Editorial do Savana, 18/04/14
Aberrante, assim classificou as últimas propostas
da Renamo, José Pacheco, o negociador governamental em desespero de causa. Mais
ou menos aberrante, inusitado, em demasia, terão dito também muitos
moçambicanos às exigencias para que haja homens de Afonso Dhlakama no topo da
hierarquia das Forças Armadas e da polícia.
Passaram mais de 21 anos sobre o Acordo de Paz de
Roma, a Renamo ocupa os seus assentos no Parlamento como partido de oposição e
as nomeações nas Forças de Defesa e Segurança são de há muito um mister
governamental. Isto seria a normalidade.




