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sábado, março 23, 2019
sexta-feira, março 03, 2017
Cheias no Zimbabwe já causaram 246 mortes
As inundações que se registam no Zimbabwe mataram 246 pessoas e deixaram cerca de 2.000 pessoas desalojadas, desde Dezembro do ano passado.
As águas das chuvas interromperam pontes, estradas entre outras infra-estruturas.
O governo pediu ajuda internacional para repor os danos causados pelas inundações, que ocorrem tempos depois de o país ter sido atingido por uma seca severa que prejudicou a produção agrícola.
O governo pediu ajuda internacional para repor os danos causados pelas inundações, que ocorrem tempos depois de o país ter sido atingido por uma seca severa que prejudicou a produção agrícola.
O Zimbabwe já foi, durante muitos anos, considerado celeiro da África Austral.
Fonte: O País – 03.03.2017
segunda-feira, fevereiro 22, 2016
TENSÃO POLÍTICO-MILITAR E CALAMIDADES PREJUDICIAIS `A ECONOMIA DO PAÍS
A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) alertou hoje que a actual conjuntura nacional, caracterizada pela seca, cheias, tensão político-militar, bem como a derrapagem do metical face ao dólar, podem afectar a economia do país e influenciar no reajuste salarial.
O alerta foi lançado, em Maputo, pelo Vice-Presidente da CTA, Rui Monteiro, no final da primeira sessão plenária da Comissão Consultiva do Trabalho (CCT) que fez o balanço do desempenho económico e social de 2015, à luz do qual se poderá ter bases para o reajuste salarial em Moçambique.
O salario mínimo nacional é reajustado anualmente com efeitos a partir de um de Abril.
Claro que isso tudo vai influenciar. Mas a realidade é que temos enfrentado vários problemas que precisam de ser ultrapassados com esforço de todos juntos, disse Rui Monteiro.
terça-feira, janeiro 27, 2015
Sobe para 117 número de mortes provocadas pelas cheias que atingem Moçambique
O número de mortes provocadas pelas cheias que atingem a região centro e norte subiu para 117, das quais 93 na província da Zambézia, informa um balanço das autoridades, hoje divulgado.
Segundo um relatório do Ministério da Administração e Função Pública enviado à agência Lusa, mais de 157 mil pessoas foram afectadas pelas cheias que atingiram as províncias da Zambézia (124,3 mil pessoas), Nampula (19,5 mil), Niassa (12,8 mil), Cabo Delgado (169), Sofala (145) e Tete (45).
Na Zambézia, as autoridades sanitárias registaram 93 óbitos associados às enxurradas, que provocaram também mortes nas províncias de Niassa (13) e de Nampula (3), havendo indicação de que permanecem desaparecidas mais de 50 pessoas em todas as regiões.
segunda-feira, janeiro 12, 2015
MOCUBA, ZAMBÉZIA: 27 Pessoas arrastadas pelas águas de Rio Licungo
Há cheias em Mocuba… pelo menos vinte e sete pessoas foram arrastadas hoje pela corrente da água do rio Licungo e estão desaparecidas.
Outras dezenas estão situadas nas zonas ribeirinhas… é que a onda atingiu doze metros de altura, cerca de seis metros acima do nível de alerta na estação Hidrométrica de Mocuba.
quinta-feira, abril 17, 2014
Cheias e Inundações deixam Milhares de Camponeses em Situação de Risco
União Provincial de Camponeses de Cabo Delgado (UPC), um movimento de camponeses desta província e membro integrante da União Nacional de Camponeses de Moçambique (UNAC), que luta pela defesa dos direitos e interesses dos camponeses, acompanha com manifesta profunda preocupação e solidariedade para com as vítimas das calamidades naturais, que prevalecem em Moçambique, particularmente na província de Cabo Delgado, que tem sido ciclicamente atingido, nos últimos anos, por diversos fenómenos naturais entre cheias, inundações e mau tempo que afectam negativamente os camponeses e demais população. Ler mais
domingo, janeiro 05, 2014
Moçambique entra em 2014 com muitas questões por resolver
Depois dos votos de mais um ano próspero, Moçambique entrou em 2013 com expectativas de continuar a dar passos firmes rumo ao desenvolvimento, consolidação da paz e unidade nacional.
Mas logo no início, uma tragédia começou a marcar a história do país. O centro e o sul eram assolados por cheias e inundações que voltaram a lembrar o ano 2000, ano em que o país foi devastado pelas piores calamidades naturais de que há memória.
segunda-feira, março 18, 2013
Oposição diz que houve desvio de donativos para vítimas das cheias
No segundo e último dia reservado às informações do Governo à Assembleia da República (sobre as inundações) as bancadas parlamentares da oposição uniram-se e numa única voz acusaram o Governo de ter desviado donativos que eram destinados às vítimas das enxurradas. E o argumento que sustenta tal acusação é simples: houve muitos donativos em bens e valores financeiros provenientes de entidades nacionais e estrangeiras, mas o cenário que se vive(ia) nos centros de reassentamento era de ausência total de ajuda, onde as pessoas chegavam a ter refeições e tendas por sorte, muito por culpa da forma clientelista como a ajuda esteve a ser gerida. Ler mais
terça-feira, fevereiro 19, 2013
SUÉCIA APOIA VÍTIMAS DE CHEIAS EM MOÇAMBIQUE
A Agência Sueca de Cooperação Internacional (ASDI) aprovou um donativo no valor de 88,6 mil dólares americanos para apoiar as vítimas de cheias em Moçambique.
O donativo foi aprovado em resposta a um pedido da Cruz Vermelha Sueca, organização que vai intervir através da sua congénere moçambicana – a Cruz Vermelha de Moçambique (CVM) – no apoio às pessoas afectadas pelas cheias em diversas províncias.
sábado, fevereiro 09, 2013
Sobe para 105 número de mortes causadas pelas cheias em Moçambique
O número de pessoas mortas pelas cheias que assolam Moçambique, desde outubro, ascende a 105, segundo o último balanço divulgado, na sexta-feira, pelo Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC).
A maioria das vítimas, 41, residia na província de Gaza, sul de Moçambique, bastante afetada pelo transbordo dos seus principais rios, como o Limpopo e o Incomáti, que inundaram povoações e, mesmo, cidades, destruindo milhares de casas de construção precária.
Na Zambézia, província do centro do país, foram registadas 19 mortes, e, na província de Nampula, norte, 17 pessoas perderam a vida em consequência das chuvas.
Fonte: Lusa - 09.02.2013
sexta-feira, fevereiro 08, 2013
Parem de empurrar o Presidente ao esgoto!
Gustavo Mavie, meu caro amigo, eu também li a prosa do Elísio Macamo publicada pelo matutino Notícias.
Em função do que escreves na AIM, penso que cada um entendeu como a sua estrutura mental está formatada.
Eu li o texto do Macamo duas vezes, na tentativa de me formatar, para o perceber.
Cheguei apenas à uma conclusão: o texto de Macamo confunde-se com aqueles textos bíblicos em que cada um faz a sua interpretação! E se calhar o autor inspira-se mesmo nas sagradas escrituras, de modo a que cada um faça a sua interpretação! Se calhar até o autor nem se apercebe que estava a escrever um texto bíblico. Deve ter inspiração divina, como aqueles que escreveram as sagradas escrituras. É muita sabedoria junta!
Mavie, parece-me que fizeste uma interpretação à letra do texto. E paraste por ai! Não viste o outro lado do texto, este (lado) não está lá vertido. O espírito ou a rácio. Ler mais
terça-feira, fevereiro 05, 2013
ONG denuncia irregularidades em lista de beneficiários de ajuda humanitária para Moçambique
Xai-Xai, Moçambique, 05 fev (Lusa) - Uma organização não-governamental sul-africana desviou ajuda humanitária destinada ao maior campo de deslocados de Moçambique depois de detetar nomes suspeitos na lista de beneficiários fornecida pela administração do campo.
A informação, avançada pelo jornal sul-africano "The Times", foi confirmada à Lusa pelo fundador e diretor da organização 'Gift of Givers', Imtiaz Sooliman, que hoje se reuniu com o governador da província de Gaza para denunciar as irregularidades.
91 pessoas morreram devido às enxurradas em todo o país
Em termos dos afectados, o Instituto Nacional de Gestão de Calamidades está, neste momento, a contabilizar cerca de 211 mil pessoas, em todo o país. Deste número, 150 mil continuam ainda nos Centros de Acomodação Temporária. Ler mais
segunda-feira, fevereiro 04, 2013
Chuvas matam15 pessoas em Nampula
Pelo menos quinze pessoas perderam a vida arrastadas pela água e por descargas atmosféricas na cidade de Nampula e na vila de Monapo, na província de Nampula, em consequência das chuvas que têm vindo a cair naquela região e um pouco por todo o país, segundo indicam dados oficiais.
Para o caso específico da cidade de Nampula, segundo dados avançados pelo Conselho Municipal, as mortes ocorreram nos postos administrativos urbanos de Muhala (sete), Natiquire (dois), Namicopo (3) e Muatala (1).
Emiliano Maliquela, ponto focal do município para o gabinete ligado às emergências, acrescentou que, para além das mortes, um total de 1025 casas, mesquitas e edifícios públicos foram também parcial ou completamente arrasadas.
INTERROMPIDA CIRCULAÇAO DE COMBOIOS NO TROÇO MONAPO - NACALA
A circulação de comboios na linha Nampula-Nacala está interrompida desde a madrugada de Sábado último em consequência da chuva intensa que se abateu sobre aquela província do norte de Moçambique, com particular incidência no distrito de Monapo, matando também pelo menos um menor.
domingo, fevereiro 03, 2013
MDM minimiza falta de comida em Chókwè
O
Movimento Democrático de Moçambique (MDM), procedeu ontem, a entrega de vários productos
de primeira necessidade, às famílias vítimas das cheias, no centro de
acolhimento de Chiacalane, distrito de Chókwé. Um total de 08 (oito) toneladas
de produtos, que variam desde o arroz, farinha, óleo da cozinha, sabão, açúcar,
entre outros.
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sábado, fevereiro 02, 2013
As inundações e o afogamento
Pensamento de: Maria Alice Mabota *
A Liga Moçambicana dos Direitos Humanos - LDH lamenta profundamente o desaparecimento de muitas vidas humanas, destruição de bens e infra-estruturas diversas pelas cheias deste ano nas regiões Centro e Sul do país, ante a inércia do Executivo com a conivência do próprio Chefe do Estado pela resposta tardia no socorro das populaces vítimas das enxurradas.
crónica de Machado da Graça
A opinião de Machado da Graça
Olá Manuel, meu bom amigo
Como estás tu de saúde? E a tua família? Do meu lado tudo bem, felizmente
Queria hoje falar-te de uma coisa que, há poucos dias, o nosso Primeiro-ministro afirmou, e de que não gostei.
Falava ele sobre a solidariedade interna que deve haver entre os moçambicanos para com as vítimas das calamidades naturais. Dizia que cada um deve dar um pouco do pouco que tem. E acrescentou, cito de memória, “porque, no nosso país, ninguém tem muito”.
Zambézia: 1800 pessoas resgatadas da fúria das águas
Mil e oitocentas pessoas foram nos últimos dois dias resgatadas nos povoados de Nhanguo, Muziva e Bate-Muziva, no distrito de Nicoadala, na Zambézia, em consequência das cheias e inundações que se abatem sobre a região há uma semana.
Outras informações indicam que as inundações afectam mais de 37000 alunos em consequência da destruição ou inundação de 625 escolas em toda a Zambézia.
As chuvas e descargas atmosféricas já fizeram nove mortos e quatro feridos na província, segundo o último balanço feito pelas autoridades.
na cidade de Quelimane foi criado um centro de acomodação albergando 25 famílias. O Conselho Municipal local lançou já um apelo para a solidariedade interna, solicitando às instituições e pessoas a canalizarem apoio multiforme para assistir aos desabrigados.
A Direcção Nacional de Águas alerta para a subida dos níveis hidrométricos na bacia do Licungo que poderá resultar em inundações em algumas áreas baixas depois de ter atingido o alerta em Mocuba no passado dia 30 de Janeiro.
Fonte: Rádio Mocambique – 01.02.2013
terça-feira, janeiro 29, 2013
A Hora do Espanto
Por José Jaime Macuane
... Os efeitos das cheias fazem se sentir de forma desumanamente desproporcional no principal bastião do partido no poder, na província de Gaza. O tipo de infra-estruturas, e a sua incapacidade e inadequação para resistir às cheias, tornam a mitigação dos efeitos destas mais difíceis. Num dos canais de televisão nacionais, um pai de família, desesperado e indignado, explicava que apesar do aviso para evacuação, as famílias não podiam fazer muita coisa, porque a ponteca que ligava às suas zonas de residência estava cortada e as pessoas tinham que levar as suas coisas à cabeça. Numa dessas idas e vindas, as pessoas ficaram ilhadas, surpreendidas pela forma repentina como as águas inundaram a cidade de Xai-Xai (a capital da província de Gaza). Tragédias similares repetem-se em outros lugares da província, como Chókwe e Guijá, cujas vilas estão completamente inundadas, evidenciando as deficiências de infra-estruturas do país. Em Maputo, na cidade capital do país, uma das suas principais avenidas destruída pelas cheias diluvianas de 2000, a Julius Nyerere, voltou a desabar, ainda a ser reconstruída. Diga-se de passagem, com umespantoso timing, tendo em conta que é bem sabido que a estação das chuvas exige cuidados específicos na construção deste tipo de infra-estruturas. Mais surpreendente ainda quando se tem em conta que as previsões do Instituto Nacional de Meteorologia apontavam para um aumento do nível de precipitação nesta época chuvosa... Ler mais
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