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quinta-feira, dezembro 27, 2012

Quem não tem cão caça com gato!

COISAS DA NOSSA TERRA
Por Edwin Hounnou
Quem, agora, caça com gato, por falta de cão é Adelino Buque, o propagandista do partido governamental, que, ao invés de argumentar com factos em defesa do objecto em discussão, correu para atirar pedras contra mim, como se pode depreender da sua crónica no Correio da manhã do dia 24 de Dezembro corrente do seu PS1: Li a crónica de Edwin Honnow com o título “Buque é mau propagandista”. Estando em plena quadra festiva do Natal e final do ano prefiro não respondê-lo, mas aconselhar a este senhor a visitar um jardim ou um infantário, pode ser que o ajude atornar-se gente!

segunda-feira, dezembro 10, 2012

Militantes do MDM em liberdade

Com cânticos revolucionários e manifestações de alegria descomunal os 30 membros do MDM (Movimento democrático de Moçambique) comemoraram a sua libertação da cadeia de Inhambane.

Os militantes festejaram às portas da cadeia provincial logo após às 07:30 da manhã da última segunda-feira, quando foram libertados e recebidos por Marcelino Marrengula, delegado político do MDM, e pelo professor Fernando Nhaca, candidato do partido às autárquicas em Abril.

quarta-feira, dezembro 05, 2012

Movimento Democrático de Moçambique homenageia 36 "presos politicos" no I Congresso

O Movimento Democrático de Moçambique (MDM) homenageou hoje na Beira, Sofala, centro de Moçambique, os 36 "presos políticos" detidos em 2011 durante a campanha as eleições intercalares em Inhambane (Sul).

quarta-feira, novembro 21, 2012

Tribunal condena 37 membros do MDM à prisão (na íntegra)

Alegada campanha eleitoral no dia da votação

- O juiz negou recursos aos advogados do MDM
- 30 dos condenados já estão nas cadeias e 7 não comparecerem ao julgamento 

Um julgamento político na cidade de Inhambane saldou na condenação de 37 membros do partido Movimento Democrático de Moçambique (MDM), num caso pouco fundamentado pelo tribunal, em que inclusive os réus foram vedados o direito ao recurso contra a sentença.

O juiz da primeira secção do Tribunal Judicial da  Cidade de Inhambane, Alexandre João Ndlovu, proferiu na passada sexta-feira a sentença do processo “act 333/12”, julgado na quarta-feira da mesma semana. Os 37 membros do MDM eram acusados de ter feito campanha eleitoral na boca das urnas, durante a votação para as eleições autárquicas intercalares de 18 de Abril do ano em curso. É um assunto muito polémico e não divulgado por grande parte dos meios de comunicação social, com excepção da Rádio Moçambique.

A leitura da sentença deste julgamento político durou cerca de seis  horas, e todos os 37 acusados foram condenados a dois meses de prisão e ainda o pagamento de uma multa de dois mil e oitocentos e cinquenta meticais (2.850,00MT) por cada réu.

Na leitura da sentença,  o juiz disse que os cidadãos que estão condenados são acusados de não cumprir com a lei eleitoral, pois eles sabiam que não é permitido fazer mobilização eleitoral perto das mesas de assembleias de voto. Consta nas acusações que  os membros do MDM interpelavam pessoas, perto das assembleias de voto, mobilizando-as para votarem no seu candidato Fernando Nhaca, que veio a perder eleições por números muito elevados.

terça-feira, novembro 13, 2012

Um juiz “camarada”

Por Edwin Hounnou

O juiz da Secção Criminal do Tribunal Judicial de Inhambane, Alexandre J. Jovo, revelou a sua cara de “camarada” no julgamento que submeteu os 35 membros do Movimento Democrático de Moçam­bique (MDM), acusados, sem provas concludentes, de perturbar o ambiente eleitoral nas assembleias de voto. Aquando da detenção dos réus pela Força de Intervenção Rápida (FIR) (força policial anti-motim ao serviço dos dirigentes do partido no poder aos quais obedece cegamente, em particular, em épocas eleitorais), no mesmo perímetro circulavam, fazendo campanha, agentes do partido no poder como minis­tros, vice-ministros, directores, edis, administradores distritais a mobilizarem e a darem orientação do voto a eleitores. A essas violações, à FIR foi dito para não ver nem ouvir, como é óbvio.

terça-feira, outubro 09, 2012

Justiça “colorida” mina a credibilidade institucional e a justiça em si

Condenação dos membros do MDM

Por Noé Nhantumbo

Condenar e sentenciar uns é demasiado fácil, outros nem são chamados…

Beira (Canalmoz) - A justiça em Moçambique, o sistema judicial vigente, a administração da justiça tem mostrado uma face e actuação bem longe daquilo que se espera e seria de desejar para um sector tão importante na democratização de um martirizado país.
Quando é um vice-ministro do Interior a prevaricar, utilizando uma viatura do governo para actividades de campanha eleitoral em Cuamba, Niassa isso não constitui um ilícito eleitoral nem é motivo de investigação pelas autoridades competentes. Se chega a ser noticiado e conhecido pelos cidadãos é porque alguma ” distracção” aconteceu e um repórter curioso não seguiu instruções de não publicar notícias embaraçosas relacionadas com figuras do partido governamental.
Se a acção ilícita se repete e chega a vez do ministro de Energia, Namburete, em local manifestamente inapropriado condicionar a actuação da PRM isso não é considerado ilícito eleitoral nem é tratado pela administração da justiça deste país. Em quadrantes geográficos diferentes perante matéria de lei as autoridades policiais e da administração da justiça agem de maneira completamente diferente. Quando é necessário guarnecer as sedes dos bairros na Beira, envolvidos em processo de sequestro pela Frelimo, aparece efectivo policial e o assunto caminha com celeridade nos tribunais. Ler mais

domingo, outubro 07, 2012

Tribunal condena 37 membros do MDM à prisão

Alegada campanha eleitoral no dia da votação


- O juiz negou recursos aos advogados do MDM
- 30 dos condenados já estão nas cadeias e 7 não comparecerem ao julgamento

Um julgamento político na cidade de Inhambane saldou na condenação de 37 membros do partido Movimento Democrático de Moçambique (MDM), num caso pouco fundamentado pelo tribunal, em que inclusive os réus foram vedados o direito ao recurso contra a sentença.
O juiz da primeira secção do Tribunal Judicial da  Cidade de Inhambane, Alexandre João Ndlovu, proferiu na passada sexta-feira a sentença do processo “act 333/12”, julgado na quarta-feira da mesma semana. Os 37 membros do MDM eram acusados de ter feito campanha eleitoral na boca das urnas, durante a votação para as eleições autárquicas intercalares de 18 de Abril do ano em curso. É um assunto muito polémico e não divulgado por grande parte dos meios de comunicação social, com excepção da Rádio Moçambique. Ler mais

quarta-feira, maio 30, 2012

Parlamento Juvenil: manifestos eleitorais tratadocomo documentos de elite

“os manifestos eleitorais continuam a ser tratados como documentos de elite”. Com essa realidade, entende a organização que tem que haver mais acesso e debate sobre os manifestos eleitorais municipais e, no caso de Inhambane, “o deficitário acesso à internet limitou a participação política dos jovens de Inhambane nos debates eleitorais através das redes sociais, de modo que a maior parte dos jovens que debatiam estas eleições por meio de internet não são oriundos de Inhambane.”

Fonte: O País online - 30.05.2012

quarta-feira, maio 23, 2012

“Não houve campanha de educação cívica em Inhambane”

O estudo sugere que a submissão de manifestos eleitorais à CNE seja uma condição obrigatória para aprovação da candidatura dos partidos.

De acordo com o estudo a ser apresentado hoje em Maputo, pelo Centro de Estudos e Promoção de Cidadania, Direitos Humanos e Meio Ambiente (COOD), “não houve campanha de educação cívica em Inhambane”.
O CODD sugere que, em eleições municipais, a submissão de manifestos eleitorais à Comissão Nacional de Eleições seja de carácter obrigatório e, por esta via, uma das precondições para a aprovação de uma candidatura ao cargo de presidente do município, pois assume-se que o manifesto seja o compromisso que o candidato a presidente do município deve apresentar aos eleitores. Ler mais

terça-feira, maio 22, 2012

CODD sobre acesso à informação nas intercalares de Inhambane

O Centro de Estudos e Promoção de Cidadania, Direitos Humanos e Meio Ambiente (CODD) lança, amanhã, um relatório sobre o acesso à informação e exercício da cidadania nas eleições intercalares de Abril passado em Inhambane.

domingo, abril 29, 2012

A Polícia, o SISE e o STAE/CNE foram a chave da vitória do candidato da Frelimo em Inhambane

Editorial (Canalmoz)
  
Maputo (Canalmoz) – A Polícia tomou total protagonismo nas eleições de 18 de Abril em Inhambane. Mais uma vez, a Polícia comportou-se como uma força de choque do partido Frelimo, sem cultura de Estado. Mas não foi só a Polícia.
Foram também ministros, tal o caso do ministro da Energia, Salvador Namburete, na Escola de Chamane, que usou o cargo para dar ordens à Polícia, ordens que esta cumpria com zelo tal a urgência com que aparecia, até usando carros blindados de assalto.

sexta-feira, abril 27, 2012

Afonso Dhlakama tem razão de manter segurança armada para garantir democracia…

Por Adelino Timóteo

…tendo como pano de fundo um cenário como as eleições de Inhambane onde a coligação PRM/STAE/CNE actuou em solidariedade com a Frelimo

Inhambane (Canalmoz) – No dia 19 de Abril corrente, portanto, um dia após a votação, em Inhambane, a Comissão Provincial de Eleições local publicou os resultados eleitorais, que deram vitória à Frelimo. Entre os frelimistas denotava-se a amargura de festejar-se uma vitória, em que para ela ser dada como tal, o vencedor contou com o envolvimento da coligação Comissão Nacional das Eleições (CNE), Polícia da República de Moçambique (PRM), Serviço de Informação e Segurança do Estado (SISE), Grupos Dinamizadores (GD’s), exercendo a acção psicológica e terrorismo do estado e institucional, em parceria com a Frelimo.

quarta-feira, abril 25, 2012

Polícia violando a Lei Eleitoral

Na Lei 18/2007 de 18 de Julho  a qual estabelece o quadro jurídico para a eleição dos Órgãos das Autarquias Locais, no seu artigo 88, proibe-se a presença de força armada nos locais onde se reunem as assembleias de voto e, num raio de trezentos metros...

Foto do Canalmoz (25.04.2012)

Policia em Inhambane prossegue intimidação aos jovens do MDM

Mais um jovem do MDM foi detido ontem dia 24 de Abril, e “ameaçado durante os interrogatórios”, na cidade de Inhambane, por questões relacionadas com as eleições intercalares de 18 de Abril. Trata-se de Carlos Benildo Cristino, funcionário do CPRD (Centro Provincial de Recursos Digitais).
Ele foi detido no seu local de trabalho quando eram cerca das 08 horas da manhã, por agentes que o encaminharam à primeira esquadra da cidade sob detenção. Viria a ser libertado já no início do período da tarde. Ler mais

Frelimo perde 1 000 eleitores nas eleições de Inhambane e oposição ganha 2 000

Apesar do aumento do eleitorado de Inhambane, a Frelimo perdeu 1 000 eleitores nesta eleição, comparando com os resultados das últimas eleições autárquicas (2008). Parte desses votos podem ter “caído” para as mãos do MDM e outros para a abstenção. A sorte coube à oposição que soma e segue.

terça-feira, abril 24, 2012

Carlos Serra: Dois fenómenos

O geral do noticiário nacional e internacional e da análise salienta a vitória do candidato socialista na primeira volta da presidencial francesa. Menos salientado é o crescimento espectacular da extrema-direita.
Entre nós, o noticiário e a análise tomam em conta a vitória do candidato da Frelimo na intercalar autárquica de Inhambane. Menos salientado é o que "Diário de Moçambique" chamou "forte aparato policial nas mesas de voto". Ler maisincluindo cometários

Polícia sem isenção

Mais uma vez a PRM veio a destacar-se pela negativa no presente processo. A Polícia ignorou todos os preceitos constitucionais e comportou-se como uma força ao serviço da Frelimo.
Em muitas Assembleias de Voto, os agentes da Polícia não cumpriram com o seu dever legal de se instalar a 300 metros dos locais da votação.

Terror em Inhambane?

Hoje de manha, a policia bem armada na cidade de Inhambane foi a residencia do Jovem da Liga da Juventude do MDM, CARLOS BENILDO CRESTINO,e buscá-lo a forca à primeira esquadra da policia. Uma accao de terror. Neste momento o jovem esta detido. (Lutero Simango, chefe da bancada parlamentar do MDM)