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quarta-feira, fevereiro 24, 2016

Automobilistas com medo de circular na N1 em Moçambique

Uma semana após a introdução de escoltas obrigatórias em dois troços da Estrada Nacional 1, a maior estrada do país, os automobilistas e os passageiros demonstram receio em circular na via. Após os sucessivos ataques a viaturas civis, na província de Sofala, por alegados homens armados da RENAMO, a polícia moçambicana introduziu escoltas militares no troço Maringue-Caia, da Estrada Nacional 1, em Moçambique.
Ainda assim, as populações demonstram medo em viajar nesta que é a maior estrada do país, principalmente após os últimos três ataques contra colunas militares que escoltavam viaturas civis. Ler mais (Deutsche Welle, 24.02.2016)

Ataque no centro do país provoca três feridos, incluindo uma criança

Três pessoas ficaram hoje feridas, incluindo uma criança, quando um ataque atribuído a homens armados da Renamo crivou de balas e destruiu duas viaturas na zona de Zove, distrito de Muxúnguè, centro de Moçambique, disseram à Lusa testemunhas.
O ataque ocorreu cerca das 11:00 locais (09:00, em Lisboa) quando um grupo de homens armados metralhou a coluna escoltada por militares do Governo no trajeto Save-Muxúnguè, província de Sofala tendo estes parado a escolta e encetado uma perseguição aos atacantes.
"A coluna parou e os militares [das Forças Armadas] entraram no mato em perseguição. Ficámos parados durante 40 minutos e depois a marcha foi retomada. Uma criança e dois homens ficaram feridos", contou à Lusa uma testemunha que viajava num autocarro que fazia a ligação Vilanculos (província de Inhambane, sul do país) a Beira (Sofala, centro).

quinta-feira, fevereiro 11, 2016

HOMENS ARMADOS ATACAM QUATRO VIATURAS CIVIS NO CENTRO DO PAÍS

Homens armados supostamente da Renamo, o principal partido da oposição moçambicana, atacaram, na manhã de hoje, quatro viaturas civis na Estrada Nacional Número Um (EN1), no troço entre o rio Save e Muxúngue, distrito de Chibabava, província central de Sofala.

Do ataque, não houve vítimas mortais. Porém, parte dos oito ocupantes das viaturas sofreram ferimentos ligeiros. Houve também registo de danos materiais ligeiros.

Citado pela Rádio Moçambique (RM), o chefe do posto administrativo de Muxúngue, Domingos Fernando, explicou que os ataques ocorreram na zona de Zove no período compreendido entre as seis e sete horas de hoje.

terça-feira, agosto 13, 2013

PRM desmente mortes em confrontos com a Renamo

O Comando Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM) desmentiu hoje as informações da Renamo, o principal partido de oposição no país, segundo as quais agentes das forças de defesa e segurança teriam sido mortos e abandonados no local, durante uma troca de tiros.

Renamo reivindica morte de 36 membros das forças armadas

A Renamo, o maior partido da oposição em Moçambique, reivindicou a morte de 36 membros das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) e da Força de Intervenção Rápida (FIR) em Pandje, província de Sofala, durante o fim de semana.
Em conferência de imprensa, Fernando Mazanga, porta-voz da Renamo, salientou que as forças do partido agiram em legítima defesa e que não houve vítimas mortais entre as tropas fieis a Afonso Dhlakama.
Até ao momento ainda não houve qualquer reação por parte do governo moçambicano a estas declarações.
Apesar do elevado números de mortes, Mazanga salientou que Moçambique «não está em guerra» e apelou a um compromisso entre o governo e a Renamo, de forma a impedir que surjam novos ataques que possam levar a um retrocedimento no desenvolvimento económico do país.

Fonte: A Bola - 13.08.2013

domingo, agosto 11, 2013

Forças Armadas e homens da Renamo voltam a trocar tiros em Muxúnguè

Dois elementos das forças governamentais terão morrido no confronto do último sábado, um, no local do incidente, e o outro, no hospital provincial de Chimoio, ontem.

Uma patrulha mista – composta pelos membros das Forças Armadas de Defesa de Moçambique e das Forças de Intervenção Rápida – confrontou-se, na manhã do último sábado, com os homens armados da Renamo, em Pandja, posto administrativo de Muxúnguè, no distrito de Chibabava, em Sofala.

domingo, julho 07, 2013

FIR tenta assaltar base da Renamo e provoca tiroteio em Muxúnguè

O comandante provincial da PRM em Sofala, Joaquim Nido, confirmou o ataque, mas desmentiu que tenha havido vítimas, quer mortais, quer feridos em ambas as forças
O posto administrativo de Muxúnguè, no distrito de Chibabava, a sul da província de Sofala, voltou a ser palco de confrontos militares entre a Forca de Intervenção Rá­pida (FIR) e os homens armados da Renamo.

quinta-feira, junho 27, 2013

Líder associativo critica as mobilizações de protestos da Frelimo contra a Renamo

Presidente da Associação Cristo Rei, considera que a liberdade com a qual o partido no poder protesta contra alegados actos da Renamo no centro do país, devia ser observada noutros momentos, e dá exemplos

O Presidente da Associação Cristo Rei que tem vindo a trabalhar com as camadas mais desfavorecidas na Província Moçambicana de Nampula, Mendes Fanito, lançou hoje duras criticas contra o Partido Frelimo por aquilo que chamou de incitar o povo a mostrar o seu repúdio contra os ataques no centro do país.

segunda-feira, junho 24, 2013

Agora reporta-se sete mortos das forças militares do Governo

Maputo (Canalmoz) - O Governo acaba de confirmar o ataque militar desta manhã, desta vez contra um cortejo militar, que ocorreu no troço entre Rio Save e Inchope.

sábado, maio 18, 2013

Governo recua e manda em liberdade parte dos homens da Renamo detidos em Muxúnguè

- Dom Dinis Singulane, Bispo da Diocese dos Libombos da Igreja Anglicana e o Prof. Dr. Lourenço do Rosário, reitor da Universidade "A Politécnica" foram os facilitadores que permitiram a soltura, depois de uma reunião que mantiveram na quinta-feira com o Procurador-Geral da Republica, Augusto Raul Paulino

Maputo (Canalmoz) - Vinte e quatro horas após divulgar nota onde afirmava rejeitar todas as pré-condições impostas pela Renamo para o início do diálogo,  o Governo moçambicano mandou soltar parte dos homens da Renamo que estavam encarcerados na cidade da Beira, detidos em Muxúnguè na sequência do assalto da FIR à delegação local da Renamo, no dia 03 de Abril de 2013. Esta era uma das condições impostas, aliás, a primeira. Ler mais

terça-feira, abril 16, 2013

MULHER MOÇAMBICANA DIZ NÃO À GUERRA

As organizações moçambicanas da mulher exigem diálogo entre o governo e a Renamo, este último o maior partido da oposição em Moçambique, para evitar a reedição da guerra dos 16 anos no país.

Numa carta aberta dirigida ao Chefe do Estado, as organizações da mulher afirmam que ″Não precisamos fazer lembrar as manchetes que pululam os jornais do mundo, mostrando as humilhantes violações a que as mulheres são sujeitas em países sob conflitos armados”.

domingo, abril 14, 2013

Vidas que se Cruzam: nota fúnebre a Thatcher e Leftwich, debaixo dos tiros de Muxúnguè

Por José Jaime Macuane

Enquanto ecoam nos meus ouvidos os sons dos tiros da guerra de informação e contra-informação com o epicentro na tragédia de Muxúnguè, em menos de trinta minutos desta segunda-feira, 08 de Abril, recebo no meu e-mail duas notícias trágicas, mas que inspiram reflexão: a morte da dama de Ferro, Margareth Thatcher, e do proeminente académico do desenvolvimento (de origem sul-africana), Adrian Leftwich.

terça-feira, abril 09, 2013

VIDA VOLTA AO NORMAL EM MUXÚNGUÉ

A vida está a voltar ao normal no posto administrativo de Muxúngué, na província central de Sofala, depois dos últimos acontecimentos ocorridos na semana passada e que culminaram com a morte de pelo menos oito pessoas, asseverou hoje em Maputo o chefe das operações do Comando Geral da Polícia moçambicana (PRM), António Pelembe.

MDM responsabiliza Governo por risco de retorno à guerra

O MDM, o terceiro maior partido de Moçambique, condenou o Governo por ter recorrido "abusivamente" à polícia no ataque à Renamo, no centro do país, levando aquele partido a retaliar e a ameaçar com uma nova guerra civil.
Três pessoas morreram e duas ficaram feridas no sábado num ataque a um autocarro e a um camião por homens armados supostamente da Resistência Nacional de Moçambique (Renamo), principal partido a oposição, em Muxúnguè, centro de Moçambique.

Será o transbordar do copo? (1)

Por Arlindo Oliveira

Parece-me que as coisas não andam muito bem, cá no nosso quintal. Tudo começou com aquela notícia veiculada por um órgão televisivo cá da praça, dando a informação “preciosa”de que Tio Afonso viajaria para a Cidade de Maputo, para um encontro a sós, com o nosso PR.

segunda-feira, abril 08, 2013

Identificadas vítimas do ataque armado em Muxunguè

Um dado novo sobre os ataques armados atribuídos à Renamo veio ao fim da tarde de ontem dando conta do assassinato ao longo do mesmo dia de um pastor anglicano da região de Muxúnguè, cujo nome não foi possível apurar, segundo reporta o jornal Notícias. São, porém, escassas as informações sobre este crime, segundo.Enquanto isso, parte das três pessoas mortas no final da tarde de sábado à entrada de Muxúnguè foram já identificadas. Trata-se de Aventina Alexandre Sambo, moradora em Maputo, Tojó Satar Amunone, residente em Namacurra, Quelimane, e Pedro Paulo Chaisse, de Maxixe, Inhambane. Ler mais

Fonte: Rádio Mocambique - 08.04.2013

Hipocrisia e intolerância dos partidos é a causa da tensão

Bispos católicos já previam conflito.

Os bispos católicos consideram que a hipocrisia dos partidos políticos pode ser uma das principais causas do conflito de Muxúnguè.
Segundo uma carta pastoral onde analisam a situação do país, os religiosos dizem não poder fechar os olhos a tais situações que põem em causa a preservação da paz no país.

ENSAIO DA GUERRA CIVIL EM MOÇAMBIQUE

Cossa, Lourenço

As notícias de ataques a autocarros por homens não identificados, seguida pelas acusações entre os partidos Frelimo e a Renamo nos obriga a recordar o passado do massacre de Homoíne, quando a população foi varrida da vila com tiros de artilharia. Daquela massacre fomos informados que tinha sido praticado pela RENAMO e, todos nós condenamos veementemente.
Depois dos acordos de Roma soubemos que na verdade não foi a Renamo e sim a Frelimo.
Reflexão! A Frelimo assassinou a população de Homoíne e depois amputou a responsabilidade à Renamo. Será que aquela situação foi isolada e não massacrou mais população e sujeitando a Renamo? Ler mais

domingo, abril 07, 2013

Renamo desmente ataques a civis em Muxunguè

A Renamo, principal partido da oposição em Moçambique, desmentiu hoje a autoria de ataques, no sábado, no centro do país, contra dois autocarros e um camião-cisterna, que causaram três mortos.
"A Renamo não ataca civis, o nosso alvo está bem definido: atacamos quem nos ataca", disse hoje o porta-voz do partido, Fernando Mazanga.
"Eles querem imputar-nos esses ataques para confundir a opinião pública", disse Mazanga, referindo-se ao governo da Frelimo, partido no poder em Moçambique desde a independência, em 1975.
"Apelamos à população para não se deixar enganar e para ter cuidado quando circular naquela zona", acrescentou o porta-voz da Renamo.
Desde a passada quinta-feira que pelo menos oito pessoas morreram na zona de Muxungué, provínca de Sofala, centro de Moçambique, em resultado de ataques de homens armados contra uma esquadra da polícia e, no sábado, contra dois autocarros de passageiros e um camião-cisterna.

Fonte:(Rádio Moçambique (RM/Lusa) - 07.04.2013

sábado, abril 06, 2013

Homens armados matam 3 pessoas em Muxunguè

Homens armados mataram este sábado três pessoas no centro de Moçambique, num ataque a um camião de transporte de combustível e a um autocarro, disse o administrador de Chibabava, Arnaldo Machevo.
Uma das vítimas morreu quando estava a ser evacuada para o hospital da Beira, capital da província de Sofala.