Dissemos, na
edição passada, que a exigência da paridade no contexto actual, no qual a
formação política no poder, a Frelimo, assaltou o Estado e serve-se do mesmo
num exercício ininterrupto de fornicação que começou em ‘75 é tudo, menos
descabida. Nos últimos dias, contudo, uma corrente de opinião emerge alegando
que o problema decorre de quem abandona o campo da constitucionalidade. Ou
seja, defendem que reivindicar seja o que for é legítimo quando não se tira
partido da violência porque, dizem, quem abraça esse caminho coloca-se fora do
convívio democrático.
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sábado, abril 26, 2014
sexta-feira, abril 18, 2014
O problema real
@Verdade editorial
Uma cadeira de liderança no aparelho do Estado, para um indivíduo sem escrúpulos, representa uma espécie de mina de diamantes. Isso é evidente e nem é necessário socorrer-se de nenhuma acrobacia intelectual engenhosa para o demonstrar. Aliás, a fortuna construída pelos dirigentes deste país, as quais coincidem com o tempo de vigência dos seus mandatos, é uma prova irrefutável de que onde escasseiam escrúpulos a abundância de dinheiro marca inexoravelmente a sua presença. Não necessariamente nestes termos.
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