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terça-feira, agosto 18, 2015

DIÁLOGO POLÍTICO/ MEDIADORES ESGOTAM ARGUMENTOS PARA QUESTÕES MILITARES

Os mediadores do diálogo político entre o Governo e a Renamo, maior partido da oposição em Moçambique, defendem que as duas delegações, que discutem há mais de dois anos, aparentam uma incapacidade para alcançar consensos no ponto referente às Questões Militares.

É nossa percepção que na mesa do diálogo não vai sair nenhuma solução e, nós próprios, já não conseguimos vislumbrar qualquer saída que possamos sugerir às duas delegações para que se resolva essa questão militar, disse Lourenço de Rosário, falando em nome dos mediadores, no término da 114ª ronda do diálogo politico, acrescentado que este assunto deveria ser retirado da mesa do diálogo.

As Questões Militares é o terceiro ponto da agenda e preconiza a desmilitarização dos homens armados da Renamo e seu enquadramento nas Forças de Defesa e Segurança (FDS) ou reintegração social nos casos de incapacidade física ou por velhice.

terça-feira, junho 02, 2015

CONCÓRDIA DE IDEIAS E PENSAMENTOS DIFERENTES, FORJA PATRIOTISMO-PRESIDENTE NYUSI

O Presidente da República, Filipe Nyusi, disse em Maputo que a concórdia resultante de ideias e pensamentos diferentes, forja o patriotismo e edifica uma nação.
Nyusi falava esta segunda-feira na gala alusiva a comemoração dos 10 anos do Jornal “O País”, uma publicação do Grupo Soico.
No seu discurso, sublinhou que governo acredita que o objectivo dos debates públicos não vai para além do esforço que todos devemos fazer para que a nossa sociedade não se enclausure na ideia errada de que todos pensamos da mesma maneira.
“Não devemos ter medo de ideias contrárias; não devemos pensar numa sociedade artificial em que todos pensam da mesma forma, porque a natureza não é assim”. acrescentou Nyusi.

Fonte: Rádio Moçambique – 02.06.2015

Nota: 
1) O discurso é lindo e tão lindo como aquele do dia da sua tomada de posse. Porém, falta ainda a prática;
2) Suponho e penso que há mais moçambicanos que assim acham, esta mensagem vai mais para muitos membros do partido Frelimo e não menos para o ex-Presidente da Frelimo que era muito alérgico à crítica e que chegou de chamar muitos nomes que achou aos seus críticos e Maputo, cidade capital, a chamou de centros dos críticos. É também para o Ministério Público que chegou de intimidar e intimar a alguns críticos. Deste modo, sou da opinião que este discurso, até certo ponto muitíssimo importante, porque, como disse o senhor Presidente, as diferentes opiniões são como 
estrume a partir do qual as mentes se abrem com facilidade para enfrentar a realidade efectiva do país, devia ser transmitido também em sessão comité central do partido Frelimo. 

terça-feira, janeiro 21, 2014

Filipe Couto: Paridade Vs Exclusão

O partido Frelimo reivindica ter cerca de quatro milhões de membros. A Renamo também tem o seu eleitorado. A actividade dos partidos é convencer os eleitores a apostar nos seus programas. Porém, npara o caso concreto dos dois principais partidos, as atenções estão viradas para os órgãos eleitorais e não nos eleitores. O que estará por detrás disso?

Por detrás disso está uma demagogia porque no meu entender não vejo nenhum problema em haver paridade na Comissão Nacional de Eleições (CNE). O que custa fazer paridade na CNE? Podem fazer isso. Aqui o problema é outro. Não é entre a Renamo e a Frelimo. O problema é que as oportunidades na economia, as vantagens dos proveitos dos recursos naturais devem ser oportunidades que mais ou menos todos tenham. As comunidades moçambicanas devem todas beneficiar destes proveitos. Com isso não quero dizer que, uns não podem ser ricos mais que os outros, mas basicamente todos querem os mesmos direitos e esses direitos quando não há, não me admirarei que haja um grupo da Frelimo a lutar contra a Frelimo oficial e por baixo a ajudar a Renamo. Não me admira que haja frelimistas que apoiam o MDM. Se for a ver, todos esses políticos que hoje aparecem como oposição à Frelimo saíram todos da Frelimo. São pessoas que em algum momento sentiram que são capazes de fazer isto ou aquilo, mas como não lhes dão espaço vão fazer do outro lado.

In Savana (17.01.2014)

quinta-feira, novembro 28, 2013

Exclusão e intolerância como causas da crise político-militar

O presidente do Partido para Paz Democracia e Desenvolvimento (PDD), Raúl Domingos, apontou, na sua intervenção, vários factores que estão na origem da actual crise político-militar no país, destacando a intolerância e exclusão como os principais. “Em Moçambique, os partidos políticos sofrem, com dureza, a exclusão, a intolerância e a perseguição política, económica, social e cultural”, disse Domingos.

segunda-feira, janeiro 28, 2013

O risco de o discurso divisionista da Renamo conquistar simpatizantes

Há vários factores que poderão fazer com que o discurso divisionista da Renamo encontre cada vez mais militantes, num futuro próximo, para o viabilizar. Desses factores arrolam-se as desigualdades sociais e a acumulação de riqueza sem observar as consequências que daí advêm por uma elite da Frelimo, bem como o crescente nível de exclusão social, resultante da inexistência de instituições políticas e sociais inclusivas. Ler mais

quarta-feira, dezembro 19, 2012

Mais um estudo diz que mega-projectos estão a beneficiar a elite da Frelimo

Enquanto o chefe de Estado está empenhado em dar nomes aos que criticam o modelo de (não) distribuição da riqueza nacional, mais um estudo vem provar que a riqueza nacional, principalmente a gerada pelos mega-projectos, não está a beneficiar a população moçambicana. O estudo prova ainda o equívoco do discurso oficial.

O estudo da autoria conjunta da Jubilee Debt Campaign UK, uma organização britânica, Tax Justice Network e da Justiça Ambiental, faz uma rigorosa análise dos lucros da Mozal, os ganhos do Estado moçambicano e o impacto daquele mega-projecto na vida dos mais de 21 milhões de moçambicanos.

As conclusões do estudo são, tal como outras, bastante preocupantes. Os investigadores referem que apesar de todo o investimento público e de toda ênfase no desenvolvimento, muito pouca é a receita da Mozal que acaba nos cofres do governo de Moçambique. São accionistas da Mozal a BHP Billiton, que possui 47% a Mitsubishi, que possui 25%, a sul africana IDC – Industrial Development Corporation (com 24% das ações) – e o governo de Moçambique.Ler mais 

segunda-feira, novembro 19, 2012

Toda esta exclusão nas FADM tem o objectivo de destruir-nos”

“Estamos fartos”
Arlindo_maquival_CMC_n174– General Arlindo Maquival (ex-comandante da Renamo)
Fernando Veloso

“Já avisámos toda a gente, incluindo o Presidente da República que é o Comandante-em-Chefe das FADM, mas andam sempre a enganar-nos. Estamos cansados!

Estamos fartos! A questão central é a exclusão dos ex-guerrilheiros da Renamo e de novo a partidarização das Forças Armadas de Defesa de Moçambique. A questão principal é que se está a voltar às FPLM, forças armadas do tempo do partido único, anterior aos Acordos de Paz de Roma. E com isso estão a voltar às mesmas razões que nos levaram a fazer a Guerra Civil”.

terça-feira, novembro 06, 2012

Liga de Juventude do MDM acusa Governo moçambicano de excluir os jovens


O líder da Liga da Juventude do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), oposição, exigiu hoje ao Governo a criação de oportunidades iguais de emprego para jovens, acusando o executivo de exclusão.
Em declaração à Lusa, Sande Carmona, presidente da Liga da Juventude do MDM, disse que as políticas da juventude do Governo "estão longe de representar e satisfazer os anseios dos jovens moçambicanos", que agravam os problemas de acesso ao emprego, saúde, educação, habitação.

domingo, julho 15, 2012

Há tubarões que comem pão inteiro sozinhos

A antiga Primeira Ministra de Moçambique actual Presidente do Conselho de Administração (PCA), do Banco Barclays, falando no decurso do Fórum Mulher apontou o dedo acusador a algumas figuras políticas do país de estarem a usufruir o que poderia beneficiar um numero considerável da população com destaque para as mulheres que são as mais pobres do país.

sábado, julho 14, 2012

Recursos Minerais e Hidrocarbonetos de Moçambique: A Quadrilha Volta ao Ataque!! – Conclusão

Por Jonathan McCharty

Moçambique dispõe de vastas reservas de carvão mineral, com particular destaque para as localizadas nas províncias de Tete e Niassa. O valor de reservas consideradas como provadas é de 6 biliões de toneladas. Para além da área de Moatize, existem diversas outras áreas em que decorrem trabalhos de pesquisa ou de avaliação de reservas.

Assumindo que o Estado Moçambicano vai deter 15% do Projecto de Carvão de Moatize em parceria com a Brasileira Vale, e tendo em conta que, dos 6 milhões de toneladas de capacidade correntemente instalada no terminal de carvão do porto da Beira (num futuro próximo, a capacidade irá aumentar para cerca de 20 milhões de toneladas por ano), e os utilizadores deste terminal vão partilhar a capacidade útil daquela infra-estrutura na proporção de 68% para a Vale e 32% para a Rio Tinto, significa que a quantidade anual exportada pela Vale será de 4 milhões de toneladas (13,6 milhões no futuro) e 2 milhões de toneladas para a Rio Tinto (6,4 milhões no futuro). Ler mais

No topo elas já participam, mas continuam sem peso na base

Mais de 300 pessoas participaram, ontem, no simpósio sobre a “Inclusão e Exclusão da Mulher na Economia Moçambicana”, um evento que espelhou a dura realidade enfrentada pelas mesmas no dia-a-dia.
“As mulheres continuam no sector reprodutivo sem remuneração e produtivo pouco remunerado”.

sábado, abril 21, 2012

Opinião de Palmeirim Chongo sobre a governação de Armando Guebuza

Por Palmeirim Chongo

Hoje estará em Quelimane o Chefe do Estado, Sua Excia Armando Emilio Guebuza para de outras actividades, proceder a inauguração da estatua de Samora Machel.

Eu respeito muito a FIGURA do presidente da República de Moçambique, esta é uma guarda-chuva que nos cobre ou devia cobrir a TODOS, mas eu não tiro chapeu ao senhor Armando Emilio Guebuza.
Pela minha leitura, foi/é durante o(s) mandato(s) deste senhor que:

segunda-feira, abril 16, 2012

Itália: Estudantes moçambicanos preocupados com integração

Estudantes moçambicanos na Itália dizem estar preocupados com as dificuldades que enfrentam quando regressam ao país após concluírem a sua formação no estrangeiro.
Falando durante um encontro com a Primeira-Dama da República, Maria da Luz Guebuza, que desde Sexta-feira passada realiza uma visita de trabalho a Itália, os estudantes afirmaram que as dificuldades enfrentadas pelos seus colegas que estiveram antes a estudar naquele país europeu desincentivam o regresso a Moçambique.
“O grande problema é a burocracia”, disse Márcia Guiliche, estudante de Economia na Universidade de La Sapienza, em Roma. “Em cada gabinete do Ministério da Educação encontras sempre alguém que te diz que não reconhece o teu certificado”, acrescentou ela, apontando o exemplo de um ex-colega que se encontra em Moçambique há já seis meses, sem conseguir que o seu certificado seja formalmente reconhecido. Ler mais

sexta-feira, dezembro 16, 2011

Tagir Carimo: Linette, de que nacionalidade es?

No Facebook, Tagyr Karim (Tagir Carimo) o recentemente eleito edil de Pemba, pergunta de que nacionadade era a Linette Olfosson, deputada da Assembleia da República durante toda a legislatura de 2001-2004, e deputada suplente, na legislatura 2004-2009.

quarta-feira, junho 15, 2011

Graça Machel defende inclusão de intelectuais na concepção de políticas públicas

Graça Machel, activista moçambicana e antiga ministra da Educação e Cultura, defendeu ontem, em Maputo, ser urgente incluir os intelectuais nacionais na concepção de políticas e na solução dos problemas que o país enfrenta. Graça Machel, esposa do primeiro presidente de Moçambique independente, Samora Machel, sublinhou que há marginalização de intelectuais moçambicanos, os quais constituem uma capacidade que o país construiu ao longo dos últimos anos.

sexta-feira, março 04, 2011

Carta aberta ao Presidente da República: Roubo, exílio, paz e justiça adiada (*)

Por Maria José Moreno Cuna (*2)
Cuamba, 27 de Fevereiro de 2011

Gostaria de confessar-lhe, Senhor Presidente da República que me perturbam profundamente os insistentes convites para nos filiarmos no Partido Frelimo, como condição para a devolução do nosso património.

Uma vez mais lhe escrevo, Senhor Presidente da República. Por um lado para reagir ao despacho exarado por Vossa Excelência que nos remete para a Justiça, “querendo”. Por outro, porque necessário se torna que não se passe por cima de alguns aspectos ligados à minha petição, aspectos esses que se não forem analisados à luz da história deste País, nunca serão cabalmente entendidos.

sábado, fevereiro 19, 2011

Partido no poder em Angola recomenda "vigilância" aos seus militantes

MPLA recomenda "aos militantes, simpatizantes e amigos do partido", a manterem um "elevado nível de vigilância".
Luanda – A 3ª reunião metodológica nacional do MPLA, partido no poder em Angola, recomendou, quinta-feira (17), em Luanda, "aos militantes, simpatizantes e amigos do partido", a manterem um "elevado nível de vigilância", e se absterem de quaisquer tipo de actividades que atentem contra a convivência democrática e pacífica no país.A recomendação consta do comunicado final do encontro, aberto terça-feira pelo vice-presidente do MPLA, Roberto de Almeida, no qual se reputa como fundamental e prioritário o engajamento dos militantes no apoio, acompanhamento e fiscalização das acções do Executivo. As informações são da Angop.

Fonte: África21 - 18.02.2011

Reflectindo: Acho esta notícia muito interessante ao "apelar" aos militantes, simpatizantes e amigos do MPLA para "se absterem de quaisquer tipo de actividades que atentem contra a convivência democrática e pacífica no país" numa altura que a UNITA, ver aqui, está a constantemente a queixar-se de perseguicões e prisões com motivacão política. Estará o MPLA a corrigir-se? E em Moçambique há coragem?

terça-feira, fevereiro 15, 2011

Desmobilizados de Guerra que defenderam o Estado durante nove anos poderão beneficiar de uma pensão

Os desmobilizados de guerra que tenham prestado serviço ao Estado, num período de três a nove anos, poderão beneficiar de uma pensão, ao abrigo do novo Estatuto do Combatente, aprovado esta terça-feira pelo Conselho de Ministros.
O Vice-Ministro dos Combatentes, Marcelino Liphola, disse que a proposta ora aprovada vai ser submetida ainda à Assembleia da República.

Fonte: Rádio Mocambique - 15.02.2011

Reflectindo: não estou familiariado sobre esse Estatuto do Combatente, mas parece-se que vai criar mais um baralho não muito diferente quando o ministério era dos antigos Combatentes. Vejo aqui intencões de dividir os combatentes, excluindo-se uma parte deles. Espero que eu esteja errado. 

terça-feira, junho 29, 2010

Por um pacto de inclusão

Editorial SAVANA

Independência ano 35

35 anos na vida humana são, claramente, capital adquirido em maturidade e experiência.
Não é assim na vida dos países e das nações.
Por isso Moçambique é um país muito jovem. Para se ser mais exacto, gatinha ainda.
As suas instituições são débeis, os processos organizativos estão a meio caminho. No questionamento da herança, nas experiências que se puseram de lado, na coragem do por em causa e do recomeçar de novo.
Os mulheres e os homens de que o país é feito passam também por estes processos. E é natural que as curvas e contra-curvas provoquem interrogações e perplexidades.
Dos levantados do chão promovidos à categoria de humanos com direito à palavra. Dos que compraram o sonho igualitário de um país novo cheio de utopias de paraíso da terra.
Dos esventrados por guerras e disputas que deixaram as famílias exangues, exaustas e exasperadas.
Dos crentes e levados à crença do deus mercado, do percurso circular ao ponto de partida sem o algoz colono. Mas com outros algozes, também para aqueles que nasceram depois de 1975, que do passado têm de recorrer à memória dos outros.
35 anos são um corolário de sinuosidades.
Felizmente para todos, o percurso escreve-se hoje com várias cores e matizes. Embora haja um coro de convictos que tentam vender óculos, lentes e binóculos para que todos vejamos a realidade da mesma maneira, as marcas que carregamos connosco não nos permitem ver assim. E de cada certeza que nos anunciam, cultivamos as nossas dúvidas e resistências.
Se nos tentam calar com os números da educação massificada, devemos questionar a qualidade do ensino, dos métodos de aprendizagem, da qualidade e condições dos professores, dos formandos que queremos habilitados para enfrentar o mercado do emprego e do trabalho.
Se nos dizem da medicina para todos, devemos ripostar com o olhar crítico às bichas nos centros de saúde que pagam a preços de mercado fixados pelo próprio Estado que clama despudorado igualitarismo.
Se a habitação agora é que vai ser, devemos questionar a preguiça em pensar por cima de uma parque imobiliário herdado do colono e que permitiu o balão de oxigénio a que se chamou venda de chaves, para alavancar as novas urbanizações à volta das cidades tradicionais.
Se nos dizem que nos devemos todos agarrar à bandeira da unidade nacional, devemos com a mesma energia refutar chauvinismos e velhas fobias exigindo a pedagogia que nos foi transmitida por Samora, para com sucesso afastar a divisão que os nossos invernos de carências e assombrações nos espreitam a cada esquina, a cada dia que saímos à luta para cimentarmos o barro de sermos país e nação em construção.
35 anos são também 20 anos de multipartidarismo e liberdades individuais.
No amanhã que queremos, não cabem as visões estreitas, feitas apenas de slogans e cartões vermelhos de acesso directo à grande caverna de Ali Babá Das siglas e emblemas que ditam exclusores e excluídos.
A unidade nacional que alimenta marchas simbólicas e orçamentos faraónicos no reverso da mão estendida à solidariedade internacional, a unidade deve ser cultivada nas capacidades de todos e de cada um de nós que quer um país diferente, avançado, moderno.
Para isso temos de fazer um pacto. Um exorcismo contra as velhas crenças que nos continuam a dividir e nos atrasam nas nossas ambições.
O nosso pacto na diversidade é pelo desenvolvimento e pela prosperidade.
Um pacto em que os moçambicanos sejam todos sujeitos e que acreditem de novo, como acreditaram em 1975, que este é um país de todos e para todos.

Fonte: SAVANA - 25.06.2010

quinta-feira, fevereiro 25, 2010

A situação dos deficientes em Moçambique

O Correio da Manhã na sua edicão de 24.02.2010, (aqui) escreve que estudo sobre as condicões da vida dos deficientes conclui que bancos e hotéis vedam emprego àquele grupo social.
Os bancos comerciais e estabelecimentos hoteleiros e ainda a maioria das instituições públicas e privadas moçambicanas têm vedado o acesso ao emprego
a pessoas portadoras de deficiência, em flagrante violação da Convenção da Organização das Nações Unidas de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiências.
Ainda o mesmo jornal, na sua edicão de 25.02.2010 (aqui) cita o representante da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), em Moçambique, Noé Chicuecue, que lamenta sobre o “pouco empenho do Governo” na formação de professores para escolas especiais destinadas aos deficientes, situação que, segundo ele, concorre para a exclusão social dos deficientes moçambicanos.