cada uma das partes deve saber perder para que dessa morte possamos ressuscitar todos. É preciso um diálogo franco e honesto, para que o povo volte a sentir a paz”

Fonte: Canalmoz – 26.06.2013 

quinta-feira, março 14, 2013

Talapa e Mulémbwè: administradores que se conformaram com a probidade

Mais pesos pesados abandonam órgãos sociais nas empresas do Estado.

No total são três administradores conhecidos que passam a conformar-se com a lei. Margarida Talapa, Edson Macuácua e Eduardo Mulémbwè ficam no Parlamento, enquanto que Manuel Tomé “atrela-se” à HCB.
Para além dos deputados que acumulavam os mandatos de parlamentares na Assembleia da República com os de presidentes de conselhos de administração de empresas públicas ou participadas pelo Estado, a lista dos deputados abrangidos pela lei de probidade é ainda extensa. Ela engloba ainda os deputados-administradores. São eles Margarida Adamugy Talapa (mcel), Manuel Tomé (HCB), Edson Macuácua (ENH e INATUR) e Eduardo Mulémbwè (ENH).

sábado, junho 02, 2012

As incompatibilidade e conflitos de interesse de Mulémbwé, Macuácua, Faztudo e Matabele

Depois de ter trazido ao público os perfis de algumas personalidades do Parlamento que se encontram em flagrante situação de incompatibilidade e potencial conflito de interesse, nomeadamente Teodoro Waty, Luísa Diogo, Margarida Talapa, Casimiro Huate, Manuel Tomé e Mateus Kathupa, o “Olhar Público”, uma publicação do Centro de Integridade Pública, traz na sua última edição os perfis de Eduardo Mulémbwè, Edson Macuácua, Isidora Faztudo e Virgília Matabele.

sexta-feira, julho 02, 2010

Mulémbwè diz que se deve justificar questionamento à história

“É preciso apurar-se a veracidade dos factos”

Mortes de Mondlane e Samora ainda levantam divergências de opiniões.
O deputado pela bancada parlamentar da Frelimo e ex-presidente da Assembleia da República, Eduardo Mulémbwè, defende que a história do país deve encontrar justificações plausíveis para ser questionada.
Mulémbwè falava ao “O País”, por ocasião da celebração dos 35 anos de independência, bem como da sua visita à província de Tete, seu círculo eleitoral.
Questionado sobre algumas dúvidas que ainda persistem na história do país, designadamente a morte dos dirigentes do país, nomeadamente, Eduardo Mondlane e Samora Machel, a pessoa que deu o famoso “primeiro tiro” e sobre a data de início da luta de libertação nacional, Mulémbwè tratou de ser cauteloso, afirmando que “existem vários pontos de vista sobre estas matérias, mas o mais importante é saber das mesmas que elementos têm para justificar que as coisas não ocorreram daquela maneira e sim nas circunstâncias que defendem”.

Fonte: O País online - 24.06.2010

sábado, junho 05, 2010

Dr. Mulémbwè, algo está errado!

Por Adelino Buque

Por aquilo que se escreveu nos vários jornais da praça com tendências diversificadas, sobre a não saída do presidente cessante da casa protocolar consignada ao presidente da AR, penso que seria altura de o Dr. Eduardo Mulémbwè ponderar sobre a sua vida pública. É verdade que durante os longos quinze anos, desempenhou, e bem, a função de presidente da Assembleia da República, isso não está em questão. está, sim, o seu comportamento individual no período pós-presidência. a sociedade moçambicana não pode estar refém de uma gestão pouco conseguida da vida privada dos seus dirigentes. dirigir uma instituição é uma actividade efémera; os dirigentes devem ser capazes de lidar com a vida pós-dirigismo. Pode não ser o caso, mas parece que o Dr. Eduardo Mulémbwè não está a conseguir gerir a vida pós-presidência da Assembleia da República, o que é grave. na verdade, transmite uma mensagem desagradável à juventude. Se como presidente da Assembleia da República teve um bom desempenho, todo esse mérito será absorvido por esta “guerra” sobre a casa que, definitivamente, hoje é pertença da nova titular da AR, a também mulher de méritos Dra. Verónica Macamo Ndlovo. Aliás, uma mulher que o coadjuvou na presidência da Assembleia da República, e que hoje ascendeu à presidência.