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sexta-feira, março 03, 2017

Cheias no Zimbabwe já causaram 246 mortes

As inundações que se registam no Zimbabwe mataram 246 pessoas e deixaram cerca de 2.000 pessoas desalojadas, desde Dezembro do ano passado.
As águas das chuvas interromperam pontes, estradas entre outras infra-estruturas.
O governo pediu ajuda internacional para repor os danos causados pelas inundações, que ocorrem tempos depois de o país ter sido atingido por uma seca severa que prejudicou a produção agrícola.
O Zimbabwe já foi, durante muitos anos, considerado celeiro da África Austral. 

Fonte: O País – 03.03.2017

quarta-feira, fevereiro 24, 2016

Governo que gastou 250 milhões de meticais em carros “está a pedir” 63 milhões de meticais para apoiar vítimas das calamidades naturais em Moçambique

Os membros do Executivo de Filipe Nyusi decidiram contribuir com um dia do seu salário, que não é do conhecimento público(mas sabe-se que acumula, além do rendimento base, subsídios e outras regalias), para apoiar as vítimas das calamidades naturais. Acompanhando a narrativa do sofrimento do povo, pincelada com imagens do gado que morreu(cujas carcaças aparentam estar teatralmente guardadas para as visitas), segue mais um pedido de fundos, 63 milhões de meticais diz o Governo ser o défice do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC), ignorando que só um dos Ministérios gastou mais de 250 milhões de meticais na compra de carros de alta cilindrada novos e importados.
São 166.936 os moçambicanos afectados pela seca nas províncias de Gaza, Inhambane e Sofala, de acordo com dados do dia 19 de Fevereiro do Centro Nacional Operativo de Emergência(CENOE). Um cenário previsto há mais de um ano pelos meteorologistas pois deve-se à influência em todo o planeta, desde 2015, do fenómeno climatérico “El Nino”, um dos três mais fortes dos últimos 50 anos e que está previsto durar até pelo menos Junho. Ler mais (@Verdade, 24.02.2016)

segunda-feira, fevereiro 22, 2016

TENSÃO POLÍTICO-MILITAR E CALAMIDADES PREJUDICIAIS `A ECONOMIA DO PAÍS

A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) alertou hoje que a actual conjuntura nacional, caracterizada pela seca, cheias, tensão político-militar, bem como a derrapagem do metical face ao dólar, podem afectar a economia do país e influenciar no reajuste salarial.

O alerta foi lançado, em Maputo, pelo Vice-Presidente da CTA, Rui Monteiro, no final da primeira sessão plenária da Comissão Consultiva do Trabalho (CCT) que fez o balanço do desempenho económico e social de 2015, à luz do qual se poderá ter bases para o reajuste salarial em Moçambique.

O salario mínimo nacional é reajustado anualmente com efeitos a partir de um de Abril.

Claro que isso tudo vai influenciar. Mas a realidade é que temos enfrentado vários problemas que precisam de ser ultrapassados com esforço de todos juntos, disse Rui Monteiro.

quarta-feira, fevereiro 17, 2016

Governo diz que refugiados no Malawi fugiram de seca e crise política

"Apurou-se que as causas fundamentais destas migrações estão relacionadas a factores de ordem natural e social, nomeadamente a questão da seca e a tensão política", disse Ana Comoana, momentos após a reunião de Conselho de Ministros em Maputo. In LUSA (17.02.2016)

Pergunta: A província de Tete está afectada pelas secas?

sexta-feira, março 12, 2010

Flood and drought

By Joseph Hanlon

As floods in central Mozambique worsen, the government declared a red alert on Tuesday in the basins of the Zambezi, Pungue, Buzi, and Licungo rivers. Five ministers and vice-ministers have flown to the area. Four districts are now cut off, and can no longer be reached by road: Mutarara in Tete Province, Tambara in Manica, and Chemba in Sofala - all on the Zambezi - and Buzi in Sofala, cut off by the Pungue. The main road linking Beira to Chimoio and Zimbabwe is now closed to all but the largest vehicles, which can pass only under police escort.
A very detailed report from 10 March by the National Disasters Management Institute (INGC, Instituto Nacional de Gestão de Calamidades) is posted on my website: http://www.tinyurl.com/mozamb
So far the flooding is not extreme or abnormal; there were floods in this region in 2007 and 2008. Peasants farm the fertile and well watered soils near the rivers, so people must evacuate low-lying areas. Levels on the Pungue are slowly falling. But releases from the Kariba dam in Zambia and the Cahora Bassa dam in Tete have been sharply increased, so water levels in the Zambezi River will rise considerably in coming days.
Meanwhile, there is a problem of drought in central and southern Mozambique, affecting 61 districts in Maputo, Gaza, Inhambane, Sofala, Manica, Tete and Zambezia provinces, putting 785,000 households at risk of food shortages. At least one-third of the projected crops have been lost in this area.